Você se considera uma pessoa de coragem? E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada? Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem! Há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas (Rsrs). Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária! Você está enfrentado um momento como esse? Sei bem como é! Por exemplo: É preciso força para ensinar ou falar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro. É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar. É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver. É preciso força pra trazer à tona dores, perdas, frustações do passado, mas é preciso coragem para compreendê-los e viver na ressignificação do Senhor. Sempre será preciso alguma atitude de nossa parte (coragem), porque em Deus temos a força que precisamos! Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo! Não se dê por vencido, lute!
Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias e a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições! Se fazemos isso sozinhos? Nunca! Precisamos uns dos outros, precisamos dos ensinos da Palavra e só então entenderemos essas virtudes. A coragem é a manifestação silenciosa da disciplina interior que, com dignidade, tudo suporta; tudo sofre por lealdade, consciente da verdade e do dever. Cada ação da vida humana exige reflexão, consciência, coragem moral!
Nesse dia, quero compartilhar a coragem que preciso todos os dias de minha caminhada para me manter firme diante dos revezes da vida sabendo que sou acolhida por outros humanos e compreendida, pois não estamos em corpo glorificado ainda. Um dia a gente escreve e serve para alguém, hoje essa palavra é para mim, pois a vida não se compra feita, se faz! Que tenhamos coragem e força de fazer de nossas vidas um aprendizado das Palavras do Pai!
O mundo cristão tem vivido momentos de grandes confusões teológicas e infindáveis discórdias doutrinárias. O homem serve a um Deus maravilhoso que tem prazer em expressar Seu coração e revelar Seus pensamentos! Esses pensamentos jamais contradizem as Escrituras, as quais são úteis para o seu ensino, correção, repreensão e exortação. Aqui vocês encontrarão reflexões do que penso e acredito sobre vários assuntos teológicos que venho estudando ao longo dos anos. Ao meu Deus seja toda a glória!
Pesquisar este blog
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Emoções Humana
Não há como desvincular espiritualidade humana de emoções, pensamentos e sentimentos. Da mesma forma, não há como falar de relacionamento sem envolvimento emocional. Podemos dizer que a espiritualidade é conhecida e expressa pelas emoções, por ser o meio pelo qual reagimos ao relacionamento com Deus. Os pensamentos permitem que nos articulemos para expressar ou fazer conhecido o que de fato sentimos, ou seja; o caminho para Deus não passa ao lado dos sentimentos, mas através deles! Deus, sendo Soberano e onisciente, se compadece do ser humano, não escondendo as suas emoções! Deus se interessa por nossa dor, seja qual for a origem dela.
A espiritualidade humana passa pelas emoções negativas que surgem em nosso ser devido a situações desagradáveis, como quando somos tratados injustamente, adoecemos, nos ferimos, somos caluniados, perdemos alguém que amamos, e por aí vai. Por esse motivo, precisamos estar atentos aos nossos sentimentos! Precisamos olhar com realismo e sinceridade para dentro de nós, para que não venhamos buscar aquilo que satisfará somente os desejos, cobiças e os enganos da carne, e não nossa alma e nosso coração. O Cristianismo da pós-modernidade, tem vivido muito “barulho” e luzes tecnológicas; nele não há espaço para o silêncio, para reflexão e para a análise do interior humano. Estamos com muita pressa! Para ir para aonde? Para fazer o quê mesmo? Se continuarmos assim, corremos o risco de perder aquilo que é mais precioso, pois, em meio a todo esse “barulho”, não há espaço para ouvir a voz de Deus!
Queridos, é necessário avaliar as emoções e observar o que a Bíblia tem a nos dizer sobre algum sentimento que temos enfrentado. Os sentimentos são metamorfoseados na medida em que vamos pensando como Jesus pensava! Não devemos violar os nossos sentimentos ou eliminá-los à força. Busquemos o especialista humano e Aquele que nos criou. Quando, na nossa decepção nos voltamos para a Palavra, somos transformados gradualmente. Suportamos a frustação, a saudade, todos os males que nos assolam, firmados nela, a Palavra (Jesus)! Deus é fiel e nunca desiste de nós; nunca conseguiremos entender o quanto Ele nos ama! Ele se interessa por nós, mesmo nas nossas prisões emocionais. De nossa parte, é indispensável saber se estamos interessados em permitir que Ele, por meio de Sua Palavra, trabalhe em nós. Somos humanos!
Abra seu coração e com essa atitude quebre os elos que o atormenta, maltrata e deixa inerte, usando o nome que está acima de todo nome: Jesus!
A espiritualidade humana passa pelas emoções negativas que surgem em nosso ser devido a situações desagradáveis, como quando somos tratados injustamente, adoecemos, nos ferimos, somos caluniados, perdemos alguém que amamos, e por aí vai. Por esse motivo, precisamos estar atentos aos nossos sentimentos! Precisamos olhar com realismo e sinceridade para dentro de nós, para que não venhamos buscar aquilo que satisfará somente os desejos, cobiças e os enganos da carne, e não nossa alma e nosso coração. O Cristianismo da pós-modernidade, tem vivido muito “barulho” e luzes tecnológicas; nele não há espaço para o silêncio, para reflexão e para a análise do interior humano. Estamos com muita pressa! Para ir para aonde? Para fazer o quê mesmo? Se continuarmos assim, corremos o risco de perder aquilo que é mais precioso, pois, em meio a todo esse “barulho”, não há espaço para ouvir a voz de Deus!
Queridos, é necessário avaliar as emoções e observar o que a Bíblia tem a nos dizer sobre algum sentimento que temos enfrentado. Os sentimentos são metamorfoseados na medida em que vamos pensando como Jesus pensava! Não devemos violar os nossos sentimentos ou eliminá-los à força. Busquemos o especialista humano e Aquele que nos criou. Quando, na nossa decepção nos voltamos para a Palavra, somos transformados gradualmente. Suportamos a frustação, a saudade, todos os males que nos assolam, firmados nela, a Palavra (Jesus)! Deus é fiel e nunca desiste de nós; nunca conseguiremos entender o quanto Ele nos ama! Ele se interessa por nós, mesmo nas nossas prisões emocionais. De nossa parte, é indispensável saber se estamos interessados em permitir que Ele, por meio de Sua Palavra, trabalhe em nós. Somos humanos!
Abra seu coração e com essa atitude quebre os elos que o atormenta, maltrata e deixa inerte, usando o nome que está acima de todo nome: Jesus!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Refletindo sobre moral
Refletindo sobre moral... A moral pertence à identidade do ser humano! Quando o homem a abandona, perde, de certo modo, a sua identidade. É como se tivesse sido expulso de sua própria casa! A moral designa aquilo que é objetivamente bom e, por isso, deve ser executado, independente das vantagens e desvantagens que daí; possam obter. Na minha opinião, quem melhor expressou este caráter da moral foi Sócrates dizendo: prefiro ser vítima da injustiça que cometer a injustiça! Quando assumimos essa postural existencial, não só os seus atos se tornam bons, mas ela mesma se torna boa moralmente. Torna-se uma “boa árvore”, que produz sempre bons frutos! Torna-se, segundo a Palavra virtuosa! Como anda a nossa moral? Ultimamente a tenho visto tão solapada no meio cristão, que chego a me perguntar se hoje João Batista teria condição de batizar alguém!
Queridos, a moral designa também aquilo que é digno do ser humano por oposição àquilo que é indigno. Entenda: defender o que é certo é digno do ser humano. Porém, a omissão e a defesa para não perder benesses é errado! Por sermos criados a imagem e semelhança de Deus, possuímos uma dimensão transcendente, logo, participamos da sabedoria e providência divina, com as quais Ele governa o mundo. A razão é apenas uma faculdade de conhecimento, mas também moral! Possui a capacidade de descobrir o bem a ser feito e o moral a ser evitado!
A moral cristã é a moral da Graça! A moral, enquanto conjunto de normas práticas, indica o dever. Não incentiva, segundo o apóstolo Paulo, a execução. A capacidade de cumprir o dever, de agir moralmente, provém da ação do Espírito Santo em nós, ou seja, da Graça! Nesse sentido, a moral cristã não é uma moral de atos, mas uma moral pessoal, individual. É uma moral da pessoa virtuosa, fortalecida pela Graça é uma moral de alguém que verdadeiramente tornou-se “nova criatura”! Não esqueçamos que as realizações humanas dependem em grande parte das decisões livres e responsáveis de todos nós! Nem tudo é culpa do inimigo das nossas almas! Um final de semana abençoado na Paz que excede todo entendimento.
Queridos, a moral designa também aquilo que é digno do ser humano por oposição àquilo que é indigno. Entenda: defender o que é certo é digno do ser humano. Porém, a omissão e a defesa para não perder benesses é errado! Por sermos criados a imagem e semelhança de Deus, possuímos uma dimensão transcendente, logo, participamos da sabedoria e providência divina, com as quais Ele governa o mundo. A razão é apenas uma faculdade de conhecimento, mas também moral! Possui a capacidade de descobrir o bem a ser feito e o moral a ser evitado!
A moral cristã é a moral da Graça! A moral, enquanto conjunto de normas práticas, indica o dever. Não incentiva, segundo o apóstolo Paulo, a execução. A capacidade de cumprir o dever, de agir moralmente, provém da ação do Espírito Santo em nós, ou seja, da Graça! Nesse sentido, a moral cristã não é uma moral de atos, mas uma moral pessoal, individual. É uma moral da pessoa virtuosa, fortalecida pela Graça é uma moral de alguém que verdadeiramente tornou-se “nova criatura”! Não esqueçamos que as realizações humanas dependem em grande parte das decisões livres e responsáveis de todos nós! Nem tudo é culpa do inimigo das nossas almas! Um final de semana abençoado na Paz que excede todo entendimento.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Sentindo a alegria do Senhor sempre
Não sei se por falta de ensino, ou por excesso dele, muitos cristãos têm perdido a alegria de viver e a outros uma situação ainda pior ao cair e se enrolar nos fios invisíveis da rede do maligno. Sonhos frustrados, casamentos acabados, namoros desfeitos, tristeza dentro da família, perda de oportunidades, enfim notícias desagradáveis que tiram o sorriso de tanta gente. É assim que tem vivido o cristão da pós-modernidade!
Buscar a alegria e vivenciá-la é a meta de todo ser humano. Não há ninguém, em sã consciência, que não afirme que o maior objetivo de sua vida seja “ser feliz”! Nesta busca cometem-se os maiores absurdos, porque vale tudo para se conseguir a experiência da alegria. Talvez o maior exemplo desse absurdo seja a festa mais popular do Brasil: o carnaval. Todo o frenesi que se dá em torno do carnaval tem como objetivo promover a alegria. Não é segredo para ninguém que tudo acaba em cinzas na quarta-feira! Além dos instrumentos utilizados para promover a festa, que não são os mais aceitáveis, ainda se tenta produzir a alegria de fora para dentro, do exterior para o interior. A alegria não é causa, é efeito! Queridos, a festa do carnaval pode produzir muita coisa, mas a verdadeira alegria ela não produz!
A verdadeira alegria é um estado de espírito, ou como o apóstolo Paulo chamou, é “fruto do Espírito”! Não é uma questão simplesmente religiosa, mas é o resultado da manifestação da Presença de Deus a partir do íntimo das pessoas, que se propaga coletivamente criando um ambiente de comoção que vai do choro ao riso e vice-versa. A experiência de se vivenciar a Alegria que vem do Senhor resulta, com certeza, em festas e celebrações, que são formas de se mostrar o sentimento que existe. A verdadeira alegria não fica escondida e nem camuflada; ela certamente se evidencia e é a grande força daquele que Teme ao Senhor! Que essa alegria seja cultivada em nossos corações, para que muitos daqueles que convivem conosco possam experimentar os frutos dessa verdadeira alegria. Por onde passamos, somos chamados a deixar os rastros dessa alegria! Se existem pessoas preparadas para fazer o mal e provocar a tristeza, nós seremos a “contraforça”, estaremos preparados para fazer o bem e promover a alegria. Comece pela sua casa e sua família e deixe que isso se espalhe pelo mundo!
A palavra do Senhor realmente é um lenitivo para a nossa alma! É pura, suave, acalma o coração; eleva o espírito, sublima as más inclinações do coração; atinge a divisão do corpo e da alma, como diz Paulo (Hb 4.12). A Palavra do Senhor é a força que nos impele para frente! Quando estamos tristes, ela nos traz alegria, quando preocupados, ela alivia a tensão e relaxamos. A Palavra de Deus é o maior tesouro existente nesta terra. Façamos bom uso dela e vivamos em alegria!
Buscar a alegria e vivenciá-la é a meta de todo ser humano. Não há ninguém, em sã consciência, que não afirme que o maior objetivo de sua vida seja “ser feliz”! Nesta busca cometem-se os maiores absurdos, porque vale tudo para se conseguir a experiência da alegria. Talvez o maior exemplo desse absurdo seja a festa mais popular do Brasil: o carnaval. Todo o frenesi que se dá em torno do carnaval tem como objetivo promover a alegria. Não é segredo para ninguém que tudo acaba em cinzas na quarta-feira! Além dos instrumentos utilizados para promover a festa, que não são os mais aceitáveis, ainda se tenta produzir a alegria de fora para dentro, do exterior para o interior. A alegria não é causa, é efeito! Queridos, a festa do carnaval pode produzir muita coisa, mas a verdadeira alegria ela não produz!
A verdadeira alegria é um estado de espírito, ou como o apóstolo Paulo chamou, é “fruto do Espírito”! Não é uma questão simplesmente religiosa, mas é o resultado da manifestação da Presença de Deus a partir do íntimo das pessoas, que se propaga coletivamente criando um ambiente de comoção que vai do choro ao riso e vice-versa. A experiência de se vivenciar a Alegria que vem do Senhor resulta, com certeza, em festas e celebrações, que são formas de se mostrar o sentimento que existe. A verdadeira alegria não fica escondida e nem camuflada; ela certamente se evidencia e é a grande força daquele que Teme ao Senhor! Que essa alegria seja cultivada em nossos corações, para que muitos daqueles que convivem conosco possam experimentar os frutos dessa verdadeira alegria. Por onde passamos, somos chamados a deixar os rastros dessa alegria! Se existem pessoas preparadas para fazer o mal e provocar a tristeza, nós seremos a “contraforça”, estaremos preparados para fazer o bem e promover a alegria. Comece pela sua casa e sua família e deixe que isso se espalhe pelo mundo!
A palavra do Senhor realmente é um lenitivo para a nossa alma! É pura, suave, acalma o coração; eleva o espírito, sublima as más inclinações do coração; atinge a divisão do corpo e da alma, como diz Paulo (Hb 4.12). A Palavra do Senhor é a força que nos impele para frente! Quando estamos tristes, ela nos traz alegria, quando preocupados, ela alivia a tensão e relaxamos. A Palavra de Deus é o maior tesouro existente nesta terra. Façamos bom uso dela e vivamos em alegria!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Salmo 32. 1-3
Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniquidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. (Sl 32.1-3)... Amanheci pensando nessas palavras. Um dos grandes problemas da atual sociedade é que ela tenta padronizar todas as coisas e por isso muitas vezes forçam as pessoas a assumirem uma imagem que de fato não refletem suas verdadeiras personalidades abrindo mão do que elas são na tentativa de serem aceitas por outras pessoas ou grupos. O problema da dissimulação é passar uma imagem de tudo aquilo que não somos, pois quando a pessoa acostuma com a dissimulação ela não só faz isto com o próximo, mas tenta esconder-se até diante de Deus! Quando calamos e não expressamos nossas dores, dúvidas, anseios e etc; estamos de certa forma permitindo uma saudável convivência com nossos erros, e constantemente nos culpando pelas atitudes equivocadas do passado, e como diz o versículo 3 envelhecendo nossos ossos! Embora a bíblia ensine: “dos teus pecados eu não me lembrarei” (Is 43.25; Hb 8.12), será que conseguimos esquecer também não só o nosso como também o do nosso irmão? Precisamos entender que o perdão de Deus é uma maravilhosa oportunidade de agora fazermos o que é certo! Se alguém me perguntar quais pecados não são perdoados? Respondo: os que não são sinceramente confessados! Queridos, o resumo da vida vitoriosa do cristão está no seu presente (Cl 2.12)!
