Pecado é uma coisa séria, e é levado a sério por Deus, embora homens muitas vezes o tratem de forma branda. Deus requer que sejamos santos (separados) em toda a nossa maneira de viver (I Pe 1.16)! Em vista disso, é natural que Deus puna o pecado (Êx 20.5). Ao pecar (lá no Éden), o homem acolheu dentro de si a semente da morte, a semente do pecado. Esse é um princípio bíblico: toda palavra é uma semente! Quando eles (Adão e Eva) acolheram aquela palavra (semente) dita por Lúcifer, o que iria dar? O pecado! O resultado do pecado é a morte! (Is 59.1,2; Rm 6.23). Sabemos que o mal flui naturalmente do homem, porque ele está enraizado na natureza humana desde a queda de Adão, portanto, todos temos a semente do mal! Não é encontrada apenas nos homens que suas obras são más ou que pensamos que são! Acreditem queridos, é errado biblicamente, rotularmos quem quer que seja como “semente do mal” ou “fruto de semente do mal”! A produção no coração do homem natural é de natureza completamente pecaminosa, se não bastasse somente isso, durante toda a vida de um homem não regenerado, Satanás ainda trabalha para infestar mais e mais esse coração. Há uma lei natural chamada biogênese que diz que vida gera vida! Se o velho homem ganha vida no homem regenerado ele gerará vida pecaminosa, frutos pecaminosos e obras pecaminosas. Por isso o cuidado deve ser diário, devemos assimilar essa verdade no nosso coração! Num coração regenerado, só pode existir espaço para a boa semente germinar, crescer e frutificar. Essa semente é de bênção e não de maldição, é de paz de não de guerra, é de humildade e não de soberba, é de amor e não de ódio, é de esperança e não de desânimo, é de prudência e não de desatinos, é de alegria e não de tristeza, é de palavras encorajadoras e não de maldição, é de um falar calmo, sereno e tranquilo e não de desentendimentos e confusões, é de união e não de separação, é de cuidado com as almas e não de indiferença, é de servir e não de orgulhar-se, é de velar e não de desprezar, é de um olhar doce e de segurança e não de altivez, é de caráter e não de falso testemunho, é de excelência e não de mediocridade... Então, o coração deve ser cuidado, e deve ser cultivado com as sementes santas! O que tem saído dos nossos corações? O que sua boca tem professado sobre seus irmãos? Hoje, a Palavra de Deus vem ao nosso encontro; não para nos condenar, mas para nos acordar para uma realidade, tal como um pai e uma mãe fazem para com o filho. Um lugar onde Deus reina não há espaço para as injustiças, as guerras, etc... Saiba que Deus não se alegra com a “morte” do pecador! Um peso e duas medidas não faz parte dos ensinamentos bíblicos, pense nisso com temor e tremor!
O mundo cristão tem vivido momentos de grandes confusões teológicas e infindáveis discórdias doutrinárias. O homem serve a um Deus maravilhoso que tem prazer em expressar Seu coração e revelar Seus pensamentos! Esses pensamentos jamais contradizem as Escrituras, as quais são úteis para o seu ensino, correção, repreensão e exortação. Aqui vocês encontrarão reflexões do que penso e acredito sobre vários assuntos teológicos que venho estudando ao longo dos anos. Ao meu Deus seja toda a glória!
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Meditando sobre afronta...
Meditando sobre afronta, encontrei no Sl 56.4 o seguinte: "Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um simples mortal?". Perceba que, se retirarmos o trecho “cuja palavra eu exalto”, que é o aposto, a frase continua tendo sentido e ainda podemos compreendê-la! O salmista queria dizer, trocando em miúdos, que estava pondo sua confiança em Deus e, portanto, não havia porque temer! Afinal, o que homens podem fazer contra alguém que põe sua confiança no Todo-poderoso? Nada! O aposto pode até ser desnecessário para a compreensão da frase de uma forma geral, que nos fala sobre o ato do salmista (confiar em Deus). Entretanto, é crucial para que compreendamos algo além do que os olhos poderiam ver: a sua Atitude! Não devemos confiar em Deus simplesmente porque não temos escolha e um milagre é tudo que nos resta, ainda que esta seja a situação em que nos encontramos. Entenda: a nossa motivação para confiar em Deus não deve ser o desespero ou a falta de opção, mas a certeza de que a Sua Palavra é fiel! Queridos, aí está a diferença entre aqueles que recebem o socorro de Deus e os que assistem a vitória dos outros! A verdadeira confiança é aquela que se expressa em louvor, em exaltação à Palavra de Deus. O segredo do salmista está dentro daquele aposto. Ele exaltava a Palavra porque confiava Nela, ele louvava a Deus por Suas promessas e sabia o que elas continham: segurança, paz, prosperidade, livramento… isso era suficiente pra ele! Deus e a Sua Palavra são um! Crer também é pensar!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Toda Autoridade Espiritual tem que ter respaldo Moral
No ambiente espiritual as coisas se desenvolvem de uma maneira sobrenatural e a interferência humana é mínima ou nenhuma, pois os fatos e os desdobramentos dos acontecimentos nesse cenário não podem ser controlados pelo homem. O cristão ingenuamente, às vezes, sonha com a possibilidade de manipular esse “mundo espiritual”, com a facilidade que manipula a maioria das coisas no mundo material, reivindicando para isso a autoridade do nome de Jesus, ou através das práticas de jejuns e orações, por exemplo, utilizando-os como controles remotos do céu ou alavancas para mover a mão de Deus e não apenas como instrumentos de relacionamento com Ele! A Palavra de Deus contém toda Autoridade Espiritual e moral, já os homens que a conhecem e dela se utilizam não (Mt 23.1-3)! Portanto, temos que estar atentos com alguns aproveitadores da boa fé cristã que se apropriam de uma autoridade espiritual jamais dada a qualquer homem, e muito menos quando estes não têm qualquer autoridade moral para tanto! A maioria deles se utiliza dos exemplos dos ensinos do Antigo Testamento na tentativa de darem respaldo as suas megalomanias espirituais, que na verdade têm razões materiais, além da cobiça por poder para subjugar e manipular o rebanho, dizendo-se “espiritualmente ungidos” e, portanto de uma “classe espiritual diferenciada e superior”, para justificar arrogância, prepotência, falcatruas e desmandos e falta de amor, temor e tremor!
A Autoridade Espiritual não é nossa. É dEle e está a serviço dEle, para os Seus propósitos! Quando a Bíblia nos ensina a usarmos essa Autoridade, que está em Seu nome, para interferir nessa realidade em que vivemos, é para fazermos isso com a autoridade moral que só tem aquele que faz a sua vontade, na verdade, pedimos algo que já é de Seu querer, caso contrário Ele não o faria (Jo 15. 14-16). É por isso que muitos são alcançados com milagres, até pelas orações dos que não tem qualquer autoridade moral, pois de fato Deus não está fazendo a vontade deles, más a Sua que é boa, agradável e perfeita (Rm 12.2). Fatalmente chegará o dia em que esses tais pretenderão utilizar essa “autoridade espiritual”, que julgam ter, para validarem a própria salvação, porém terrível será a resposta dAquele que definitivamente tem toda autoridade nos céus e na terra: "Nem todo aquele que me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: “Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?”. Então eu lhes direi claramente: “Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal”! (Mt 7. 21-23). Crer também é pensar!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
O Discipulador...
Jesus definiu o discipulado como uma relação comprometida e pessoal (Mt 28.18-20)! Na cultura moderna, quase tudo é descartável, incluindo relacionamentos! Deixamos de crescer com nossas dificuldades e conflitos, fazendo do escape uma solução, ou até mesmo fingindo que tudo vai bem. Infelizmente, como poderemos ser um discipulador se não sabemos nos relacionar primeiramente conosco mesmo? Como ser um discipulador se temos uma saúde emocional comprometida? Como ser um discipulador se nossa família vive conflitos domésticos sérios? Como ser um discipulador se não aceitamos ser supervisionados, ensinados e de certa forma, corrigidos, para que se evite erros irreparáveis, tristezas e até perdas ministeriais? O apóstolo Paulo diz aos irmãos em Éfeso: “Cuidem de vocês mesmos...” (At 20.28)! Ninguém faz a Obra do Senhor sozinho, somos uma equipe e precisamos uns dos outros! Quem está por trás do discipulador? A equipe (a congregação)! Todos são importantes, pois o discipulador faz desse convívio um importante encontro com Jesus diariamente, onde a revelação do Pai se manifesta em tudo o que faz de forma especial! O discipulador é amigo, e como tal; aceita que outro amigo (da congregação ou de fora) exponha em amor suas falhas, pois é assim que age com todos e dessa forma há correção e não perdas! Queridos, precisamos de amigos, pois eles nos lembram; que não estamos em “corpo glorificado” ainda (Fl 3.20,21)! Portanto, mesmo estando em posição de autoridade, podemos cometer erros. Não estamos acima de ninguém! Quais são os seus propósitos como discipulador e como Igreja? Você realmente sabe pra quem trabalha, a quem serve? Em qual lugar da “estrada” você se perdeu da companhia de Deus? O caminho era reto e você preferiu a bifurcação? Volte! Você apenas tem sobrevivido! Volte para a companhia do Pai!