Portanto convido vocês a meditarem nos preciosos ensinamentos deste Salmo, que possamos abrir nossos corações sem reservas diante de Deus ficando a mercê da misericórdia de Cristo. Que venhamos compreender que Deus não está contra nós pelos nossos pecados ou qualquer coisa que venhamos a fazer que O entristeça. Ele está ao nosso favor, porém contra os nossos pecados! Ele não desistiu do homem. Temos o doce Espírito Santo de Deus para nos conduzir em triunfo em tudo o que fizermos! Nunca pense que reconhecer erros, pecados e etc. seja sinônimo de fraqueza! Pelo contrário, ao reconhecer suas fraquezas, deficiências, dores e tudo o mais, pois somos humanos e ainda não estamos em corpo glorificado, você estará prevenindo a arrogância (ruína) que o levará, se não tratada, à altivez de espírito (queda-Pv 16.18). A soberba (orgulho) é a raiz de todos os pecados, é um dos maiores inimigos do homem! Ela é característica do “velho homem”, portando sejamos “novas criaturas” em Cristo! Celebre sua liberdade em Jesus todos os dias. Um forte abraço na Paz que excede todos entendimento.
Portanto convido vocês a meditarem nos preciosos ensinamentos deste Salmo, que possamos abrir nossos corações sem reservas diante de Deus ficando a mercê da misericórdia de Cristo. Que venhamos compreender que Deus não está contra nós pelos nossos pecados ou qualquer coisa que venhamos a fazer que O entristeça. Ele está ao nosso favor, porém contra os nossos pecados! Ele não desistiu do homem. Temos o doce Espírito Santo de Deus para nos conduzir em triunfo em tudo o que fizermos! Nunca pense que reconhecer erros, pecados e etc. seja sinônimo de fraqueza! Pelo contrário, ao reconhecer suas fraquezas, deficiências, dores e tudo o mais, pois somos humanos e ainda não estamos em corpo glorificado, você estará prevenindo a arrogância (ruína) que o levará, se não tratada, à altivez de espírito (queda-Pv 16.18). A soberba (orgulho) é a raiz de todos os pecados, é um dos maiores inimigos do homem! Ela é característica do “velho homem”, portando sejamos “novas criaturas” em Cristo! Celebre sua liberdade em Jesus todos os dias. Um forte abraço na Paz que excede todos entendimento.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Deus é Fiel!!!!
Deus é fiel! Esta frase está sempre presente no vocabulário dos cristãos, e cada vez mais. Ora como expressão de gratidão, ora como adoração, muitas vezes mal utilizada em orações que mais parecem “ordens de serviço” a Deus. Estampada em camisas, afixada em vidros de carros, impressa em chaveiros, repetida em canções... Se ganhamos o que queríamos, Deus é fiel. Se somos curados é porque Deus é fiel. Se o dia mal passa bem distante do nosso calendário pessoal, só tem uma explicação: Deus é fiel. Mas, a pergunta inevitável é: Deus continua sendo fiel quando ao invés de ganhar, perdemos? Deus é fiel quando as notícias ruins invadem nosso universo de bênçãos? Deus é fiel quando não sou curado, quando a dor e o sofrimento me despertam toda manhã? Deus permanece fiel quando outros conseguem se livrar das tribulações e elas parecem me perseguir? O fato é que Deus é fiel em qualquer circunstância! A fidelidade do Senhor não é um estado, mas faz parte da essência de um Deus que é Fiel, é Amor, é Santo, é justo, é misericordioso, é bom! E isso nunca muda. Ele permanece fiel até diante da nossa constante infidelidade (II Tm 2.13)!
Ele é o mesmo Deus imutável tanto no dia bom, como no dia mal! Sim, pois o dia mal existe e concernente a este dia o próprio Senhor nos exorta a nos revestirmos da armadura espiritual e a nos manter firmes (Ef 6.13). Ele também nos conclama a dar-Lhe graças em tudo (I Ts 5.18), pois a Sua vontade é a nossa santificação (I Ts 4.3) e Ele fará ou permitirá o que for necessário para que alcancemos a estatura de Cristo (Ef 4.13). Sim, Deus é fiel! Não nos prometeu um caminho em que aflições e dores não existam. Ao contrário, fez questão de nos prevenir do fato de que nesta vida teremos aflições (Jo 16.33), de que o justo pode cair sim, mas que não ficará prostrado (Sl 37.24), de que o Senhor prova o justo (Sl 11.5), de que perseguições são eventos certos na vida dos que querem viver piedosamente em Cristo (II Tm 3.12). Mas, a fé nos faz descansar na fidelidade do nosso Deus, pois Ele tem cuidado e cuidará de nós para sempre, em qualquer situação! Ele sabe dosar o quanto de dias bons e o quanto de dias tempestuosos cada um de nós necessita passar na carreira da fé. Um dia toda alegria e tristeza desta vida passarão. A beleza da glória do Senhor apagará toda a nossa memória destes dias que serão apenas passado. Neste dia provaremos mais ainda da fidelidade de Deus, pois enquanto hoje nos diz “não se turbe o vosso coração e nem se atemorize...”, amanhã estaremos desfrutando da morada na casa do Pai (Jo 14.1,2).
Acredite: Estamos apenas no início! Deus ainda tem muito a realizar em nós e através de nós, para a glória do Seu Nome, salvação das almas e bem da Igreja. Sejamos fiéis para com Aquele que tem sido fiel conosco. Peçamos a graça para conservarmos sempre a humildade que nos leva a reconhecer que "todo dom valioso e toda dádiva perfeita descem do alto, do Pai das luzes" (Tg 1.17), e não de nossos méritos e conquistas humanas. Deus é fiel!!!
Ele é o mesmo Deus imutável tanto no dia bom, como no dia mal! Sim, pois o dia mal existe e concernente a este dia o próprio Senhor nos exorta a nos revestirmos da armadura espiritual e a nos manter firmes (Ef 6.13). Ele também nos conclama a dar-Lhe graças em tudo (I Ts 5.18), pois a Sua vontade é a nossa santificação (I Ts 4.3) e Ele fará ou permitirá o que for necessário para que alcancemos a estatura de Cristo (Ef 4.13). Sim, Deus é fiel! Não nos prometeu um caminho em que aflições e dores não existam. Ao contrário, fez questão de nos prevenir do fato de que nesta vida teremos aflições (Jo 16.33), de que o justo pode cair sim, mas que não ficará prostrado (Sl 37.24), de que o Senhor prova o justo (Sl 11.5), de que perseguições são eventos certos na vida dos que querem viver piedosamente em Cristo (II Tm 3.12). Mas, a fé nos faz descansar na fidelidade do nosso Deus, pois Ele tem cuidado e cuidará de nós para sempre, em qualquer situação! Ele sabe dosar o quanto de dias bons e o quanto de dias tempestuosos cada um de nós necessita passar na carreira da fé. Um dia toda alegria e tristeza desta vida passarão. A beleza da glória do Senhor apagará toda a nossa memória destes dias que serão apenas passado. Neste dia provaremos mais ainda da fidelidade de Deus, pois enquanto hoje nos diz “não se turbe o vosso coração e nem se atemorize...”, amanhã estaremos desfrutando da morada na casa do Pai (Jo 14.1,2).
Acredite: Estamos apenas no início! Deus ainda tem muito a realizar em nós e através de nós, para a glória do Seu Nome, salvação das almas e bem da Igreja. Sejamos fiéis para com Aquele que tem sido fiel conosco. Peçamos a graça para conservarmos sempre a humildade que nos leva a reconhecer que "todo dom valioso e toda dádiva perfeita descem do alto, do Pai das luzes" (Tg 1.17), e não de nossos méritos e conquistas humanas. Deus é fiel!!!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O Perigo da Incompetência
Segundo dicionários da língua portuguesa, a palavra "Incompetência" pode ser classificada como imperícia, inabilidade, inaptidão, incapacidade, inexperiência e até mesmo como falta de competência ou de jurisdição. Provavelmente existam mais sinônimos para essa mesma palavra de 13 letras e 6 sílabas. Impressionante como uma única palavra pode ter tantos sinônimos! Mas, o mais impressionante é como essa palavra pode fazer tantos estragos! Não é o que temos visto em vários campos da vida? Que palavra poderosa! Feliz (?) de quem a domina e tristeza de quem não tem força contra ela! A incompetência é algo tão forte (isso, logicamente, quando permitimos), que é capaz de dominar sociedades, empresas, e até mesmo culturas (religiosas, etc). Um exemplo clássico de incompetência que abrange a maioria dos sinônimos que destacamos acima é o caso de Luís XVI e Maria Antonieta, reis da França no século XVIII. Foram coroados muito jovens, alguns historiadores afirmam que tinham boa vontade e amor pelo povo, enquanto outros são totalmente contrários a essas colocações. Porém, vale lembrar a frase que usaram na coroação: "Que o Senhor nos proteja, pois somos jovens demais para reinar!" Realmente eles eram jovens, mas não foi esse o grande problema e, sim, o fato de que não foram preparados para governar. Não tiveram treinamento necessário. Não tinham conhecimento e nem experiência, e o pior: não tiveram tempo para aprender! Infelizmente muitos repudiam o ensinamento, a experiência, a inteligência, a competência, etc e tal, pelo simples fato de acharem que serão taxados de fracos se almejarem tais coisas. Só uma mente perturbada pensaria desse modo, não acham?
Hoje vemos pessoas vivendo da incompetência por não terem a humildade de reconhecer suas necessidades de crescimentos diversos, deficiências e até erros. Quando a incompetência é baseada na falta de conhecimento ou na falta de experiência, o tempo pode ajudar a sanar os problemas, desde que a pessoa, portadora da incompetência aceite e queira aprender para contribuir ao objetivo final da comunidade da qual faz parte. Porém, os incompetentes geralmente se cercam de outros incompetentes, pois assim; podem dá maior vazão, aos seus reais impulsos megalomaníacos e não correndo o risco de serem corrigidos por alguém competente e experiente! Lembre-se sempre: não dependa só do seu "sexto sentido" e do bom currículo quando fizer uma escolha ou opinar sobre algo ou alguém, consulte a Palavra, os experientes, aqueles que têm mais conhecimento que você! A Bíblia diz que um homem sábio age assim (Pv 19.11; I Co 6.5). Ele possui espírito de equipe e capacidade de liderança! Essa regrinha serve para todos os aspectos da nossa vida. Temos que ser vigilantes em toda nossa maneira de viver (I Pe 5.8), pois ser inteligente não é sinônimo de competência! Triste mesmo é quando um homem competente e inteligente aposta em outro homem e a incompetência; é dada como resposta!
Termino citando Paulo o apóstolo das culturas, mas ele só foi chamado assim porque uniu inteligência, vontade, competência e Fé. Ao ser chamado por Jesus Cristo, no caminho de Damasco, ele não consultou nem a carne, nem o sangue, nem foi a Jerusalém para consultar os que haviam sido apóstolos, antes dele (Gl 1.16-17), mas seguiu a voz do Espírito na direção da Arábia. Hoje perdemos o hábito, como cristãos; de consultar ao Senhor, e quando as coisas não saem como o planejado; culpamos o inimigo das nossas almas e nunca a nós mesmos, pois temos o livre arbítrio em tudo. Queridos, A obra de Paulo revela o protagonismo de um homem competente, inteligente, cheio de fé, consciente dos perigos, mas radical em tudo (os ensinos do Mestre) e até o fim de sua vida. A vida de Paulo pode ser definida assim: A inteligência e a cultura a serviço do Evangelho de Jesus Cristo! Pense nessas palavras com carinho e deseje crescer!
.
Hoje vemos pessoas vivendo da incompetência por não terem a humildade de reconhecer suas necessidades de crescimentos diversos, deficiências e até erros. Quando a incompetência é baseada na falta de conhecimento ou na falta de experiência, o tempo pode ajudar a sanar os problemas, desde que a pessoa, portadora da incompetência aceite e queira aprender para contribuir ao objetivo final da comunidade da qual faz parte. Porém, os incompetentes geralmente se cercam de outros incompetentes, pois assim; podem dá maior vazão, aos seus reais impulsos megalomaníacos e não correndo o risco de serem corrigidos por alguém competente e experiente! Lembre-se sempre: não dependa só do seu "sexto sentido" e do bom currículo quando fizer uma escolha ou opinar sobre algo ou alguém, consulte a Palavra, os experientes, aqueles que têm mais conhecimento que você! A Bíblia diz que um homem sábio age assim (Pv 19.11; I Co 6.5). Ele possui espírito de equipe e capacidade de liderança! Essa regrinha serve para todos os aspectos da nossa vida. Temos que ser vigilantes em toda nossa maneira de viver (I Pe 5.8), pois ser inteligente não é sinônimo de competência! Triste mesmo é quando um homem competente e inteligente aposta em outro homem e a incompetência; é dada como resposta!
Termino citando Paulo o apóstolo das culturas, mas ele só foi chamado assim porque uniu inteligência, vontade, competência e Fé. Ao ser chamado por Jesus Cristo, no caminho de Damasco, ele não consultou nem a carne, nem o sangue, nem foi a Jerusalém para consultar os que haviam sido apóstolos, antes dele (Gl 1.16-17), mas seguiu a voz do Espírito na direção da Arábia. Hoje perdemos o hábito, como cristãos; de consultar ao Senhor, e quando as coisas não saem como o planejado; culpamos o inimigo das nossas almas e nunca a nós mesmos, pois temos o livre arbítrio em tudo. Queridos, A obra de Paulo revela o protagonismo de um homem competente, inteligente, cheio de fé, consciente dos perigos, mas radical em tudo (os ensinos do Mestre) e até o fim de sua vida. A vida de Paulo pode ser definida assim: A inteligência e a cultura a serviço do Evangelho de Jesus Cristo! Pense nessas palavras com carinho e deseje crescer!
.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Dúvida, uma das doenças da alma humana
Todas as pessoas têm decisões a serem tomadas todos os dias. Muitas dessas são extremamente importantes e, às vezes, não sabemos exatamente de que maneira resolver uma questão. Porém, é preciso tomar a decisão. E mais, precisamos acertar, pois, senão, teremos um alto preço a pagar como consequência negativa da decisão errada! Quem nunca viveu um momento assim? Quem nunca teve dúvidas? É comum aos pensadores seculares e a muitos teólogos estabelecerem uma relação de interdependência entre as palavras Fé e Dúvida, como se elas fossem termos antônimos quando utilizadas para abordar questões pertinentes ao Evangelho de Cristo. Porém para muitos, ter dúvida aprofundada é necessário ter fé! A dúvida não é boa companhia. Ela não vem só! Traz consigo o medo e a incerteza. A dúvida é uma das vozes da alma! Porém, a voz de Deus precisa suprir todas as demais!
Pense comigo: Durante o tempo que estamos no ventre materno estamos crescendo dia após dia, durante nove meses, recebendo no nosso corpo informações genéticas (DNA) que vão definir como seremos: cor da pele, tipo de cabelo, cor dos olhos, altura, etc. Tudo isso acontece enquanto somos formados no ventre. São tantas informações que são necessários nove meses para uma criança nascer. Então, podemos dizer que, para todo aquele que vem à existência, há um projeto de Deus para a sua vida (Jr 1.4,5). Ninguém vem ao mundo por acaso! Mesmo que você não tenha sido planejado por seus pais você foi planejado por Deus! Você é importante, necessário. Não se rotule de “descartável”! Todos, temos nossas cruzes, crises, obscuridades e sofrimentos. Há momentos em que parece que já não somos capazes de ser fieis à nossa vocação, ideal, etc. e a todos os compromissos assumidos. Os esposos já não sentem forças para permanecerem fieis a seus compromissos de amor “para sempre”; os pais e mães não sabem como educar sua família; pessoas consagradas passam por momentos obscuros ou crises na sua vocação e sentem a tentação de abandonar tudo; situações da família, da Igreja e do mundo. Como posso eu permanecer fiel aos compromissos assumidos? Não terá sido tudo mera ilusão? Não será ilusão minha entrega, minha doação aos outros? Tudo estará destinado a desmoronar com o passar o tempo e a fragilidade humana? Pois é exatamente neste momento quando mais se deve crescer em nós a virtude da Perseverança, da Esperança e quanto mais fiel preciso ser a Verdade, e tudo que está relacionado a Ela e aos meus ideais.