sábado, 19 de novembro de 2011
Hoje é dia da Bandeira!
Hoje é o Dia da Bandeira!! “Salve lindo pendão da esperança. Salve símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança. A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra, em nosso peito juvenil, querido símbolo da terra, da amada terra do Brasil.” (Trecho do Hino a Bandeira). O dia da Bandeira é um dos momentos de lembrarmos e homenagearmos os símbolos que representam nossa pátria. A cada dia o civismo brasileiro é colocado à prova e sempre que o povo brasileiro encontra-se nos seus momentos de gloria ou de dor temos tremulando sobre nossas cabeças a imponente Bandeira do Brasil, símbolo de glórias passadas e futuras! As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D. Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar em nossa pátria.
Viver é uma aventura, uma aventura perigosa! A estrada da vida está juncada de espinhos, armadilhas e “minas” prontas a explodirem. Cristianismo não é uma apólice de seguro contra os acidentes da viagem rumo à Canaã celestial! Acredite: temos dupla cidadania mesmo assim!
Qual bandeira será hasteada hoje? Em que “monte” ela está fincada? Ela está tremulando livremente ao som do vento e na força da fé? O “Sol da Justiça” tem aquecido o teu solo? Queres subir e contemplar o brilho dessa flâmula altaneira? A bandeira do Cristianismo tem uma cruz vermelha representando a fé cristã, o amor de Deus e a promessa de vida eterna! O azul em volta representando a fidelidade dos cristãos e o fundo branco significando pureza, inocência e paz! Essa é a bandeira que devemos arvorar todos os dias como soldados; fazendo no solo hasteada a “Pátria Mãe”, o Monte Santo do Senhor! Uma bandeira erguida é sinal de autoridade e respeito por direito! Ela nos remete a uma lembrança heroica de conquista, de independência e de poder, a qual homens e mulheres vêm com respeito e admiração. Erguer uma bandeira é identificar-se com ela! Qual bandeira será hasteada hoje? Hastearei as duas!!!
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Nem só de pão vive o homem...
O estudo é para a vida intelectual, o que a oração é para a vida espiritual. Sem o estudo ou o aprendizado a vida espiritual torna-se superficial e meramente sentimental, e a fé pode facilmente ser destruída por argumentos falaciosos dos que não têm compromisso com a Palavra. É o estudo da doutrina que fundamenta a fé, pois, “Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4.4) . Cada ser humano é um ser moral! Nossas mentes foram constituídas de tal maneira que somos capazes de perceber uma certa qualidade moral nas ações, podendo aprová-las ou não. Não podemos ignorar que existe um disseminado sentimento negativo contra o estudo sistemático das Escrituras. Em alguns meios cristãos esta mentalidade é difundida e confundida com a verdadeira espiritualidade. Uma espiritualidade irracional, em que o Espírito Santo somente age onde a mente não atrapalha! Este “sentir” e “experimentar” tem se tornado o critério da verdade, que passa a ser subjetiva e não verificável. Assim, a sociedade pós-moderna tem seu cenário preparado por esta sutil mentalidade (falaciosa). Este sentimentalismo rejeita qualquer elaboração doutrinária que dependa da lógica, como se esta fosse algo puramente carnal, e não uma dádiva de Deus, para o correto raciocínio das matérias sagradas.