Não abandonemos o caminho já percorrido, não atiremos a vocação, os sonhos e ideais pela janela. Não percamos a confiança Naquele que nos chamou! Nada te perturbe; nada te amedronte. Queridos, nós acreditamos nas promessas de Deus para nos ajudarem nas necessidades da vida (Mt 6.31-34), ou duvidamos da Sua Palavra e procuramos uma solução própria e até errada? Acredite: Tudo passa; a paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Deus basta! Temos a fé de Abraão ou a dúvida de Sara? Queres ouvir a ordem de Deus ao povo judeu diante do Mar Vermelho? Ele disse: Diga ao povo que marche!
Pense comigo: Durante o tempo que estamos no ventre materno estamos crescendo dia após dia, durante nove meses, recebendo no nosso corpo informações genéticas (DNA) que vão definir como seremos: cor da pele, tipo de cabelo, cor dos olhos, altura, etc. Tudo isso acontece enquanto somos formados no ventre. São tantas informações que são necessários nove meses para uma criança nascer. Então, podemos dizer que, para todo aquele que vem à existência, há um projeto de Deus para a sua vida (Jr 1.4,5). Ninguém vem ao mundo por acaso! Mesmo que você não tenha sido planejado por seus pais você foi planejado por Deus! Você é importante, necessário. Não se rotule de “descartável”! Todos, temos nossas cruzes, crises, obscuridades e sofrimentos. Há momentos em que parece que já não somos capazes de ser fieis à nossa vocação, ideal, etc. e a todos os compromissos assumidos. Os esposos já não sentem forças para permanecerem fieis a seus compromissos de amor “para sempre”; os pais e mães não sabem como educar sua família; pessoas consagradas passam por momentos obscuros ou crises na sua vocação e sentem a tentação de abandonar tudo; situações da família, da Igreja e do mundo. Como posso eu permanecer fiel aos compromissos assumidos? Não terá sido tudo mera ilusão? Não será ilusão minha entrega, minha doação aos outros? Tudo estará destinado a desmoronar com o passar o tempo e a fragilidade humana? Pois é exatamente neste momento quando mais se deve crescer em nós a virtude da Perseverança, da Esperança e quanto mais fiel preciso ser a Verdade, e tudo que está relacionado a Ela e aos meus ideais.
Não abandonemos o caminho já percorrido, não atiremos a vocação, os sonhos e ideais pela janela. Não percamos a confiança Naquele que nos chamou! Nada te perturbe; nada te amedronte. Queridos, nós acreditamos nas promessas de Deus para nos ajudarem nas necessidades da vida (Mt 6.31-34), ou duvidamos da Sua Palavra e procuramos uma solução própria e até errada? Acredite: Tudo passa; a paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Deus basta! Temos a fé de Abraão ou a dúvida de Sara? Queres ouvir a ordem de Deus ao povo judeu diante do Mar Vermelho? Ele disse: Diga ao povo que marche!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Pensando...
Pensando.... A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. (Pv 16.18). Ao observar a vida, não tem como não pensar sobre a morte. Diante de tantas histórias de pessoas que se foram de maneira trágica ou simplesmente inesperadas, fica um questionamento intrigante: porque tantos vivem como se não fossem morrer? Encontramos tantos homens e mulheres que vivem de uma maneira tão auto independente que passam a impressão de que são imortais! Refiro-me aos soberbos, aos arrogantes e aos que se acham superiores aos demais. Essas características destruidoras do ser humano, somente o conduzem para uma visão limitada e alienante da vida e do que Deus espera de cada um de nós. Se existe a possibilidade do homem se superar sempre mais em todos os aspectos, existe também a fragilidade, que o cercará até o último suspiro de sua existência! Ao mesmo tempo, que somos capazes de alçar os mais altos voos em todas as áreas do conhecimento, da tecnologia, do desenvolvimento, da espiritualidade, etc., somos fadados a uma pequenez impressionante diante de tudo que existe neste mundo. Queridos, cresce a sociedade que quer levar vantagem em tudo, que não recua diante de nenhum meio para alcançar seus objetivos. É indiferente se outros têm de sofrer com isso, o que importa é que se consiga o primeiro lugar. Não se convive mais com a Sagrada Escritura!
Não creio que as pessoas da nossa história passada cristã (a genuína, a ensinada por Jesus e os discípulos), foram derrubando cadeiras e mesas para chegarem à frente e alcançarem os melhores lugares! Muitas vezes o orgulho não produz uma ampliação nos horizontes, uma expansão no ministério para o Senhor, como os orgulhosos muitas vezes pensam e querem, mas exatamente o contrário: eles se tornam imprestáveis para o serviço cristão e se tornam pequenos no Reino de Deus. A Bíblia diz em II Co 10.18: Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e, sim, aquele a quem o Senhor louva. E exatamente este mesmo princípio Jesus reafirmou em Lc 14.11: Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado. É curioso observar que as pessoas orgulhosas são, muitas vezes, humilhadas exatamente por aquelas pessoas que elas queriam adular e agradar. No reino de Assuero, por exemplo, um certo Hamã gozava de todos os privilégios possíveis concedidos pelo rei (Et 3.1). Mas tão logo, através de Ester, sua esposa judia, Assuero ficou sabendo dos planos e das intenções orgulhosas de Hamã (ele queria enforcar o judeu Mardoqueu, por não o bajular, e queria mandar matar todos os judeus em um dia pré-determinado), iniciou-se a queda de Hamã de uma maneira que ninguém conseguiria deter: Hamã acabou enforcado juntamente com seus filhos (Et 7.10; 9.25).
Lhe convido a assumir uma atitude como João Batista teve, quando disse, olhando para Jesus: Convém que ele cresça e que eu diminua (Jo 3.30). É por isso que João Batista era tão grande aos olhos de Deus! O Senhor testemunhou acerca dele: Entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João (Lc 7.28). Por isso é tão necessário eleger diariamente o caminho da humildade e ficar nele: Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte (I Pe 5.6). O Espírito Santo ainda está conosco, portando ainda temos tempo!
Não creio que as pessoas da nossa história passada cristã (a genuína, a ensinada por Jesus e os discípulos), foram derrubando cadeiras e mesas para chegarem à frente e alcançarem os melhores lugares! Muitas vezes o orgulho não produz uma ampliação nos horizontes, uma expansão no ministério para o Senhor, como os orgulhosos muitas vezes pensam e querem, mas exatamente o contrário: eles se tornam imprestáveis para o serviço cristão e se tornam pequenos no Reino de Deus. A Bíblia diz em II Co 10.18: Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e, sim, aquele a quem o Senhor louva. E exatamente este mesmo princípio Jesus reafirmou em Lc 14.11: Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado. É curioso observar que as pessoas orgulhosas são, muitas vezes, humilhadas exatamente por aquelas pessoas que elas queriam adular e agradar. No reino de Assuero, por exemplo, um certo Hamã gozava de todos os privilégios possíveis concedidos pelo rei (Et 3.1). Mas tão logo, através de Ester, sua esposa judia, Assuero ficou sabendo dos planos e das intenções orgulhosas de Hamã (ele queria enforcar o judeu Mardoqueu, por não o bajular, e queria mandar matar todos os judeus em um dia pré-determinado), iniciou-se a queda de Hamã de uma maneira que ninguém conseguiria deter: Hamã acabou enforcado juntamente com seus filhos (Et 7.10; 9.25).
Lhe convido a assumir uma atitude como João Batista teve, quando disse, olhando para Jesus: Convém que ele cresça e que eu diminua (Jo 3.30). É por isso que João Batista era tão grande aos olhos de Deus! O Senhor testemunhou acerca dele: Entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João (Lc 7.28). Por isso é tão necessário eleger diariamente o caminho da humildade e ficar nele: Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte (I Pe 5.6). O Espírito Santo ainda está conosco, portando ainda temos tempo!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Meditando sobre angústia...
Algo que o homem não sabe fazer é lidar com as ofensas que recebe. Desde que nascemos, todos já sofremos algum tipo de rejeição, tanto por parte da família ou dos amigos ou até mesmo na profissão que exercemos. Quem de nós nunca se sentiu rejeitado ou desvalorizado? Quem nunca sofreu com o desinteresse dos outros? Quem nunca sofreu angustias? As pessoas sempre se questionam quando um relacionamento (qualquer relacionamento!) termina, do por quê; do término. Querem; encontrar um sentido, uma lógica que dê uma configuração às suas ideias, um formato definido para a angústia. A experiência de ser rejeitado é uma das dores psicológicas mais temidas por qualquer pessoa. A rejeição parece ser mais dolorosa do que descobrir uma doença grave! (estarei exagerando?) Fiquei me perguntando o que de fato passamos quando somos rejeitados e porque ela dói tanto. Mas o que é sentir angustia? A angústia é uma das mais fortes opressoras da humanidade, é um sentimento da alma que pode atacar na mesma medida tanto o rico como o pobre. Angústia é uma emoção que pode ser abafada, mas não desligada. O homem natural não pode se desviar nem escapar dela. Na verdade existiram e existem pessoas de caráter forte que, com sua determinação, se posicionam obstinadamente diante da angústia, mas elas também não conseguem vencê-la totalmente. Podemos tentar ignorar a angústia, mas não escaparemos de situações dolorosas! Percebe o quanto a angustia é danosa?
Reportando-me para a Palavra li que se está alguém sofrendo devemos fazer oração (Tg 5.13), fala também que angustia e sofrimento podem se tornar visíveis. Lemos em Gn 42.21 um exemplo disso quando os irmãos de José chegaram ao Egito para comprar cereal e se encontraram no palácio de José, e, não sabendo o que fazer disseram uns aos outros: "Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos..." A angústia, assim diz a Bíblia, não só paralisa a língua, mas também faz com que ela fale! Em Jó 7.11 ouvimos Jó dizer: "Por isso não reprimirei a minha boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma". Mas angústia também faz com que até ímpios cheios de justiça própria se sintam perturbados (Jó 28.11). A Escritura também ensina que a angústia é mais forte do que a maior abastança (Jó 20.22). Angústia também provoca trevas! Quando Isaías teve que anunciar uma punição sobre Israel, falou acerca das consequências desse juízo (Is 5.30; 8.22), o profeta proclama sobre o povo apóstata: "Olharão para a terra, eis aí angústia, escuridão, e sombras de ansiedade, e serão lançados para densas trevas". Esses são exemplos negativos de angustias, mas temos também os positivos, como quando Davi nos ensina que a Palavra de Deus sempre é mais forte que a angústia (Sl 119.143). Uma outra tradução diz: "Fiquei cercado por sofrimento e desespero, mas os teus mandamentos foram a minha grande alegria". O poder de Deus também sempre é maior do que a angústia: "Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos, e a tua destra me salva" (Sl 138.7). Em Isaías 9.2 temos a promessa: "O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz". No NT, Paulo confirma essa gloriosa verdade: "Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?... Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm 8.35, 38, 39). Glória a Deus !
O futuro não precisa ser uma cópia do passado, nem Deus quer que seja! Não importa como tenha sido sua vida até agora, Deus quer que você trilhe um novo caminho, um caminho melhor, o caminho Dele! E, independentemente do que você tenha pensado, sofrido, Seu caminho promete contentamento, paz e sentido muito além de qualquer coisa que você possa imaginar. Continue fazendo projetos e pedindo a ajuda Dele! Faça uma jornada de Esperança, porque ela o levará ao Paraíso (mesmo em tribulações, angustias), ela lhe levará ao descanso (espírito, corpo e alma) dos braços do Pai!
Reportando-me para a Palavra li que se está alguém sofrendo devemos fazer oração (Tg 5.13), fala também que angustia e sofrimento podem se tornar visíveis. Lemos em Gn 42.21 um exemplo disso quando os irmãos de José chegaram ao Egito para comprar cereal e se encontraram no palácio de José, e, não sabendo o que fazer disseram uns aos outros: "Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos..." A angústia, assim diz a Bíblia, não só paralisa a língua, mas também faz com que ela fale! Em Jó 7.11 ouvimos Jó dizer: "Por isso não reprimirei a minha boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma". Mas angústia também faz com que até ímpios cheios de justiça própria se sintam perturbados (Jó 28.11). A Escritura também ensina que a angústia é mais forte do que a maior abastança (Jó 20.22). Angústia também provoca trevas! Quando Isaías teve que anunciar uma punição sobre Israel, falou acerca das consequências desse juízo (Is 5.30; 8.22), o profeta proclama sobre o povo apóstata: "Olharão para a terra, eis aí angústia, escuridão, e sombras de ansiedade, e serão lançados para densas trevas". Esses são exemplos negativos de angustias, mas temos também os positivos, como quando Davi nos ensina que a Palavra de Deus sempre é mais forte que a angústia (Sl 119.143). Uma outra tradução diz: "Fiquei cercado por sofrimento e desespero, mas os teus mandamentos foram a minha grande alegria". O poder de Deus também sempre é maior do que a angústia: "Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos, e a tua destra me salva" (Sl 138.7). Em Isaías 9.2 temos a promessa: "O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz". No NT, Paulo confirma essa gloriosa verdade: "Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?... Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm 8.35, 38, 39). Glória a Deus !
O futuro não precisa ser uma cópia do passado, nem Deus quer que seja! Não importa como tenha sido sua vida até agora, Deus quer que você trilhe um novo caminho, um caminho melhor, o caminho Dele! E, independentemente do que você tenha pensado, sofrido, Seu caminho promete contentamento, paz e sentido muito além de qualquer coisa que você possa imaginar. Continue fazendo projetos e pedindo a ajuda Dele! Faça uma jornada de Esperança, porque ela o levará ao Paraíso (mesmo em tribulações, angustias), ela lhe levará ao descanso (espírito, corpo e alma) dos braços do Pai!
domingo, 29 de janeiro de 2012
Há esperança para o sofrimento humano!
Nestes últimos dias tenho visto algumas tragédias. Pessoas chorando a perda de um ente querido, da casa destruída, de outras pessoas desaparecidas em meio aos escombros de um terremoto ou explosão, de toda uma vida perdida em meio a toneladas de entulhos. São tantas dores, que considero impossível expressar com tinta, papel e todos os meios de comunicações! Apenas sinto o desespero de quem perdeu algo ou alguém. Isso doe! Em momentos como esses, sei que muitos (quem sabe até todos) se perguntam: Onde estava Deus nessa hora? Como gostaríamos que Ele agisse? Pode Deus transformar meu sofrimento em algo significativo, proveitoso? Pode Deus transformar mal em bem? Quem é este Deus que nos permite sofrer? Ele pode nos confortar e ajudar a viver em meio e além das nossas dores? Há um propósito no sofrimento? Não tenho respostas para a razão do sofrimento, mas hoje eu sei que, durante todo o nosso tempo de aflição, seja ela qual for, o Senhor não está distante, não se esqueceu de nós! Ele está agindo soberanamente, escrevendo em nossa vida a Sua história de amor, aperfeiçoando-nos e assemelhando-nos ao Seu filho Jesus. Sei que às vezes levamos muito tempo para compreender certas coisas que nos acontecem, mas a fé é o nosso lenitivo e uma bussola até o Trono da Graça. Acredite, pois hoje mesmo Ele pode transformar aflição em bênção, o mal em bem! Só Ele tem o poder de ressignificação das nossas vidas!
Atingidos pelo sofrimento em nossos momentos de dor, impacientes e cansados de clamar, somos tentados a pensar que Deus não nos ama, ou então que Ele se esqueceu de nós! Deus certamente não está fazendo uma experiência com a nossa fé, nem com nosso amor para provar suas qualidades. Ele já os conhece bem! Nós é que não! O nosso problema é acharmos que por conhecer ao Senhor e servi-Lo, estamos imunes a dor, a doença, ao sofrimento, a morte, acreditando que sempre acontecerá com o outro. Nós somos os fortes, saudáveis, que cuidamos dos mais fracos, e, por vezes, começamos a acreditar que sempre permaneceremos nesta situação. Ledo engano o nosso! Porém, não é bem isso que Jesus afirmou sobre nossos dias aqui na terra, quando disse que nesse mundo teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo (Jo 16.33). Qual tem sido o seu sofrimento, a sua dor, a sua perda?