No finalzinho de sua carreira, Paulo escreveu a Timóteo. Ele tinha lido e estudado a Bíblia (Antigo Testamento) a sua vida toda! Mas agora, mesmo no final da linha, a fim de manter a sua alma viva, ele pede que seu filho na fé lhe trouxesse os seus “livros, especialmente os pergaminhos (rolos contendo o Antigo Testamento)” (II Tm 4.13). Que lição! Você quer se manter estimulado na leitura da Bíblia? Então leia e, principalmente, estude as Escrituras acompanhada de bons livros! Este é o segredo de Paulo e de todos os grandes homens e mulheres de fé de todos os tempos! Cada porção das Escrituras revela um padrão ético e moral que supera em muito os padrões esperados de homens e mulheres comuns. O foco da ética e moralidade bíblicas não se atém apenas ao que a pessoa faz, mas ao que a pessoa é! Queridos crer também é pensar!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Ainda sobre mudanças...
Ainda sobre mudanças... Na vida de cada um de nós existe um momento que nos separa do que éramos, para nos transformar no que somos hoje! Alguns são marcados por uma experiência traumática, outros são marcados por um novo emprego, que veio a mudar sua perspectiva de vida, outros são marcados por um momento de extrema alegria como o nascimento de um filho, entre outras coisas. A realidade é que todos nós temos um momento em nossas vidas em que deixamos de ser algo para nos tornarmos outra pessoa, melhor ou pior! A luta constante contra a ansiedade, o impulso quase incontrolável de agir por seus próprios meios e força, são difíceis realidades de muitos. Nem sempre é fácil compreender na prática que "Todo propósito tem um tempo determinado por Deus para acontecer" (Ec 3.1)! Vivemos situações e enfrentamos circunstâncias que aparentam necessitar de respostas e soluções urgentes, mas nesses momentos cruciais parece que tudo está acontecendo em câmera lenta, e a ansiedade se transfigura em uma aflição, angustiante, quase letal.
Há saída para o que estamos vivendo? Acredito que sim! Acredito que há uma saída e ela está no resgate do valor intrínseco da existência! Acredito que a vida como um todo, e a vida humana em especial, surgiu pela ação de um Criador, onde a vida humana não existia, passando a existir pela decisão e ação de um Criador pessoal. A Bíblia fala do fôlego da vida para referir-se ao elemento vital que foi doado pelo Criador para que passássemos a existir. A vida é um presente de grande valor! Sob a ótica da criação, é fácil entender isso... Deus doou parte de Sua essência vital, soprou o fôlego da vida e nos presenteou com a existência! A vida então se reveste de sacralidade, assume a imagem de quem a gerou (Gn 1.26, 2.7). A vida humana é o bem mais precioso de que dispomos. A única que irá transpor a eternidade! Preservá-la, protege-la, amá-la e vivê-la com amor faz parte das expressões mais elevadas do caráter de Deus. Portanto, permita-se mudar ou se preferir, ser mudado para melhor usufruir das benesses do Pai de Amor!!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Meditando sobre mudanças...
Mudanças... Ao longo de minha jornada tenho passado por muitas mudanças! Mudanças necessárias, oportunas, buscadas, inesperadas, dolorosas, felizes, mudanças que têm me feito crescer! Porém, mudança significa lidar com o desconhecido e por essa razão, muitas vezes o medo assola nossa alma nos levando a desistir, parar, nos fechar em nós mesmos, perder oportunidades, romper com pessoas, matar sonhos, etc, etc, etc. Mudanças trazem o novo, e isso pode ser tanto ameaçador quanto exaustivo! Acredite a mudança sempre vai requerer mais da nossa atenção! Já que a mudança é inevitável, precisamos compreender como ela nos afeta para que avancemos nelas e não lutemos contra, abrindo porta para a discórdia. Quando abraçamos a mudança, em vez de resisti-la, nos inclinamos a continuar a viver em harmonia com os outros, liberando dessa maneira o fluxo da força de Deus e as bênçãos em nossa vida.
Observando a criação, percebemos que ela vive em constante mudança, a vida em sua essência é dinâmica! A natureza, as estações, as fases da vida humana, tudo muda. Aquilo que possui vida está sempre em constante mudança. Se pensarmos em nossa vida espiritual percebemos este mesmo princípio, estamos em processo de mudança do imperfeito para o perfeito, sendo Cristo o nosso modelo! A teologia da regeneração fala sobre mudança, e o apóstolo Paulo em seus escritos afirma esta verdade: “Essa natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está sempre renovando para que ela se torne parecida com ele...” Cl 3.9. Chegando esta época do ano, penso ser extremamente valioso pensar nesse assunto. Porque já é Novembro, daqui a pouco é Ano Novo outra vez, e talvez não tenhamos conseguido mudar nada do que se havia planejado quando Janeiro só começava... Só existe um poder capaz de gerar mudança duradoura, é o poder de Deus, que primeiro toca o interior, o coração da pessoa! É aí que começa a verdadeira mudança. Permita-se mudar!
sábado, 12 de novembro de 2011
Pensando sobre omisão
Tenho pensando sobre omissão... É cômodo ficar em silêncio diante de algumas situações que nos deparamos em vários campos da nossa vida. Situações em que ficar calado não vai irritar ou aborrecer alguém que deveria ser confrontado, admoestado, aconselhado. Foi o que ocorreu com o sacerdote Eli e seus filhos! A família do sacerdote Eli viveu muitas confusões, embora consagrados para o serviço nas coisas de Deus, Eli e seus filhos (Hofni e Finéias) não foram fiéis no sacerdócio. Mas a Bíblia enfatiza o erro de Eli, que era o pai e não havia repreendido os filhos em seus erros. A omissão de Eli trouxe grandes danos a ele próprio, aos filhos, e ao povo de Deus! Num mesmo dia morreram Eli, Hofni e Finéias, e também a arca de Deus, responsabilidade dos sacerdotes, foi tomada. A arca de Deus representava a presença de Deus no meio do povo. A falha no sacerdócio traz danos terríveis a todos que dependem dele, inclusive o sacerdócio do lar! Esses acontecimentos estão registrados no primeiro livro do profeta Samuel, que ainda registra que os filhos do próprio Samuel também não andaram segundo a vontade de Deus. Mas nesse relato há um detalhe, o profeta Samuel não foi repreendido por omissão. Os filhos foram alvo da repreensão de Deus, mas não o profeta, pois não foi omisso.
A verdade, seja a pior e a mais indesejada, tem de ser exposta para a devida correção. Há determinados dramas na vida que poderão ser poupados na vida dos nossos filhos, amigos, igreja, etc se formos; presentes e atentos a todos os acontecimentos que nos cercam e principalmente fieis aos ensinamentos de Cristo. O Sagrado não comunga com o profano, lembre-se disso!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Estar Comprometido...
O Nosso Deus é um Deus de compromisso! Ele está comprometido conosco 24 horas, Ele tem uma aliança conosco e um compromisso de nos guiar, nos guardar, nos proteger, nos fortalecer, nos curar e nos suprir em todas as nossas necessidades (Dt 29.10-12). O compromisso com Deus exige renúncia (Lc 14.26,27), disciplina (Rm 12.1-12) e perseverança. Muitas vezes passamos anos envolvidos com a Obra de Deus, mas não estamos comprometidos com o seu crescimento! Todos, desejamos viver uma espiritualidade profunda, um grande comprometimento com a Palavra, onde todo o propósito da vida cristã é glorificar a Deus. Todas as palavras que falamos; toda nossa submissão aos preceitos de Deus, toda convivência com os outros, todo emprego das responsabilidades dadas por Deus através dos dons e talentos, todo modo de agir diante das oportunidades ou circunstâncias da vida, tudo deve ser procedido de tal forma que glorifique a Deus (Cl 3. 23). Queridos, espiritualidade é desfrutar de privilégios em Cristo e isso só ocorre quando temos compromisso com Ele e Sua Palavra (Rm 8.15-17). Portanto, seja um discípulo comprometido com a causa de Cristo, e uma pessoa que busca desenvolver o caráter e o testemunho de Cristo em sua vida (Jo 8.31). Crer também é pensar!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Sobre Oração...
Quando oramos somos ajudados a atravessarmos as crises diárias da nossa vida, sendo impelidos pela mesma a transpor obstáculos, nos arrancando dos “desertos” que nos encontramos. A oração é a energia de que eu e você necessitamos para obter as respostas que buscamos. A oração nos faz lembrar quem está no controle! Geralmente, gastamos muito tempo resmungando, focados no problema enfrentado, quando poderíamos estar orando, glorificando ao Senhor audivelmente ou em nosso espírito. Reconheça a presença de Deus em qualquer lugar! A oração não é uma atividade para Deus! A oração é você ter consciência de Deus em sua plenitude, o que lhe levará a orar initerruptamente! Não tenha com Deus um relacionamento baseado em uma constante negociação, pois os caminhos da atuação divina quase nunca seguem uma linha reta, o que significa que nossas orações podem muito bem produzir respostas diferentes das esperadas, onde elas sempre são atendidas de maneiras, que não poderíamos prever ou imaginar. Sabe queridos; quanto mais conhecemos a Deus e Sua vontade, tanto maior a probabilidade de que nossas orações estejam em sintonia com a vontade Dele! Em outras palavras, aquele que trabalha em íntima parceria com Deus vê crescer sua capacidade de discernir o que Deus quer realizar aqui e ora de acordo com essa visão.