Sabe queridos, o sofrimento é um problema que não vai embora. Sempre o teremos com maior ou menor intensidade. Sempre teremos preocupações e elas geram algum tipo de sofrimento. Você me entende? Porque não é apenas uma questão teórica a ser debatida, mas é um problema totalmente pessoal que pode confundir nossas emoções e, inclusive, o curso da nossa vida. Ei, sofrimento não é sinônimo de Pecado! (Sl 34.19a, 73.13-15, 44). Ia me esquecendo de frisar isso. Outra coisa, temos livre arbítrio, portanto nossas escolhas podem nos levar a consequências boas ou más. Certo? Existe esperança para o sofrimento: Jesus! Ele tem prometido força sobrenatural para nutrir nosso espírito, ainda que o nosso sofrimento não seja aliviado, pois temos o Seu doce Espírito Santo para nos confortar, orientando em tudo. Cale-se nesse momento, escute a Voz, como a de muitas águas. (Ez 1.24, Jr 51.16, Ap 1.15). Ela irá invadir o seu ser e a Paz que excede todo entendimento te confortará. Apenas escute a Voz...
Atingidos pelo sofrimento em nossos momentos de dor, impacientes e cansados de clamar, somos tentados a pensar que Deus não nos ama, ou então que Ele se esqueceu de nós! Deus certamente não está fazendo uma experiência com a nossa fé, nem com nosso amor para provar suas qualidades. Ele já os conhece bem! Nós é que não! O nosso problema é acharmos que por conhecer ao Senhor e servi-Lo, estamos imunes a dor, a doença, ao sofrimento, a morte, acreditando que sempre acontecerá com o outro. Nós somos os fortes, saudáveis, que cuidamos dos mais fracos, e, por vezes, começamos a acreditar que sempre permaneceremos nesta situação. Ledo engano o nosso! Porém, não é bem isso que Jesus afirmou sobre nossos dias aqui na terra, quando disse que nesse mundo teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo (Jo 16.33). Qual tem sido o seu sofrimento, a sua dor, a sua perda?
Sabe queridos, o sofrimento é um problema que não vai embora. Sempre o teremos com maior ou menor intensidade. Sempre teremos preocupações e elas geram algum tipo de sofrimento. Você me entende? Porque não é apenas uma questão teórica a ser debatida, mas é um problema totalmente pessoal que pode confundir nossas emoções e, inclusive, o curso da nossa vida. Ei, sofrimento não é sinônimo de Pecado! (Sl 34.19a, 73.13-15, 44). Ia me esquecendo de frisar isso. Outra coisa, temos livre arbítrio, portanto nossas escolhas podem nos levar a consequências boas ou más. Certo? Existe esperança para o sofrimento: Jesus! Ele tem prometido força sobrenatural para nutrir nosso espírito, ainda que o nosso sofrimento não seja aliviado, pois temos o Seu doce Espírito Santo para nos confortar, orientando em tudo. Cale-se nesse momento, escute a Voz, como a de muitas águas. (Ez 1.24, Jr 51.16, Ap 1.15). Ela irá invadir o seu ser e a Paz que excede todo entendimento te confortará. Apenas escute a Voz...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Qual tem sido sua atitude para com seus irmãos?
Cristãos sinceros almejam uma igreja (Organização) perfeita nos moldes bíblicos e lamentam os descaminhos, que não são poucos, na igreja contemporânea. Claro que a igreja visível, denominacional, local, resultado de todas as transformações históricas; e influenciadas naturalmente por tudo o que acontece fora dela, apresenta coisas, práticas, que pela "modernidade" em oposição a uma tradição legitimamente fixada que se chocam, para o bem e para o mal. Nós todos nos dividimos entre ansiosos, sinceros, apressados, lentos, empedernidos e desonestos. Não estou sendo rude não! Todos nós somos e agimos de tais modos quando nos distanciamos de tudo o que a Palavra chama de certo ou errado! Não podemos esquecer que temos dentro de nós a semente do mal, a qual foi-nos transferida pelos nossos primeiros pais, onde só em Cristo é que somos justificados e fazemos o que é bom e reto! Banalizar a Palavra relativizando-a nos leva a erros terríveis, feridas profundas, doenças, etc e tal. Tenho Observado que as igrejas tornaram-se alguém que inflige feridas nos que curam, em vez de ser alguém que cura os feridos! A verdade é que não podemos ter o mesmo molde do mundo secular, ou seja, olhar somente para o que me agrada, desejar sempre o melhor para o meu interior e agir por seleção, ou seja: selecionar ao meu ponto de vista o que me agrada e não o que agrada a Deus! Você tem visto isso acontecer? Quantas vezes demonizamos pessoas, dizendo que têm atitudes de práticas satanistas, pelo simples fato dessa pessoa não comungar com as atitudes ditas cristãs mas, que não estão em linha com os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos? Sabe, na Bíblia a lei da semeadura e da colheita acontece para todos! A realidade é que como Igreja, queremos fazer o trabalho que pertence a Deus: separar o joio do trigo, "passar a peneira"! (Rm 2.1, Gl 5.19-21).
A ideia de separar o joio do trigo é bíblica, a qual será cumprida no fim dos tempos e não pelo homem, mas “passar a peneira” é a de que pessoas que eu considero inferiores ou indignas do convívio cristão sejam arrancadas por Deus num processo de limpeza espiritual. Assim, a igreja fica somente com aqueles que consideramos dignos do ajuntamento cristão e as pessoas inferiores ficam do lado de fora! Enterradas! Percebe agora o que temos feito? O pensamento da "peneira" tem o mesmo princípio da maquinação que se passou pela mente de Hitler com a ideia soberba de peneirar o mundo, eliminando as raças inferiores, segundo a classificação de raças feitas por ele, levando à morte cinco milhões de judeus e outros 6 milhões de outras raças! Muitos estão morrendo espiritualmente e somos os únicos culpados! Jesus disse que os sãos não precisam de médicos, mas sim os doentes. Portanto, o lugar de joio, desafetos, rebeldes seja lá como quiserem chamar, é na igreja! Essas pessoas precisam ouvir o Evangelho e a igreja é o lugar onde elas devem estar. A cada mensagem pregada, mais uma chance foi ofertada para que houvesse mudança. Minha esperança é de que um dia ela se processe de uma forma tão profunda que cale a boca dos "profetas da peneira"! Vamos ter amor no nosso coração e muita paciência para com todos os nossos irmãos. Essa é a vontade de Deus! Não ultrapasse esse limite divino! Vamos nos lembrar, que quando Jesus nos chamou, éramos tão indignos quanto hoje de sermos chamados de Filhos de Deus, e Ele ainda nos fez Reis e Sacerdotes para reinarmos para sempre com Ele! Gosto desse versículo de Lm 3.22: As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Novas são cada manhã. Grande é a sua fidelidade. Pense nisso com carinho e veja em qual posição você se enquadra, pois ainda há tempo para mudar de “time” e transformar-se em um “atleta de Cristo”!
A ideia de separar o joio do trigo é bíblica, a qual será cumprida no fim dos tempos e não pelo homem, mas “passar a peneira” é a de que pessoas que eu considero inferiores ou indignas do convívio cristão sejam arrancadas por Deus num processo de limpeza espiritual. Assim, a igreja fica somente com aqueles que consideramos dignos do ajuntamento cristão e as pessoas inferiores ficam do lado de fora! Enterradas! Percebe agora o que temos feito? O pensamento da "peneira" tem o mesmo princípio da maquinação que se passou pela mente de Hitler com a ideia soberba de peneirar o mundo, eliminando as raças inferiores, segundo a classificação de raças feitas por ele, levando à morte cinco milhões de judeus e outros 6 milhões de outras raças! Muitos estão morrendo espiritualmente e somos os únicos culpados! Jesus disse que os sãos não precisam de médicos, mas sim os doentes. Portanto, o lugar de joio, desafetos, rebeldes seja lá como quiserem chamar, é na igreja! Essas pessoas precisam ouvir o Evangelho e a igreja é o lugar onde elas devem estar. A cada mensagem pregada, mais uma chance foi ofertada para que houvesse mudança. Minha esperança é de que um dia ela se processe de uma forma tão profunda que cale a boca dos "profetas da peneira"! Vamos ter amor no nosso coração e muita paciência para com todos os nossos irmãos. Essa é a vontade de Deus! Não ultrapasse esse limite divino! Vamos nos lembrar, que quando Jesus nos chamou, éramos tão indignos quanto hoje de sermos chamados de Filhos de Deus, e Ele ainda nos fez Reis e Sacerdotes para reinarmos para sempre com Ele! Gosto desse versículo de Lm 3.22: As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Novas são cada manhã. Grande é a sua fidelidade. Pense nisso com carinho e veja em qual posição você se enquadra, pois ainda há tempo para mudar de “time” e transformar-se em um “atleta de Cristo”!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Débora, a ama de Rebeca, exemplo de dedicação!
Hoje li muito no Face: Débora morreu! Fiquei pensando: será Débora a Juíza (Jz 4.4) ou a ama de Rebeca (Gn 35.8) que a Bíblia retrata? Será alguém conhecido do tempo presente? Descobri: é a Débora ama de Rebeca, exemplo de dedicação! Débora, ama fiel de Rebeca (Gn 24.59), viajou muitos km de Arã a Hebrom para o casamento de sua senhora com Isaque. Provavelmente, não sabemos, mas tinha família e deixou tudo para trás, pois já estava há muito tempo como serva de Rebeca, portanto, teria que acompanhá-la. Depois de enfrentar esta árdua viagem esperou vinte anos até que Rebeca tivesse um filho para ela cuidar e alimentar. Quando os gêmeos (Jacó e Esaú) de Rebeca nasceram Débora cuidou deles com amor e carinho. O interessante é que ela cuidou de Rebeca, dos filhos de Rebeca e cuidaria dos netos de Rebeca. Um exemplo de verdadeira devoção! Com o passar do tempo a idade, pôs fim à responsabilidade dessa mulher de cuidar das crianças, mas essa família não a desamparou. Nem sempre isso acontece! Débora os amava e eles a amavam também! Assim foi até chegar o dia de sua morte com bastante idade: uma mulher que foi amada sua vida inteira! Débora foi enterrada debaixo do Alom (que significa carvalho) conhecido como “carvalho das lágrimas” (Gen 35.8) e sua morte foi acompanhada da mesma tristeza reservada a membros da família. Como estava com Jacó quando morreu, presume-se que Rebeca já havia morrido (embora a Bíblia não nos diga quando). Jacó não mais encontrou sua mãe, talvez para maior tristeza ainda dela, que pensava que ele iria somente por alguns dias deixa-la. Débora aparentemente levou a noticia da morte de Rebeca até Jacó e ficou fazendo parte do seu grupo (caravana). As Escrituras preservam a memória da morte da velha e fiel ama de Rebeca ao invés da própria matriarca, provavelmente por causa do engano de Rebeca (Gn 27).
Débora nos oferece um exemplo de verdadeira devoção. Sua vida digna nos exorta a viver em amor, o amor que ela aprendeu e conviveu com esta família que amava e servia a Deus. Será que temos nos esforçado para servir outras pessoas? Será que estamos preparados para servir ao Senhor, abrindo mão da nossa própria vida? Da nossa comodidade? A sua vida tem valor! Assim como esta mulher, entre muitas na Bíblia, optou a servir a Deus com a sua existência, nós também podemos! Débora morreu e Jacó não se alegrou, ele a pranteou! Crer também é pensar!
Débora nos oferece um exemplo de verdadeira devoção. Sua vida digna nos exorta a viver em amor, o amor que ela aprendeu e conviveu com esta família que amava e servia a Deus. Será que temos nos esforçado para servir outras pessoas? Será que estamos preparados para servir ao Senhor, abrindo mão da nossa própria vida? Da nossa comodidade? A sua vida tem valor! Assim como esta mulher, entre muitas na Bíblia, optou a servir a Deus com a sua existência, nós também podemos! Débora morreu e Jacó não se alegrou, ele a pranteou! Crer também é pensar!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Ouvir
Muitas vezes somos traídos pela tendência de falar sem pensar. Podemos dizer que saber ouvir caminha ao lado de saber falar; pense um pouco: quantas vezes respondemos antes que nosso interlocutor tenha concluído seu pensamento? Quantas vezes começamos a ficar impaciente enquanto o outro procura fazer-se entender? Quantas vezes já fizemos com que o outro parasse de falar, por sentir que não adianta tentar completar seu pensamento? Saber ouvir exige que façamos opção consciente em apreender o que se passa com o outro, de forma solidária e sem preconceitos, com o objetivo de buscarmos o entendimento. Ouvir é muito diferente do ato de escutar! Escutar é o uso puro e simples do sentido da audição e só não escuta quem é surdo. Ouvir vai além do simples ato de escutar, é uma ação mais profunda, pois nos envolve por inteiro e é um processo ativo, ao contrário do que muita gente imagina. Ouvir é também, a mais extraordinária das artes a ser dominada pelo homem! Entenda: Ouvir é renunciar e quem não sabe ouvir não sabe falar! É triste, mas estamos cercados de pessoas que falam, mas nada dizem, pois não sabem falar.
Jesus entendia as pessoas, Ele sabia ouvir, falava pouco! Sabemos disso porque talvez ele seja quem mais influenciou a história. Culturas foram formadas, guerras travadas e vidas transformadas em decorrência do Seu ministério há dois mil anos. As teorias psicológicas atuais nos permitem perceber que o fato de Jesus compreender tão profundamente as pessoas fazia com que elas quisessem ouvi-Lo. Percebe agora qual o exemplo a ser seguido? Jesus sabia que quase tudo o que fazemos na vida baseia-se simplesmente na fé. A maior parte das nossas decisões é tomada inicialmente em razão do que sentimos ou acreditamos. Só depois racionalizamos para justificar nossas escolhas. Jesus usava parábolas para nos obrigar a lidar com as nossas crenças, e não com nossos raciocínios lógicos. Está me entendendo? Você é quem decide ouvir! A pessoa verdadeiramente sábia é sempre humilde! Jesus nunca escreveu um livro, sempre falou por meio de parábolas e conduziu as pessoas à verdade através do Seu exemplo vivo. Você pode ser reconhecido pelos que lhe cercam, como exemplo vivo de Jesus? Ele era confiante sem ser arrogante, acreditava em valores absolutos sem ser rígido e tinha clareza sobre Sua própria identidade sem julgar e condenar os outros. Ele não era precipitado em nada, Ele sabia ouvir! Sabe; queridos, aprendemos as verdades mais profundas través dos nossos relacionamentos! Se você não os tem, comece hoje aprendendo com Jesus, ainda há tempo.
Existem pessoas que pensamos que estamos em um diálogo, quando na verdade é um monólogo. Portando, aquele que sabe ouvir seu irmão, entende o que é respeito. Saiba ouvir como Jesus!
Jesus entendia as pessoas, Ele sabia ouvir, falava pouco! Sabemos disso porque talvez ele seja quem mais influenciou a história. Culturas foram formadas, guerras travadas e vidas transformadas em decorrência do Seu ministério há dois mil anos. As teorias psicológicas atuais nos permitem perceber que o fato de Jesus compreender tão profundamente as pessoas fazia com que elas quisessem ouvi-Lo. Percebe agora qual o exemplo a ser seguido? Jesus sabia que quase tudo o que fazemos na vida baseia-se simplesmente na fé. A maior parte das nossas decisões é tomada inicialmente em razão do que sentimos ou acreditamos. Só depois racionalizamos para justificar nossas escolhas. Jesus usava parábolas para nos obrigar a lidar com as nossas crenças, e não com nossos raciocínios lógicos. Está me entendendo? Você é quem decide ouvir! A pessoa verdadeiramente sábia é sempre humilde! Jesus nunca escreveu um livro, sempre falou por meio de parábolas e conduziu as pessoas à verdade através do Seu exemplo vivo. Você pode ser reconhecido pelos que lhe cercam, como exemplo vivo de Jesus? Ele era confiante sem ser arrogante, acreditava em valores absolutos sem ser rígido e tinha clareza sobre Sua própria identidade sem julgar e condenar os outros. Ele não era precipitado em nada, Ele sabia ouvir! Sabe; queridos, aprendemos as verdades mais profundas través dos nossos relacionamentos! Se você não os tem, comece hoje aprendendo com Jesus, ainda há tempo.
Existem pessoas que pensamos que estamos em um diálogo, quando na verdade é um monólogo. Portando, aquele que sabe ouvir seu irmão, entende o que é respeito. Saiba ouvir como Jesus!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Pensando na importância de um amigo...
"Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo para viver. Não abandone o seu amigo nem o amigo do seu pai. Se você estiver em dificuldades, não peça ajuda ao seu irmão. Vale mais um vizinho perto do que um irmão longe" (Pv 27.9,10). Você tem amigos? Tem certeza que pode contar com eles na hora da adversidade? Você é amigo? A vida pode, por muitas vezes, ser uma tragédia anunciada! Cada dia que vivemos abrimos sobre o nosso horizonte, possibilidades indescritíveis. Tudo baseado no simples ato de afirmar: “sim, eu posso!”. O que acontece quando perdermos o agir e ficamos somente com o pensar? Cedo ou tarde, as tribulações da vida podem nos alcançar, pois não estamos ainda em corpo glorificado! Quando elas chegarem, o que você fará? Como reagirá? Quem estará do seu lado para lhe apoiar, segurar sua mão? Acredite: Deus está presente a todo instante ao nosso lado! De coração aberto e espírito renovado, você é capaz de escutá-Lo sempre! Porém, além deste “canal” direto com Deus, a Bíblia relata claramente em Ec 4 que não só das tribulações, inveja, vaidade e soberba que cerca o homem, como também da necessidade de ser e ter um amigo ao nosso lado nas horas mais difíceis de nossas vidas.
Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana onde em famílias, igrejas e comunidades, criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas! Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (I Sm 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (II Sm 1.17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (II Sm 9). Quando se trata de amizade queridos, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Pv 18.24).
Em Pv 27.17 lemos: “Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo”. O rosto do amigo é um olhar ou expressão de encorajamento ou apoio moral! Quando foi a última vez que um amigo ligou só para saber, pura e simplesmente, como você estava? Quando foi a última vez que você ligou para algum amigo para saber se ele (ou ela querido) precisava conversar? O encorajamento e apoio moral de um amigo às vezes são os ingredientes que faltam na batalha contra as adversidades (Pv 17.17). O meu desejo é que possamos sempre estar repensando sobre nossas atitudes de amizade, para que possamos ser lembrados como amigos sinceros por onde passarmos. Ter amigos de verdade reduz bastante o risco de depressão, ansiedade e stress. Eles são importantes porque o afeto que nos dedicam em momentos difíceis; são verdadeiramente refúgio, pois lidar com coisas profundas o tempo todo é pesado demais. Pense nisso com carinho!
Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana onde em famílias, igrejas e comunidades, criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas! Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (I Sm 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (II Sm 1.17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (II Sm 9). Quando se trata de amizade queridos, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Pv 18.24).
Em Pv 27.17 lemos: “Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo”. O rosto do amigo é um olhar ou expressão de encorajamento ou apoio moral! Quando foi a última vez que um amigo ligou só para saber, pura e simplesmente, como você estava? Quando foi a última vez que você ligou para algum amigo para saber se ele (ou ela querido) precisava conversar? O encorajamento e apoio moral de um amigo às vezes são os ingredientes que faltam na batalha contra as adversidades (Pv 17.17). O meu desejo é que possamos sempre estar repensando sobre nossas atitudes de amizade, para que possamos ser lembrados como amigos sinceros por onde passarmos. Ter amigos de verdade reduz bastante o risco de depressão, ansiedade e stress. Eles são importantes porque o afeto que nos dedicam em momentos difíceis; são verdadeiramente refúgio, pois lidar com coisas profundas o tempo todo é pesado demais. Pense nisso com carinho!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Pensando sobre o que falamos...
As palavras mais importantes que podemos dizer são as que explicam nossa fé a qualquer um que pergunte ou que esteja disposto a ouvir. Precisamos pedir a Deus que nos ajude a contar a outros por que dizemos que Jesus é nosso Messias, por que não podemos viver sem o Espírito Santo e por que escolhemos viver nos caminhos de Deus. Devemos ainda ser capazes de fazê-lo de maneira amorosa e humilde, de outro modo, vamos nos alienar daqueles que Deus deseja trazer para perto de Si! Se o amor de Deus e o testemunho de Sua bondade não estão em nosso coração, então não teremos o que dizer! E aquilo que dissermos não atrairá as pessoas para o Senhor. Talvez, na verdade, acabe fazendo exatamente o oposto! Quantas vezes falamos sem pensar? Quantas vezes o nosso proceder não é o mesmo do nosso discurso! Maltratamos pessoas de todas as forma, dizendo “que a verdade dói, mas liberta”! De que verdade estamos falando? Verdadeiramente o outro necessita dessa “verdade” que deixa feridas, entristece alma e espírito, tornando-nos mais sujos do que estamos? Essa é a “verdade” que exclui, divide, humilha, afronta, deprecia? A Bíblia diz que não devemos ser precipitadas em falar (Pv 29.20)!
Um cristão sábio sabe que não deve compartilhar todos os pensamentos que lhe vêm à mente... "O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime" (Pv 29.11). Você pode ter coisas boas a dizer, mas as pessoas nem sempre estão preparadas para ouvi-las. Só Deus sabe ao certo quando alguém está pronto! Peça a Deus que lhe mostre e enquanto você espera, feche a sua boca! Devemos ter cuidado para não falar mais do que o necessário, "porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias" (Ec 5.3). Além disso, não podemos simplesmente deixar que as palavras saiam de nossa boca sem pensar naquilo que estamos falando! Iremos prestar contas de todas as palavras frívolas no dia do julgamento (Mt 12.36). Entenda: Se viver não é fácil, conviver então é algo extremamente desafiador. Sabemos que na prática, a convivência, o relacionamento interpessoal não é simples. Entretanto, ainda que relacionar seja uma tarefa difícil, que envolve riscos, esse é o propósito de Deus ao criar o ser humano! Use suas palavras para encorajar, consolar e elogiar. A Bíblia diz, em Pv 25.11, que uma boa palavra dita no momento certo é tão valiosa como maçãs de ouro em bandeja de prata.
O segredo para que você diga palavras boas às pessoas que estão ao seu redor é ouvir primeiro o que Deus tem a lhe dizer! “O Senhor me deu a língua dos instruídos para que eu saiba sustentar com uma palavra o que está cansado; ele me desperta todas as manhãs; desperta-me o ouvido para que eu ouça como discípulo, e eu não fui rebelde, nem me retirei para trás” (Is 50.4-5). Entendeu agora o que Deus propõe pra você? Experimente fazer isto e você se surpreenderá com os resultados! Tá doendo os insultos, incompreensões, desprezos, falta de amor, perseguição, calúnia, maldições? Queridos, há balsamo em Gileade!
Um cristão sábio sabe que não deve compartilhar todos os pensamentos que lhe vêm à mente... "O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime" (Pv 29.11). Você pode ter coisas boas a dizer, mas as pessoas nem sempre estão preparadas para ouvi-las. Só Deus sabe ao certo quando alguém está pronto! Peça a Deus que lhe mostre e enquanto você espera, feche a sua boca! Devemos ter cuidado para não falar mais do que o necessário, "porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias" (Ec 5.3). Além disso, não podemos simplesmente deixar que as palavras saiam de nossa boca sem pensar naquilo que estamos falando! Iremos prestar contas de todas as palavras frívolas no dia do julgamento (Mt 12.36). Entenda: Se viver não é fácil, conviver então é algo extremamente desafiador. Sabemos que na prática, a convivência, o relacionamento interpessoal não é simples. Entretanto, ainda que relacionar seja uma tarefa difícil, que envolve riscos, esse é o propósito de Deus ao criar o ser humano! Use suas palavras para encorajar, consolar e elogiar. A Bíblia diz, em Pv 25.11, que uma boa palavra dita no momento certo é tão valiosa como maçãs de ouro em bandeja de prata.
O segredo para que você diga palavras boas às pessoas que estão ao seu redor é ouvir primeiro o que Deus tem a lhe dizer! “O Senhor me deu a língua dos instruídos para que eu saiba sustentar com uma palavra o que está cansado; ele me desperta todas as manhãs; desperta-me o ouvido para que eu ouça como discípulo, e eu não fui rebelde, nem me retirei para trás” (Is 50.4-5). Entendeu agora o que Deus propõe pra você? Experimente fazer isto e você se surpreenderá com os resultados! Tá doendo os insultos, incompreensões, desprezos, falta de amor, perseguição, calúnia, maldições? Queridos, há balsamo em Gileade!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Felicidade...
Todos desejam ser felizes. Ser feliz é o desejo mais profundo do coração humano. Existem muitas coisas que "trazem felicidade" e que podem ter as mais diferentes formas. Quantos estão nessa busca? A ânsia pela felicidade e por emoções fortes leva milhões de pessoas a estenderem suas mãos para toda sorte de atividades e atitudes danosas ao homem! A busca da felicidade e da alegria de viver mostra com extrema clareza que o ser humano de modo geral é infeliz. Até as pessoas que parecem ter alcançado tudo o que este mundo pode oferecer em brilho e glória, muitas vezes dão provas de sua infelicidade. Qual tem sido a nossa buscar maior? Estamos satisfeitos ou temos necessitado de nos valer da teoria de Maquiavel: Os fins justificam os meios? Onde de fato nos enquadramos como cristãos? Todos falam de felicidade, mas tão poucos são felizes!
A felicidade não tem ligação com a ausência de lutas, dificuldades, imprevistos, oposição ou embates. Antes, a presença destas coisas exercita e valoriza a vida! Muitas vezes quebram a rotina e servem de degraus para posições mais altas. Queridos, A felicidade não é resultado da satisfação de todo desejo do coração! Os nossos desejos frequentes são contraditórios e surgem de fontes opostas entre si. A felicidade não significa uma aceitação silenciosa e compulsória das dificuldades existentes, como se fossem determinadas por Deus. A resignação é virtude cristã e preciosa, mas não deve ser confundida com a indisposição para a luta nem com o medo, a covardia ou a falta de fé. Quando a Bíblia diz: Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28), ela não está sugerindo passividade, mas, antes, o aproveitamento de toda ocorrência, dada ou permitida por Deus, para benefício do verdadeiro cristão. A Bíblia não diz o que é felicidade, ela diz que tipo de pessoa é feliz! O que tem lhe feito feliz? O que quer que seja o significado de felicidade, todos concordaremos que ela nos trás um bem estar e uma paz interior que nem sabemos explicar. Por isso a desejamos tanto!
A felicidade completa deveria excluir as dores, as preocupações, o temor, o sofrimento e qualquer outro motivo de tristeza. Mas, esta felicidade plena não é parte deste mundo. A felicidade completa é a que nos espera quando estivermos com Deus, face a face, na vida eterna, em corpo glorificado! Mas a alegria e felicidade fazem parte da vida cristã e podem ser experimentadas aqui na terra não como um fim em si mesmas, mas como consequência de uma vida íntegra diante de Deus, somente possível mediante um conhecimento maior de Deus. Aliás, este é o objetivo maior da nossa existência, o conhecimento de Deus (Os 6.6)! Faça a sua parte aqui na terra, deixe que do sobrenatural cuida o Senhor! Alegre-se Naquele que é a fonte da nossa alegria e felicidade: Jesus!
A felicidade não tem ligação com a ausência de lutas, dificuldades, imprevistos, oposição ou embates. Antes, a presença destas coisas exercita e valoriza a vida! Muitas vezes quebram a rotina e servem de degraus para posições mais altas. Queridos, A felicidade não é resultado da satisfação de todo desejo do coração! Os nossos desejos frequentes são contraditórios e surgem de fontes opostas entre si. A felicidade não significa uma aceitação silenciosa e compulsória das dificuldades existentes, como se fossem determinadas por Deus. A resignação é virtude cristã e preciosa, mas não deve ser confundida com a indisposição para a luta nem com o medo, a covardia ou a falta de fé. Quando a Bíblia diz: Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28), ela não está sugerindo passividade, mas, antes, o aproveitamento de toda ocorrência, dada ou permitida por Deus, para benefício do verdadeiro cristão. A Bíblia não diz o que é felicidade, ela diz que tipo de pessoa é feliz! O que tem lhe feito feliz? O que quer que seja o significado de felicidade, todos concordaremos que ela nos trás um bem estar e uma paz interior que nem sabemos explicar. Por isso a desejamos tanto!
A felicidade completa deveria excluir as dores, as preocupações, o temor, o sofrimento e qualquer outro motivo de tristeza. Mas, esta felicidade plena não é parte deste mundo. A felicidade completa é a que nos espera quando estivermos com Deus, face a face, na vida eterna, em corpo glorificado! Mas a alegria e felicidade fazem parte da vida cristã e podem ser experimentadas aqui na terra não como um fim em si mesmas, mas como consequência de uma vida íntegra diante de Deus, somente possível mediante um conhecimento maior de Deus. Aliás, este é o objetivo maior da nossa existência, o conhecimento de Deus (Os 6.6)! Faça a sua parte aqui na terra, deixe que do sobrenatural cuida o Senhor! Alegre-se Naquele que é a fonte da nossa alegria e felicidade: Jesus!
domingo, 8 de janeiro de 2012
Meditando sobre música, hinos, louvor, adoração...
Meditando sobre música, hinos, louvor... Temos a tendência de associar os verbos louvar e cantar. Entretanto devemos ter em mente que estas duas palavras não são sinônimas, ou seja, louvar pode ser diferente de cantar! Isto também ocorre entre os verbos louvar e adorar. Sendo assim, o louvor pode ser dirigido a pessoas, instituições, ideologias, objetos, lugares, e outras coisas, através de elogios, aplausos, cânticos, falas poéticas, etc. Portanto louvar significa admirar, falar bem, elogiar, engrandecer. Diariamente, estamos louvando muitas coisas ao nosso redor! Quando louvamos a Deus, estamos admirando os atributos do Seu caráter: fidelidade, bondade, amor, longanimidade, retidão, justiça, misericórdia, etc. Sabe queridos, usamos as expressões dos nossos anseios para fazer isto. Qualquer um pode fazê-lo . A natureza, por exemplo, também pode louvar a Deus (Sl 19.1). Louvor é algo que qualquer um pode dar a qualquer coisa ou pessoa! (Sl 9.11; 33.2; 67.3; 42.12). Já adorar é render culto a Deus, coisas ou pessoas consideradas como sendo santos. É prostrar-se diante de algo em sinal de reconhecimento, orar, idolatrar, amar apaixonadamente. Nosso principal louvor e adoração deve ser dirigido, a Deus e ele pode ser concedido de forma direta e indireta, pense nisso! (I Co 10.31). O que de fato temos feito? Como temos feito?
Há músicas que, embora louvem a Deus, não servem para a adoração a Deus, por serem louvores indiretos a Ele. Logo, existem canções que, embora sadias, não são recomendáveis para serem usadas na igreja. Talvez a música até mencione Deus, mas não é musica de culto. São músicas que, embora O louvem, não O adoram! Tenha certeza: não estou sendo radical, preconceituosa ou qualquer outro adjetivo! Fique a vontade! Diante de tanta diferença de gostos e formações culturais geradas pela transculturação interna dentro do nosso Brasil, nossos músicos precisam ter uma flexibilidade e bom senso muito grandes para produzir músicas que se adequem a diferentes contextos de adoração. Como este leque é bem extenso, poderá ter pontos incompatíveis; poderá haver músicas que sirvam para adoração em um contexto, e em outro não. Fazer música é uma forma, na linguagem paulina, de profetizar! (I Ts 5.21). Tenha sempre isso em mente! A música na igreja deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo! (Is 57.7). Ao submetermos um cântico dentro do recinto sagrado, devemos analisar se ele serve de instrumento de prestação de culto, de adoração. Se a música não puder conduzir-nos à veneração ao Sagrado, provavelmente não será apropriada para uso nos Átrios do Senhor. Mas isto não quer dizer que, se a música não serve para ser usada na igreja, então ela é pecaminosa! Não estou afirmando tal coisa!!! Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor! Estão me entendendo? Sabe queridos, vivemos em uma época em que dar uma opinião à luz da Bíblia desperta a fúria daqueles que dizem ser servos de Deus, mas são, na verdade, fãs, fanáticos e cristãos nominais.
Como reflexão, pelo menos na adoração veterotestamentária (Velho ou Antigo Testamento), cantar parece mais com a leitura da Escritura do que com a oração, porque enquanto o Antigo Testamento não tem um livro de oração, ele tem um livro de cânticos (Cantares ou Cântico dos Cânticos). Deus, por uma razão que possa nos frustrar, providencia cânticos inspirados para o culto, mas não orações! Percebe o que Deus quer nos ensinar? Verdadeiras razões podem ser levadas em conta para a necessidade de músicas inspiradas... A música é uma atividade do povo de Deus que os une em uma atividade de resposta altamente emocional a Deus. Compreendes o que tento dizer? Deus sempre quis ser adorado por meio da música! Mas há uma diferença significativa entre o tipo de música que Deus desejava no Antigo Testamento e o tipo que ele autoriza no Novo. Crer também é pensar!