Atente: Uma vez que Deus está no controle, Ele sabe qual é a melhor solução... Dê a Deus liberdade para trabalhar em sua vida. Descanse nos braços do Pai!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A Culpa é o algoz da Alma humana
A culpa não deve nos deixar inertes e abalados diante de um erro ou pecado já confessado e perdoado. Culpa pode ser definida como uma condição moral ou legal que resulta da violação de uma lei escrita, moral, intuitiva ou espiritual. Você se decepcionou? Tem algo do seu passado que volta e meia lhe atormenta, persegue? O que lhe aflige nesse exato momento? Deus não nos chamou para vivermos debaixo de culpa, pois Jesus já nos libertou e, verdadeiramente, somos livres (Cl 1.12-14)! Quem primeiro tem que acreditar nessa verdade é você! Leve suas falhas morais ao Trono da Graça de Deus e encontraras misericórdia. Além do sentimento de culpa, devemos ainda observar a questão de esconder o erro, o pecado e conviver com eles... Quando lemos o texto de Pv 28.13, vemos que a palavra “encobrir” possui, nesse contexto, o mesmo significado que mentir, ocultar. Portando, nunca esqueça: a culpa é o algoz da alma humana! Acredite: Há bálsamo em Gileade para suas feridas!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Gósen - lugar da presença de Deus!
As visões e sonhos que Deus nos concede em momentos de aflições, indecisões, dores são como uma escada colocada junto ao muro da impossibilidade, onde o Espírito Santo nos convida nos momentos de comunhão à subir esta escada, para vislumbrarmos o que há do outro lado do “muro”. A tristeza e o desânimo levantam muros altos, que nos impedem de ver que estamos a um passo do socorro, da provisão, do alento... Lembre-se: Deus não quer que sejamos surpreendidos por ataques e muito menos, que tentemos agir e reparar as “brechas” em cima da hora! Cuidemos para que nossos planos procedam de Deus!
A geração que nasceu no Egito cresceu olhando para os tijolos, cargas e para o barro (Êx 1.13,14). Não havia sonhos porque o sofrimento do cativeiro havia formado “muros” interiores que limitavam suas mentes e emoções. Esses “muros” interiores foram vencidos a partir do momento que começaram a ouvir Moisés e Arão, lembrando-os das promessas e fazendo-os recordar de sua verdadeira identidade (Gn 12.3, 15.13,14). Com a Palavra de Deus em seus ouvidos foram se fortalecendo e os sonhos voltaram a trazer esperança em seus corações feridos. Os “muros” mentais e emocionais ruíram e eles se fortaleceram, a ponto de tomar posição de ficarem separados na terra de Gósen (Gn 45.10 - Provável "Terra de Ramessés". Parte leste do delta do Nilo. Perto de Tânis), onde a proteção, provisão, e a segurança de Deus pairava!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O Céu Reina
O Céu reina! Porém, às vezes a vida parece um inferno! Quantas pessoas em momentos tensos em seu trabalho, casa, parentela, já proferiram a expressão: “Isto aqui é um Inferno”! Outros, por sua vez, por causa das circunstâncias da vida e do desespero momentâneo dizem: “Minha vida é um Inferno”! Apesar de tudo isso, o Céu reina! Sabe queridos, dizer que “o Céu reina”, significa dizer que Deus está no controle de todas as coisas. É dizer que Deus é o Senhor e nada foge ao Seu controle! Mas como o Céu reina se tudo parece uma bagunça? O Reino dos Céus foi implantado por meio de Cristo, mas ainda não consumado em sua totalidade, o que será no retorno de Cristo. Esta é a tensão cósmico-teológica na qual vivemos: somos cidadãos do Céu, temos um novo Rei, novos valores, novos pensamentos, tudo novo, porém vivemos no velho... Isto gera tensões, quase incontornáveis. Porém, mesmo ainda não consumado, o Céu reina!