Há músicas que, embora louvem a Deus, não servem para a adoração a Deus, por serem louvores indiretos a Ele. Logo, existem canções que, embora sadias, não são recomendáveis para serem usadas na igreja. Talvez a música até mencione Deus, mas não é musica de culto. São músicas que, embora O louvem, não O adoram! Tenha certeza: não estou sendo radical, preconceituosa ou qualquer outro adjetivo! Fique a vontade! Diante de tanta diferença de gostos e formações culturais geradas pela transculturação interna dentro do nosso Brasil, nossos músicos precisam ter uma flexibilidade e bom senso muito grandes para produzir músicas que se adequem a diferentes contextos de adoração. Como este leque é bem extenso, poderá ter pontos incompatíveis; poderá haver músicas que sirvam para adoração em um contexto, e em outro não. Fazer música é uma forma, na linguagem paulina, de profetizar! (I Ts 5.21). Tenha sempre isso em mente! A música na igreja deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo! (Is 57.7). Ao submetermos um cântico dentro do recinto sagrado, devemos analisar se ele serve de instrumento de prestação de culto, de adoração. Se a música não puder conduzir-nos à veneração ao Sagrado, provavelmente não será apropriada para uso nos Átrios do Senhor. Mas isto não quer dizer que, se a música não serve para ser usada na igreja, então ela é pecaminosa! Não estou afirmando tal coisa!!! Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor! Estão me entendendo? Sabe queridos, vivemos em uma época em que dar uma opinião à luz da Bíblia desperta a fúria daqueles que dizem ser servos de Deus, mas são, na verdade, fãs, fanáticos e cristãos nominais.
Como reflexão, pelo menos na adoração veterotestamentária (Velho ou Antigo Testamento), cantar parece mais com a leitura da Escritura do que com a oração, porque enquanto o Antigo Testamento não tem um livro de oração, ele tem um livro de cânticos (Cantares ou Cântico dos Cânticos). Deus, por uma razão que possa nos frustrar, providencia cânticos inspirados para o culto, mas não orações! Percebe o que Deus quer nos ensinar? Verdadeiras razões podem ser levadas em conta para a necessidade de músicas inspiradas... A música é uma atividade do povo de Deus que os une em uma atividade de resposta altamente emocional a Deus. Compreendes o que tento dizer? Deus sempre quis ser adorado por meio da música! Mas há uma diferença significativa entre o tipo de música que Deus desejava no Antigo Testamento e o tipo que ele autoriza no Novo. Crer também é pensar!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Por que estamos em crise?
Amanheci pensando sobre qual de fato é a luta que estou lutando... As últimas décadas têm sido caracterizadas por movimentos filosófico-teológicos que romperam com tudo o que, historicamente, tem sido crido como verdade fundamental, da qual não se poderia abrir mão. Qual luta temos lutado? É contra a carne e sangue? É contra mim mesma? É contra meus irmãos cristãos por não comungarem da mesma forma de fé comigo? É contra os que se atrevem a pensar de forma bereana sobre os ensinamentos bíblicos atuais? O que tenho feito para ajudar melhorar tudo isso? Tenho sido omissa? A cultura ocidental tem passado por muitas mudanças! Uma cosmovisão depois da outra tem aparecido. A cosmovisão bíblica, isto é, a ideia de mundo, de criação, de Deus, de homem, etc., através das lentes da Escritura, tem atravessado todos os períodos da civilização ocidental. Contudo, depois da entrada do período moderno essa cosmovisão sofreu sérios embates e fez com que a cosmovisão bíblica viesse quase a desaparecer em alguns segmentos e regiões. Será que estamos divididos dentro da nossa própria “casa” (o Evangelho de Jesus Cristo!)? Veja o que a Bíblia diz: Qualquer reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. Se Satanás expulsa Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, então, subsistirá seu reino? (Mt 12.25,26).
O passado é como uma cartilha que temos. Se a conhecermos e estudarmos, não cometeremos os mesmos erros que macularam e maculam a trajetória da Igreja (Organismo e não organização) na Terra. As heresias, as injustiças, a omissão, a ignorância, o medo e o ódio não podem sufocar a nossa confiança e fé em Deus e no Cristianismo. O Evangelho pregado por Jesus não relativiza nada, tudo encontra-se no absoluto! Não devemos nos conformar com um evangelho relativizado! Lute contra isso! Seu compromisso é com Deus e o de Deus é com a Sua Palavra (Jesus)! A sua luta não é armada e nem de rebelião. A sua luta e a minha são de temor e tremor na presença do Pai, onde o Santo jamais comungará com o profano! Somos livres e não libertinos em Cristo!
Oremos para que, ao compreendermos a nossa trajetória (luta) até os dias atuais, possamos projetar melhor o nosso futuro, até que Ele venha! (I Co 16.22). Um forte abraço na Paz que excede todo entendimento!
O passado é como uma cartilha que temos. Se a conhecermos e estudarmos, não cometeremos os mesmos erros que macularam e maculam a trajetória da Igreja (Organismo e não organização) na Terra. As heresias, as injustiças, a omissão, a ignorância, o medo e o ódio não podem sufocar a nossa confiança e fé em Deus e no Cristianismo. O Evangelho pregado por Jesus não relativiza nada, tudo encontra-se no absoluto! Não devemos nos conformar com um evangelho relativizado! Lute contra isso! Seu compromisso é com Deus e o de Deus é com a Sua Palavra (Jesus)! A sua luta não é armada e nem de rebelião. A sua luta e a minha são de temor e tremor na presença do Pai, onde o Santo jamais comungará com o profano! Somos livres e não libertinos em Cristo!
Oremos para que, ao compreendermos a nossa trajetória (luta) até os dias atuais, possamos projetar melhor o nosso futuro, até que Ele venha! (I Co 16.22). Um forte abraço na Paz que excede todo entendimento!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Meditando sobre em quem devemos de fato confiar...
Pensando em como é bom confiar em Deus... Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente considerando-a. Se refere a dar crédito, considerar que uma expectativa sobre algo ou alguém será concretizada no futuro. Aceitar a priori a decisão de outra pessoa. Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou “amor” entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança. Sem essas provas, o indivíduo tende a basear-se apenas na informação dada (ou a falta dela) acabando por seguir provavelmente uma linha de pensamento e atitude longe da verdade. Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações sobre quem necessitamos confiar, melhor formamos um conceito positivo da fonte. Portanto, podemos investir em muitas coisas, de muitas maneiras e formas, alguns investimentos nos trazem retorno e outros não, justamente por não saber o “certo” a respeito das coisas futuras, pois o amanhã pertence a Deus! Muitas vezes não confiamos nem em nós mesmos, duvidamos, vacilamos a respeito de muitas coisas, principalmente em momentos em que temos que tomar decisões. Percebo a dificuldade das pessoas em confiar uma nas outras, se analisarmos o mundo de hoje, vamos ver que realmente é muito difícil confiar em alguém. As pessoas estão de certa forma, tão “calejadas” que é difícil adquirir confiança nos dias de hoje, é difícil dar crédito a alguém. Porém, mediante a tudo isto, mediante tudo que vemos e ouvimos no nosso cotidiano toda essa massa de problemas e dificuldades que passamos, existe Um que podemos confiar! Existe Um que podemos acreditar, podemos colocar nossa esperança, nossa fé inteiramente Nele, sem vacilar (Sl 91.2)!
Deus nos leva a viver experiências que demonstram que Ele se acha ao nosso lado o tempo todo e revela ainda que, no decorrer de tudo o que passamos, Ele realmente foi e sempre será merecedor de nossa confiança! É como se estivesse dizendo: “Eu não lhe disse?”. É possível que a minha vida toda, na verdade, seja um processo no qual venho desenvolvendo uma certeza cada vez maior de que Ele é digno de confiança! Isso se aplica até as situações que não terminam do jeito que quero ou espero! Quantas pessoas romantizam a vida cristã e depois se frustram? A falta de conhecimento da Palavra e de intimidade com Aquele que nos pode dar a verdadeira seguraça, é o que nos leva a frustação! Acredite. Celebre essa parceria, pois com Ele sempre será dia, onde o Sol da Justiça lhe guiará permanentemente!
Deus nos leva a viver experiências que demonstram que Ele se acha ao nosso lado o tempo todo e revela ainda que, no decorrer de tudo o que passamos, Ele realmente foi e sempre será merecedor de nossa confiança! É como se estivesse dizendo: “Eu não lhe disse?”. É possível que a minha vida toda, na verdade, seja um processo no qual venho desenvolvendo uma certeza cada vez maior de que Ele é digno de confiança! Isso se aplica até as situações que não terminam do jeito que quero ou espero! Quantas pessoas romantizam a vida cristã e depois se frustram? A falta de conhecimento da Palavra e de intimidade com Aquele que nos pode dar a verdadeira seguraça, é o que nos leva a frustação! Acredite. Celebre essa parceria, pois com Ele sempre será dia, onde o Sol da Justiça lhe guiará permanentemente!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
O Contexto da oração de Jabez
Jabez é um nome hebraico, significa: Que causou dor! Tenho pensado sobre o que muitos cristãos têm escrito, pregado e falado sobre a breve oração de Jabez. Temos sido ensinados que basta repeti-la diariamente para que a bênção de Deus esteja sobre nossa vida, onde a ênfase maior está no campo da “colheita” (entenda-se: prosperidade material). Jabez viveu num período profundamente inseguro e incerto. A oração registrada em I Cr 4.9,10 está na forma de um voto, como a de Jacó em Gn 28.20. Parece que foi proferida quando Jabez estava iniciando um serviço crítico ou importante, e para que a execução fosse bem sucedida, ele colocou sua confiança não na sua própria capacidade nem na coragem da sua gente, mas desejou ardentemente a ajuda e a bênção de Deus. Muito provavelmente, o trabalho era a expulsão dos cananeus dos territórios que ele ocupava; e como essa era uma guerra de extermínio, que o próprio Deus tinha ordenado, suas bênçãos podiam ser mais racionalmente pedidas e esperadas na preservação deles de todos os perigos que o trabalho envolveria. Jabez era um daqueles líderes que em breve iriam atacar os cananeus pelas mesmas razões que os amalequitas foram atacados e aniquilados. Queridos, a Bíblia deve ser estudada em sua parte histórica e geográfica, pois isso trás mais compreensão dos fatos. Como podemos notar, a oração desse moço teve sua razão de ser naquele momento. Por que a temos transformado em algo místico? Essa oração não tem relação com a Lei da Semeadura e da Colheita!
Como o Deus de Israel foi aquele que prometeu vitória militar total sobre os ferozes inimigos que habitavam a Terra Prometida, Jabez sabia exatamente a quem se dirigir para obter ajuda nessa empreitada militar. Deus tinha ordenado o ataque àqueles povos; tinha decretado a severidade da aniquilação; tinha prometido a vitória total para Israel. Assim, Jabez sabia exatamente a quem deveria orar. Percebe como ele (Jabez) foi racional em sua atitude muito mais do que espiritual? Jabez queria as bênçãos de Deus na batalha contra os cananeus! Ele, humildemente, compreendia suas limitações em liderar um exército de soldados contra um inimigo feroz e determinado, de modo que naturalmente pediu que Deus o abençoasse. Você conhece suas limitações e tem humildade para reconhecê-las? Naquele momento da história de Israel, Deus estava particionando seções da terra que tinha sido conquistada dos inimigos vencidos e dando essa terra aos líderes israelitas. Como essa terra permaneceria na posse da família, é fácil ver como esses líderes originais queriam uma boa área de terra. Se Jabez iria liderar seus homens na batalha, e obter a vitória, é fácil ver como ele queria que Deus o recompensasse com uma grande extensão de terra. Os cananeus não seriam um adversário fácil na batalha, embora Deus tivesse prometido estar com os israelitas e dar-lhes a vitória. Certamente, Jabez não queria tomar alguma ação no calor da batalha que desacreditasse Deus e desse a vitória para os inimigos. Assim, é fácil ver por que Jabez queria que a mão de Deus estivesse com ele.
Os cananeus praticavam a forma mais vil de feitiçaria de magia negra imaginável. Portanto, Jabez sabia que estaria enfrentando não somente os ferozes soldados cananeus, mas também o poder sobrenatural que estava por trás deles: as legiões demoníacas! Ele sabia que seria o alvo pessoal dessas maldições satânicas, pois era o líder da força militar. Jabez sabia que os mais poderosos feiticeiros cananeus realizariam rituais poderosos contra ele, para tentar evitar que ele os atacasse. Assim, Jabez orou pedindo que Deus o preservasse dessas maldições malignas provenientes do poço do abismo: “Faças que do mal não seja afligido”! Portanto, Jabez pôde comandar seus homens na batalha, certo da proteção de Deus. No entanto, a questão mais importante que quero enfatizar é que ele colocou o foco da sua oração em Deus, não em si mesmo. Cuidado pra não cair no erro de acreditar que tudo que desejarmos e pensarmos atrairemos até nós! Faça a sua parte como fez Jabez e deixe que do sobrenatural, cuida Deus. No Reino espiritual as coisas funcionam pela obediência, temor e tremor na presença de Deus! Fiquem na Paz que excede todo entendimento.
Como o Deus de Israel foi aquele que prometeu vitória militar total sobre os ferozes inimigos que habitavam a Terra Prometida, Jabez sabia exatamente a quem se dirigir para obter ajuda nessa empreitada militar. Deus tinha ordenado o ataque àqueles povos; tinha decretado a severidade da aniquilação; tinha prometido a vitória total para Israel. Assim, Jabez sabia exatamente a quem deveria orar. Percebe como ele (Jabez) foi racional em sua atitude muito mais do que espiritual? Jabez queria as bênçãos de Deus na batalha contra os cananeus! Ele, humildemente, compreendia suas limitações em liderar um exército de soldados contra um inimigo feroz e determinado, de modo que naturalmente pediu que Deus o abençoasse. Você conhece suas limitações e tem humildade para reconhecê-las? Naquele momento da história de Israel, Deus estava particionando seções da terra que tinha sido conquistada dos inimigos vencidos e dando essa terra aos líderes israelitas. Como essa terra permaneceria na posse da família, é fácil ver como esses líderes originais queriam uma boa área de terra. Se Jabez iria liderar seus homens na batalha, e obter a vitória, é fácil ver como ele queria que Deus o recompensasse com uma grande extensão de terra. Os cananeus não seriam um adversário fácil na batalha, embora Deus tivesse prometido estar com os israelitas e dar-lhes a vitória. Certamente, Jabez não queria tomar alguma ação no calor da batalha que desacreditasse Deus e desse a vitória para os inimigos. Assim, é fácil ver por que Jabez queria que a mão de Deus estivesse com ele.
Os cananeus praticavam a forma mais vil de feitiçaria de magia negra imaginável. Portanto, Jabez sabia que estaria enfrentando não somente os ferozes soldados cananeus, mas também o poder sobrenatural que estava por trás deles: as legiões demoníacas! Ele sabia que seria o alvo pessoal dessas maldições satânicas, pois era o líder da força militar. Jabez sabia que os mais poderosos feiticeiros cananeus realizariam rituais poderosos contra ele, para tentar evitar que ele os atacasse. Assim, Jabez orou pedindo que Deus o preservasse dessas maldições malignas provenientes do poço do abismo: “Faças que do mal não seja afligido”! Portanto, Jabez pôde comandar seus homens na batalha, certo da proteção de Deus. No entanto, a questão mais importante que quero enfatizar é que ele colocou o foco da sua oração em Deus, não em si mesmo. Cuidado pra não cair no erro de acreditar que tudo que desejarmos e pensarmos atrairemos até nós! Faça a sua parte como fez Jabez e deixe que do sobrenatural, cuida Deus. No Reino espiritual as coisas funcionam pela obediência, temor e tremor na presença de Deus! Fiquem na Paz que excede todo entendimento.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Que tipo de paz temos?
Paz é conceito básico na Bíblia! A palavra hebraica shalom é saudação que comunica uma paz completa. É resumo de tudo de bom que Deus quer oferecer quando faz aliança com o povo. O termo aparece na Escritura 239 vezes e abrange muitos significados: bem-estar, felicidade, saúde, segurança, relações sociais equilibradas, harmonia consigo mesmo, com o próximo e com Deus, etc, etc. A paz na Bíblia não é só o contrário de violência e ódio, é a vida como ela deve ser! No contexto sapiencial, a paz é fruto da ordem estabelecida, a nível cósmico, social e religioso. Sábio é o homem que sabe encontrar o seu lugar, à luz das coordenadas fundamentais da vida; ele gozará de paz e de prosperidade.
O ideal da paz consiste na fiel observância dos mandamentos, pois a manutenção da aliança é garantia de paz e prosperidade, não apenas a nível nacional, mas também individual. Aliás, uma das tarefas da historiografia deuteronomista consistiu precisamente em reler o passado, para verificar como este princípio se verificou efetivamente ao longo da história. A conclusão a que se chegou é que a guerra destruidora que arruinou a terra de Israel e enviou para o exílio seu povo, pondo em risco a própria sobrevivência dos mesmos, teve a sua razão de ser no abandono da aliança. Portanto, paz não é ausência de guerras! Qual tem sido as sua “guerras”? De que paz você necessita ou tem necessitado? A sua agonia tem sido diária? Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na Sua Palavra (Jo 15.7), a paz de Deus transborda em nossa alma aflita. Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite (Rm 8. 15, 16). Envolve uma firme convicção de que Jesus está perto, e que o amor de Deus estará ativo em nossa vida continuamente (Rm 8. 28,32; Is 26.3). Essa é a paz que excede todo entendimento (Fp 4. 7)! O que de fato tens buscado?
Tornemo-nos pacificadores nessa terra (I Pe 3.11)! Frequentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, e pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações. O pacificador antecipa os problemas e lida com eles antes de acontecerem. Apaziguar pode ser um trabalho mais difícil do que travar uma guerra, mas resulta em vida e felicidade. Me fiz entender?
O ideal da paz consiste na fiel observância dos mandamentos, pois a manutenção da aliança é garantia de paz e prosperidade, não apenas a nível nacional, mas também individual. Aliás, uma das tarefas da historiografia deuteronomista consistiu precisamente em reler o passado, para verificar como este princípio se verificou efetivamente ao longo da história. A conclusão a que se chegou é que a guerra destruidora que arruinou a terra de Israel e enviou para o exílio seu povo, pondo em risco a própria sobrevivência dos mesmos, teve a sua razão de ser no abandono da aliança. Portanto, paz não é ausência de guerras! Qual tem sido as sua “guerras”? De que paz você necessita ou tem necessitado? A sua agonia tem sido diária? Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na Sua Palavra (Jo 15.7), a paz de Deus transborda em nossa alma aflita. Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite (Rm 8. 15, 16). Envolve uma firme convicção de que Jesus está perto, e que o amor de Deus estará ativo em nossa vida continuamente (Rm 8. 28,32; Is 26.3). Essa é a paz que excede todo entendimento (Fp 4. 7)! O que de fato tens buscado?
Tornemo-nos pacificadores nessa terra (I Pe 3.11)! Frequentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, e pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações. O pacificador antecipa os problemas e lida com eles antes de acontecerem. Apaziguar pode ser um trabalho mais difícil do que travar uma guerra, mas resulta em vida e felicidade. Me fiz entender?
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Meditação de fim de ano!
Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como: Armagedom, Apocalipse, Fim do mundo, O juízo final', O fim de um ciclo e, nos mais otimistas, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”. Maias, Egípcios, Celtas, Nostradamus e diversos profetas, chineses e budistas cientistas e religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo, como o conhecemos, pode estar com os dias contados! No que realmente os cristãos creem? Será que estamos olhando para os céus, ansiando pelo retorno de Jesus com poder? O choro de nossos corações é: "Vem, Senhor Jesus!" ou é: "Deixe-nos lutar mais um pouco aqui embaixo," ou "Deixe-me aproveitar de minha carne um pouco mais, e aí me arrependerei." Será que os eventos do fim dos tempos vão nos encher de esperança e alegria, ou de medo?
O futuro é uma das coisas que mais preocupa a humanidade e cada um sempre tenta dar um jeito para que o seu futuro seja melhor. Enquanto alguns estão correndo atrás da maneira justa e correta, outros de maneira injusta pronto a roubar, destruir, matar, enganar, mentir, etc, e ainda outros ficam parados. Como o futuro preocupa o homem, o passado fica como uma sombra que não deixa o homem sozinho. Sombras como acusações, sentimentos de inferioridade, de uma palavra dita, traumas de infância, erros cometidos, não se senti perdoado, memórias desagradáveis que trazem feridas, ódios, humilhação, rejeição, traição, comparação, injustiça, abandono, decisão tomada erradamente e etc. Essas coisas não deixam que o homem erga a cabeça!
Quase todo mundo está com medo. Medo de virar a última página da história e ler em grandes letras: Fim! Medo de que as previsões dos cientistas, religiosos e ecologistas se concretizem de uma vez. Medo de ver o nosso planeta transformado em cinzas e condenado a girar para sempre pelo espaço a fora! Por todos esses temores, faz sentido perder as esperanças? Quais são seus planos para o novo ano? Quando Davi encarregou seu filho Salomão de construir o templo, entregou-lhe planos precisos e exatos. Observe o que está escrito: "Deu Davi a Salomão, seu filho... a planta de tudo quanto tinha em mente" (I Cr 28.11,12a). Temos feito assim? Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (Lc 21.36)! Queridos, estamos guardados em Cristo! Um 2012 abençoado à todos!
O futuro é uma das coisas que mais preocupa a humanidade e cada um sempre tenta dar um jeito para que o seu futuro seja melhor. Enquanto alguns estão correndo atrás da maneira justa e correta, outros de maneira injusta pronto a roubar, destruir, matar, enganar, mentir, etc, e ainda outros ficam parados. Como o futuro preocupa o homem, o passado fica como uma sombra que não deixa o homem sozinho. Sombras como acusações, sentimentos de inferioridade, de uma palavra dita, traumas de infância, erros cometidos, não se senti perdoado, memórias desagradáveis que trazem feridas, ódios, humilhação, rejeição, traição, comparação, injustiça, abandono, decisão tomada erradamente e etc. Essas coisas não deixam que o homem erga a cabeça!
Quase todo mundo está com medo. Medo de virar a última página da história e ler em grandes letras: Fim! Medo de que as previsões dos cientistas, religiosos e ecologistas se concretizem de uma vez. Medo de ver o nosso planeta transformado em cinzas e condenado a girar para sempre pelo espaço a fora! Por todos esses temores, faz sentido perder as esperanças? Quais são seus planos para o novo ano? Quando Davi encarregou seu filho Salomão de construir o templo, entregou-lhe planos precisos e exatos. Observe o que está escrito: "Deu Davi a Salomão, seu filho... a planta de tudo quanto tinha em mente" (I Cr 28.11,12a). Temos feito assim? Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (Lc 21.36)! Queridos, estamos guardados em Cristo! Um 2012 abençoado à todos!
Os olhos são a candeia do espírito!
Pense comigo... Lá no evangelho de Mt 6.22,23 lemos o seguinte: A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas! Podemos perceber que esse versículo diz que a luz do nosso corpo são os nossos olhos, essa luz vem daquilo que vemos e observamos, se é de Deus entra em nós como luz, e se vem do Diabo, entra em nós as suas treva. Então, meus queridos; sabemos que Jesus e Deus são luz, a Bíblia nos afirma isso lá em Jo 8.12: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Já em Ef 6.12 diz que Satanás é trevas: Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. A luz de Jesus são suas bênçãos e entendimento da Sua Palavra. Lembrando o que diz em Os 4.6 que somos destruídos por falta de entendimento da Sua Palavra, não por orarmos pouco, ou por lermos pouco a Bíblia, mas por falta de entendimento da Palavra de Deus. Hoje vemos um bombardeio diário de imagens, algumas inofensivas, outras; na sua maioria nos conduzindo ao pecado, através de propaganda, cartazes, filmes, novelas, revistas e até programas que deveriam ser infantis. Com todo este bombardeio, temos que vigiar nossos olhos 24 horas por dia, para não deixarmos que estas imagens entrem na nossa mente e cheguem no nosso coração e assim tomem o lugar que pertence a Cristo.
Em I Jo 2.16,17 diz: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Geralmente não notamos o pecado, pois entra penetrando nosso coração lentamente! Somos, individualmente, seres completos no espírito, na alma e no corpo, e há diretrizes específicas para cada um desses elementos. Tanto o nosso espírito, quanto a alma e o corpo, todos precisam estar irrepreensíveis até a vinda do Senhor Jesus (I Ts 5.23). Deus tem comandos específicos para a nossa vida. O comando espiritual é saber que tudo começa no espírito e que o Senhor também tem instruções para a alma. A alma sente vontades e ela é a sede da decisão para o que é bom e o que é ruim. Deus está interessado em ser o Senhor da nossa vida e da nossa casa, plantando os princípios divinos, mas Ele precisa de uma alma que não governe a si mesma, uma alma que esteja submetida ao governo do Pai celeste. Sabemos que existem portas de entrada para o espírito, a alma e o corpo, mas precisamos aprender a proteger essas portas, não permitindo que o inimigo tire proveito de nenhuma situação!
Somos filhos de Deus e precisamos refletir a Sua glória, não só em palavras, mas em atitudes que revelem o Deus que está em nós. Sejamos referencial de santidade a cada dia, sendo zelosos no que fazemos, no que falamos ou pensamos, buscando a santidade em amor, sendo exemplos em tudo, para glória de Deus.
Em I Jo 2.16,17 diz: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Geralmente não notamos o pecado, pois entra penetrando nosso coração lentamente! Somos, individualmente, seres completos no espírito, na alma e no corpo, e há diretrizes específicas para cada um desses elementos. Tanto o nosso espírito, quanto a alma e o corpo, todos precisam estar irrepreensíveis até a vinda do Senhor Jesus (I Ts 5.23). Deus tem comandos específicos para a nossa vida. O comando espiritual é saber que tudo começa no espírito e que o Senhor também tem instruções para a alma. A alma sente vontades e ela é a sede da decisão para o que é bom e o que é ruim. Deus está interessado em ser o Senhor da nossa vida e da nossa casa, plantando os princípios divinos, mas Ele precisa de uma alma que não governe a si mesma, uma alma que esteja submetida ao governo do Pai celeste. Sabemos que existem portas de entrada para o espírito, a alma e o corpo, mas precisamos aprender a proteger essas portas, não permitindo que o inimigo tire proveito de nenhuma situação!
Somos filhos de Deus e precisamos refletir a Sua glória, não só em palavras, mas em atitudes que revelem o Deus que está em nós. Sejamos referencial de santidade a cada dia, sendo zelosos no que fazemos, no que falamos ou pensamos, buscando a santidade em amor, sendo exemplos em tudo, para glória de Deus.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Breve reflexão sobre aliança...
Pensando em como as vezes nos esquecemos de trazer á memória todos os dias o que nos pode dar esperança... A Palavra de Deus nos diz que temos direitos de Aliança por meio de Jesus Cristo e que, quando O aceitamos em nosso coração para ser o Senhor da nossa vida, tornamo-nos co-herdeiros com Ele (Rm 8.16,17). Isso me leva a pensar na aliança entre marido e mulher, a qual nos traz promessas e direitos (Gn 2.21-23; Dt 29.9)! Guardar essa aliança é ter Paz, Prosperidade (numa amplitude muito maior do que só o financeiro), Saúde e Verdade. Conversar é uma parte vital do casamento! Temos conversado ou sido indiferentes, hostis, desatentos, ativistas e muito mais que estamos pensando nesse momento e que não temos coragem de expressar? O que temos feito com essa importante aliança? Estamos cansados de lutar contra temperamentos, atitudes, forma de ser e etc e tal? Estamos cansados de esperar mudanças e de tentar mudar o outro? Só rindo mesmo! Nós próprios temos algum poder sem ser em Cristo?
O cristão precisa cultivar o hábito de pensar com a Palavra de Deus! Não ignoremos a “caixa de força” que existe dentro de nós: O doce Espírito Santo! Sabe, queridos nem sempre os milagres são instantâneos, na maioria das vezes são graduais, pois ainda não estamos em corpo glorificado! Temos uma alma que na maioria das vezes precisa ser tratada. Somos carnais! Acredite: Deus está sempre presente em todos os lugares com Seus atributos e capacidades. Cabe a cada um de nós buscá-los, desejar mudanças. Isso começa primeiro em quem deseja, em quem se sente ofendido, perseguido, desprestigiado, enganado, frustrado e assim por diante. Seu lar é seu primeiro ministério! Lute por ele. Sua casa é a “arena” mais poderosa da face da terra para mudar uma vida para Deus! As necessidades que colocamos nas mãos de Deus se transformam em oportunidades ilimitadas! Levante-se. Sai desse marasmo, dessa maneira coitadinha de ser, dizendo que Deus está no controle, que Ele sabe tudo, que essa é a sua cruz, etc, etc. Busque conhecer a Palavra para não viver em sofrimentos e enganos (Os 4.6)!
Hoje a Palavra, que é Jesus, lhe convida para voar... voar para os braços do Pai!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Meditndo sobre o Natal Cristão
Onde Jesus está o aflito encontra consolo, o perdido acha o caminho, o escorraçado levanta-se com dignidade e a Galileia que jazia em trevas encontra a mais fulgurante luz! Jesus! Independentemente das concepções religiosas de cada um, não há ninguém que fique indiferente ao Natal. Há algo que envolve os nossos corações, que ilumina o nosso ser e resplandece a nossa vivência. Época de natal é tempo de encantamento! Os cenários lúdicos das decorações natalinas nos fazem sonhar... A correria às lojas, quase sempre de última hora, para a compra dos presentes de natal já é uma tradição, que se torna, a cada ano, mais enraizada em nossa cultura. Afinal, é natal! Mas, em meio a tantos apelos nada religiosos, muitas vezes, acabamos por deixar para trás o verdadeiro sentido do natal. Natal é, principalmente, a celebração do cumprimento das promessas de Deus de que: “Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.” (Is 11.1-2).
Natal é uma festa cristã! Muitos esquecem isso e adotam outros valores. Descuidam da espiritualidade! Para o natal, tudo está preparado: decoração, presentes, ceia... Mas, é necessário nos preparamos para o essencial: o nascimento de Jesus em nosso coração! (Is 53). Não é preciso deixar de enfeitar nossas casas, de nos preparar externamente, mas é imprescindível preparar o coração, com amor, generosidade, perdão e compreensão, para celebrar bem o natal. Esse é o verdadeiro natal cristão! Para o cristão é natal todo dia! Isso é algo que tem que ser relembrado e praticado todos os dias! As datas, o tempo em que Jesus nasceu, ficam em segundo plano para o cristão, o que não podemos esquecer é que Jesus foi uma promessa de Deus para resgatar o homem! Quando olho para a Bíblia o nascimento de Jesus indica esperança! Ele foi o Libertador, o Profeta, o Sacerdote, e o Próprio Sacrifício. Para qualquer cristão o natal deve lembrar a materialização do Amor de Deus, a revelação do próprio Deus para o homem, a porta que nos dá entrada ao Reino Celestial!
O desafio para nós que cremos em Deus é resgatar o verdadeiro propósito do natal. É resgatar para os dias atuais, a verdadeira motivação que levou Deus a irromper na história da humanidade, para mudá-la, para transformá-la, dando a ela uma esperança concreta de salvação e redenção. Natal é investir em vidas! Natal é crer e investir no Reino de Deus! Natal é deixar-se levar pelos valores divinos sem relativizá-los! Natal é descortinar um horizonte mais amplo do que aquele visto pelos olhos humanos! Os projetos de Deus começam humildes para que seja manifesta a glória do Senhor... Lembras da manjedoura? A manjedoura é o lugar de contraste com as expectativas messiânicas. A manjedoura é uma afronta à glória do mundo. Silenciosamente ela continua apontando para a simplicidade do Evangelho, a pureza de Cristo. A manjedoura, assim como a Cruz são afrontas aos poderosos deste mundo e dos que mercantilizam a fé.
Você sabe quem é o Jesus do natal? Ele é o Maravilhoso Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz!
Como será o seu Natal deste ano? Que a Paz que excede todo entendimento esteja sobre sua vida todos os dias!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Meditando sobre a atitude do profeta Habacuque
Fiquei pensando que Deus, às vezes, permite que algumas coisas aconteçam em nossa vida, e quando fazemos uma leitura linear e direta dos acontecimentos, imaginamos erroneamente que Deus não nos ama ou se esqueceu de nós. O problema é que só sabemos analisar a história de nossa vida como uma sucessão de acontecimentos, onde classificamos esses acontecimentos em "bons" ou "maus" através de uma visão bastante reducionista. Um dos grandes motivos de preocupação e pesar em nosso coração é que somos incapazes de nos abstrair dos problemas e analisá-los como fez o profeta Habacuque: "Por-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa". (Hc 2.1).
A ação do profeta foi justamente posicionar-se de uma forma diferente, foi retirar-se do problema para avaliar melhor, para aguardar a ação divina, e ser capaz de entender a resposta que Deus daria a seus problemas. Como somos imediatistas, olhamos tão somente o que acabou de acontecer e tiramos daí conclusões apressadas e "fatalistas" do tipo: "acabou-se tudo", "não há mais jeito", e resignadamente dizemos que "é a vontade de Deus que seja assim" (o engraçado é que basta um acontecimento negativo para que a tal "vontade divina" já seja decretada!). Você está me entendendo? Só Deus tem o poder de transformar o mal que nos ocorre, em bem! Não sabemos como, nem de que forma Ele o fará, mas o fará!
Vamos, pois, aprender a ler com outros olhos a história que Deus está escrevendo em nossa vida. Nem sempre o que parece ruim é "ruim", nem tudo que é mal é de fato "mal". Faz parte de nossa maturidade espiritual saber ler da forma certa o que Deus está escrevendo em nossa existência. Esteja atento!
A lição que tiramos da vida deste homem é que confiar não é uma ação que nasce na consciência, mas no coração. Confiar é lançar-se no absurdo, no insondável, é abrir mão de racionalizações, de conjecturas. Confiar é resignar-se, aquietar-se, render-se, sublimar-se, é ir na contra-mão, no contra-fluxo, esperar o inexplicável, aguardar o improvável, ter a certeza de que, ainda que contra todas as evidências, Deus nos fará bem e nos trará a paz! Habacuque nos ensina que ainda que o fluxo natural da existência: “mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos”, seja, por algum motivo, alterado, ainda assim ele confiará no Senhor, pois diz: “exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação”. Tens enfrentado lutas? Perdestes a esperança? Não sabes como começar ou mesmo, recomeçar? Escuta a voz do Amado nessa hora, Ele chama pelo seu nome, Ele está vivo e diz: Confia somente!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Meditando sobre a atitude de Ester...
Sabemos que uma das coisas mais difíceis na vida cristã é submetermo-nos inteiramente à vontade de Deus. Não é fácil deixar fluir em nós a Graça divina, deixar o Senhor agir, dispondo de nosso querer, nosso entender e nosso pressupor. Ester é uma das muitas mulheres da Bíblia que nos inspiram! No Livro que tem seu nome não encontramos sequer uma vez a palavra DEUS. Entretanto, a Sua presença e direção são sentidas nos seus dez capítulos! Sem dúvida nenhuma, a mão do Senhor estava sobre ela. Contudo, o mais importante é que ela deixou-se conduzir! Não haveria luz e alegria, e gozo, e honra para os judeus se Ester tivesse sido omissa! Pense um pouco! O povo judeu jamais seria exaltado se não pudesse contar com a fidelidade de Ester. Foi uma vida usada por Deus. Ela viveu no centro dos problemas. Sofreu, suportou e procurou resolver. Ester nos ensina que quando, mesmo em meio às desolações, paramos para ouvir a voz de Deus e então sentimos a Sua presença, nossas forças se renovam e dEle nos vem a coragem para viver e prosseguir, sejam quais forem as dificuldades.
Mas ela também nos ensina que ao nos colocarmos totalmente (sem restrições) nas mãos de Deus, submetendo-nos inteiramente à Sua vontade, Ele nos aperfeiçoa, tornando-nos pessoas vibrantes, desprendidas de nós mesmas e úteis!
Mas ela também nos ensina que ao nos colocarmos totalmente (sem restrições) nas mãos de Deus, submetendo-nos inteiramente à Sua vontade, Ele nos aperfeiçoa, tornando-nos pessoas vibrantes, desprendidas de nós mesmas e úteis!
A jovem órfã, sem irmãos, criada por um primo, exilada em um país distante, fora transformada em rainha do maior império da época. Será que Deus deu a ela a condição de rainha apenas para que ela desfrutasse de todos os benefícios de tão almejada função? Não. Deus diz em sua Palavra: A qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou muito mais se lhe pedirá (Mt 12.48). Quando Ester soube do decreto para matar os judeus, orientou que todo o povo de Deus estivesse em oração com ela para que ela pudesse conseguir intervir junto ao rei. Ester reconhecia que era Deus quem agia e que ela nada poderia fazer. Ela precisou ter a coragem para arriscar a sua vida, pois não poderia, nunca, ir a presença do Rei sem ser convidada! Tinha fé em Deus para ter certeza no seu coração que conseguiria intervir pelo seu povo e sabedoria para saber exatamente como falar junto ao Rei. Quando o rei viu a Ester, autorizou-a entrar em sua presença e foi a todos os banquetes que ela havia preparado, Deus preparou o coração do rei para que visse verdade em Ester e concedesse seu pedido: livramento do Seu povo! O rei irou-se contra Hamã, o povo de Deus teve livramento e Mardoqueu foi honrado. Nos dias de hoje, também precisamos dessa coragem, fé e sabedoria concedida a Ester! E o Espírito que habita em nós nos concede! Não é fácil agirmos dessa forma, não é simples termos um coração incorruptível! O grande segredo é você ter uma vida consagrada e dedicada ao Senhor, se alimentar da palavra, orar para sermos transformados diariamente. Ser fiel ao Senhor, fiel de todo o coração, fiel ao ponto de arriscar a sua vida em cumprimento de um propósito Dele requer um coração quebrantado que apenas Ele pode conceder e preparar, como preparou o de Ester! Desejo de verdade que venhamos ter a mesma fé e confiança que Ester teve em Deus, que sejamos cristãos diferentes da realidade de hoje, separando-nos para o Senhor e permitindo que Deus prepare nossos corações da mesma forma para o propósito que tem conosco, para onde quer que cheguemos, independe das circunstancias, sejamos testemunhos vivos e fiéis da palavra de Deus! Um forte abraço na Paz que excede todo entendimento!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Ainda refletindo sobre a carta de Paulo à Timóteo...
Ainda refletindo sobre a carta de Paulo à Timóteo... Nos escritos finais do apóstolo Paulo, um apelo é feito ao seu jovem “filho na fé”, Timóteo, para que venha logo ter com ele, antes que chegue o inverno. II Tm é uma carta pessoal e apaixonante de esperança preservada para todo o tempo, falando palavras de expectativa da vida de Paulo (especialmente o capítulo 4). Ele fala da sua morte pendente em termos de vitória, não de derrota. Ele busca colocar vários aspectos da sua vida em ordem, como pedir que Timóteo venha logo e traga Marcos, junto com a capa que ele deixou com Carpo em Trôade. Ele também solicita que Timóteo traga os seus livros e especialmente os pergaminhos. Nestes momentos de reflexão, Paulo se lembra de que Alexandre o latoeiro (já falei dele na nota anterior) lhe fez e deixa este assunto nas mãos de Deus. Tristemente, Paulo conta de quando ele apresentou a sua "primeira defesa, ninguém foi a meu favor; antes, todos me abandonaram” (II Tm 4.16). Como estes pensamentos foram difíceis para Paulo enquanto ele ensaiava os eventos que levaram ao seu aprisionamento e morte pendente! Quando ele ficou para fazer a sua defesa diante dos homens, ele não tinha um amigo que permanecesse com ele... Ele permaneceu sozinho no julgamento da opinião mundana e apenas se ouviria as suas palavras! Paulo sabia que quem permanecesse ao seu lado logo se encontraria no mesmo lugar que ele se encontrava naquele momento. Ninguém tinha a coragem de enfrentar o julgamento que ele enfrentava nem as consequências da sua pregação. Foi abandonado, e deixado para defender o seu próprio nome. Entristeceu grandemente o seu coração a falta de uma mão humana para segurar firmemente ou uma voz suave e reconfortante para dar confiança! Poderia ter se lembrado dos tempos maravilhosos em Filipo quando, jogado na cela com os pés acorrentados, ele e Silas oraram juntos e cantaram hinos a Deus (juntos)! Na sua primeira defesa não havia ninguém, pois todos o haviam deixado. Porém ele sabia que as vidas daqueles que o abandonaram ainda estavam sendo influenciadas pelo evangelho de Jesus Cristo! Paulo era um homem mais velho de sabedoria e compreensão maior do espírito humano! Sabia daqueles que o abandonaram pela sua fraqueza e das suas necessidades perante Deus. Não tinha um espírito de vingança em relação a eles, mas em humildade pede pelas bênçãos do Senhor sobre eles. “Que isto não lhes seja posto em conta” (II Tm 4.16).
A cena de Paulo é um espelho de tantos que se encontraram sofrendo por Cristo e sofrendo sozinhos! O exemplo de Jesus é colocado diante daqueles que desejam segui-lo e levarem as suas cruzes. Jesus disse em Jo 16.32: “Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo.” Como o seu Senhor, Paulo sabia que, quando ninguém permanecesse com ele, Deus sempre estaria lá. Ele escreve: “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem; e fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (II Tm 4.17-18). Nas nossas lutas diárias podemos ser abandonados por todos os homens e ninguém permanecer conosco. Podemos nos encontrar sozinhos, lutando como a única pessoa no mundo que busca fazer o que é certo. A nossa recompensa não vem da presença dos nossos amigos, mas da presença do nosso Deus! Muitas vezes abandonamos os outros quando deveríamos estar mais fortes. Como Paulo orou por aqueles que o deixaram, nós também devemos crescer em força e coragem para enfrentar as dificuldades da vida. Lembrem de como somos importantes um para com o outro e de como precisamos permanecer com outros pela causa de Cristo! Quando tudo estiver dito e feito, poderemos lembrar das palavras do nosso Deus: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hb 13.5-6). Te convido a acreditar!
A cena de Paulo é um espelho de tantos que se encontraram sofrendo por Cristo e sofrendo sozinhos! O exemplo de Jesus é colocado diante daqueles que desejam segui-lo e levarem as suas cruzes. Jesus disse em Jo 16.32: “Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo.” Como o seu Senhor, Paulo sabia que, quando ninguém permanecesse com ele, Deus sempre estaria lá. Ele escreve: “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem; e fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (II Tm 4.17-18). Nas nossas lutas diárias podemos ser abandonados por todos os homens e ninguém permanecer conosco. Podemos nos encontrar sozinhos, lutando como a única pessoa no mundo que busca fazer o que é certo. A nossa recompensa não vem da presença dos nossos amigos, mas da presença do nosso Deus! Muitas vezes abandonamos os outros quando deveríamos estar mais fortes. Como Paulo orou por aqueles que o deixaram, nós também devemos crescer em força e coragem para enfrentar as dificuldades da vida. Lembrem de como somos importantes um para com o outro e de como precisamos permanecer com outros pela causa de Cristo! Quando tudo estiver dito e feito, poderemos lembrar das palavras do nosso Deus: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hb 13.5-6). Te convido a acreditar!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Meditando sobre injustiça...
Amanheci pensando em Alexandre, o latoeiro (II Tm 4.14)... Na segunda carta de Paulo a II Tm 4.14, o apóstolo menciona Alexandre, um latoeiro que lhe fez muita maldade. Provavelmente Alexandre fabricava “lembrancinhas” e estátuas para os templos pagãos. Ele trabalhava com latão e outros metais. É possível que a pregação de Paulo significasse uma ameaça para seu negócio. Afinal, Paulo não tinha medo de pregar contra a idolatria e tudo quanto não agradava aos ensinamentos de Cristo! E fazia isso muito bem. Com excelentes resultados. Mas é exatamente lá no finalzinho da vida de Paulo, enfrentando seu segundo julgamento perante o tirano Nero, que Alexandre aparece para complicar ainda mais a situação do apóstolo. Não sabemos quais foram as acusações e os argumentos utilizados por Alexandre. Naturalmente, porém, deixaram Paulo muito triste.
O que me chama atenção nessa história é o final do verso quatorze. “o Senhor lhe dará a paga segundo as suas obras”. Que grandeza do apóstolo! Paulo sabia que poderia deixar a justiça nas mãos de Deus. O Senhor do Universo via e vê tudo e a todos! A Bíblia é muito clara ao afirmar que Deus retribui a cada um, segundo as obras que pratica. Sl 62.12 é um dos textos que afirma isso. Em Pv 24.12, lemos que Deus “pesa os corações”, está atento e “pagará ao homem segundo suas obras”. É a lei da semeadura e da colheita! Mais cedo ou mais tarde colhemos o resultado de nossos pensamentos, ações, atitudes e oportunidades desperdiçadas. Não há como fugir! Por isso, se você está sendo espezinhado por alguém; se você está sofrendo injustamente a calúnia, difamação e execração pública, entregue seu caso ao dono do Universo. Com Ele a justiça sempre acontece. Acredite: Deus arvorará Sua bandeira a seu favor! Creia nessa verdade!
sábado, 3 de dezembro de 2011
Maldição sem causa não se cumpre!!
A maldição sem causa não se cumpre! (Pv 26.2). Dizei aos justos que bem lhes irá. Ai do ímpio! Mal lhe irá, porque a recompensa das Suas mãos se lhe dará. (Is 3.10,11). Ouve tu, ó Terra! Eis que Eu trarei mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos. (Jr 6.19). Terrível é esta verdade, e profundamente deve ela ser gravada em nosso espírito! Cada ação se reflete sobre aquele que a pratica. Palavras desmedidas, duras, desprovidas de misericórdia, causam a destruição de lares, filhos são abandonados, travam-se grandes conflitos na família e no trabalho, amizades são interrompidas, porque “a palavra dura suscita a ira” (Pv 15.1). Sempre causam algum tipo de destruição! Nada tem um maior poder de influenciar vidas. Uma série de situações indesejáveis poderiam ser evitadas; se tivéssemos mais cuidado com o que falamos, pois: “pelas nossas palavras seremos justificados e pelas palavras serás condenado” (Mt 12.36). O salmista Davi conhecia bem o poder das palavras! Temia falar sem refletir, evitando pecar pela maledicência, ou, amaldiçoar os outros. Para precaver-se pediu a Deus com sinceridade: “Põe guarda Senhor, à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Sl 141.3). Não queria que suas palavras fossem motivo de desgraça, preferia ficar calado a ofender alguém, pois sabia que tanto podem aproximar como afastar as pessoas. No livro do profeta Samuel, encontramos uma descrição de Davi: “e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras, e de boa aparência, e o Senhor é com ele” (Sm 16.18). Deus quer que sejamos canais de bênçãos para as pessoas! Logo ao acordar, devemos abençoar nosso dia, profetizar um dia cheio de vitórias para a nossa vida, onde todos aqueles que entrarão em contato conosco sairão em paz!
Muitas vezes o inimigo manda alguém para nos parar. Para nos distrair dos propósitos de Deus e desviar nossa caminhada. O diabo sabe que não pode nos impedir, mas tenta pelo menos nos atrasar de receber a vitória. Quando Neemias foi restaurar os muros de Jerusalém aconteceu a mesma coisa. Dois homens, Sambalate e Tobias tentaram atrapalhar e amaldiçoaram Neemias, contrataram uma falsa profetiza para falar mal dele e o chamaram várias vezes, mas Neemias sempre respondia que não podia parar sua obra por que estava muito ocupado (Ne 6.1-4). Neemias declarou: “o nosso Deus converteu a maldição em bênção” (Ne 13.2). Não pare sua caminhada! Prossiga! Avante! Mesmo que te atirem pedras, Jesus te defenderá como defendeu aquela mulher que seria apedrejada (Jo 8.1-11). Não dê atenção a maldições que só vão te atrasar! Davi viu muitas vezes Deus agir em sua defesa transformando toda situação de maldição em bênção dobrada para ele! Crer também é pensar acredite.
Assinar:
Postagens (Atom)