Quando o profeta Daniel foi levado em cativeiro, uma situação completamente contrária e adversa, tudo poderia contribuir para o desânimo e depressão dele, contudo, Daniel tinha o Céu reinando em seu coração e sua vida, e sabia que Deus estava no controle de todas as coisas. Mesmo estando em cativeiro, com o Céu reinando no coração, muitas coisas podiam ser mudadas... As armas de Daniel não eram as mancomunações de seus inimigos, eram a integridade e fidelidade a Deus! Não use as armas de seu inimigo. Suas armas são diferentes. Não responda na mesma moeda, sua moeda é diferente. Sua moeda é o amor! O que Jesus propõe não é mudança de natureza, mas mudança de forma de relacionar-se, ou seja: não deixamos de ser ovelhas, mas com lobo a gente age diferente! Queridos, quando o Céu reina, analisamos a situação de maneira coerentemente espiritual, mesmo no cativeiro. Nossa maneira de ver parte da perspectiva da Escritura não de nossos pensamentos, estudos, “achimos”, “visões”, “profecias” e etc.
Tudo o que recebemos é Graça de Deus. Sua Graça caminha com Seus demais atributos: justiça e simplicidade! Ser simples em Seus atributos, significa que todos eles estão no mesmo patamar de igualdade. Nenhum é maior que outro! Assim sendo, Deus não nos dá por mérito, mas por Graça, porém na Sua Graça, também opera Sua justiça! Não merecer a Graça e pecar deliberadamente é diferente! Não mereço nada de Deus, mas Ele me dá. Isso é graça! Peco deliberadamente. Ele continua dando Graça, mas piso nela; rejeito... Como a justiça opera sobre todos, vejo a maldição me alcançar, pois rejeitei a Graça. Deixe o Céu reinar em seu coração para sua percepção espiritual ser mais concreta. Fazendo assim, seu “cativeiro” não mais lhe prenderá, mas regado pelo Espírito se transformará em terra que mana leite e mel, a desejada Canaã, ou melhor: o descanso da alma!.
domingo, 30 de outubro de 2011
Pensando sobre Mente Cauterizada...
Pensando sobre mente cauterizada (I Tm 4.1,2)... Tenho percebido que esse assunto, de maneira muito sorrateira, tem invadido e se fortalecido no meio da Igreja atual, e infelizmente, muitos líderes não tem percebido o quanto Satanás, em sua sagacidade milenar, inclui e colabora com esse que é um dos males do século XXI na vida da Igreja Moderna. Mente cauterizada indica pessoas que não sofrem mais nenhum tipo de mudança, pois o que é ensinado, não penetra mais em sua vida, sua mente está morta para a Palavra de Deus, e o que tem conotação espiritual não o incomoda mais, seja para bem ou para mal. O apostolo Paulo adverte Timóteo mostrando os perigos dos últimos dias, para nós, os perigos da modernidade! Pessoas que estão envolvidas com a Igreja, mais não estão convertidas ao senhorio de Cristo, pessoas que se decepcionaram com Cristo, por causa do envolvimento frustrado com a Igreja, tudo isso se tornou um campo fértil para a ação de demônios, fazendo com que pessoas desistam de sua fé, e ouçam, ou se prendam muito mais ao que os demônios falam, do que aquilo que Deus tem falado através de pessoas que ainda estão comprometidas ao Evangelho simples e prático de Jesus Cristo.
Infelizmente, algumas pessoas ao longo de sua caminhada e fé cristã, acabam perdendo o cerne de sua relação com Deus, são seduzidas por um estilo de vida que não tem nada semelhante ao cristianismo, começam a jornada para tentar aperfeiçoamento espiritual sustentado em ações completamente humanas, como se por nosso esforço pudéssemos desenvolver uma espiritualidade mais apurada. Começam então a desenvolver um cristianismo onde sua espiritualidade depende do quanto jejuam, ou do quanto oram, e ainda mais, acreditam que ser abençoado depende de uma ação completamente dele, esquecendo-se assim da Graça que nos acolhe e nos coloca diante de Deus sem merecimento ou esforço algum. Entenda: oração, jejum e o esforçar-se faz parte da vida cristã, porém, eu não creio mais ou menos porque jejuo, eu jejuo porque creio e assim todos os outros valores da vida cristã devem ser! Deus exige uma mente transformada, uma mente que vê o mundo de uma perspectiva diferente onde o conhecimento das Escrituras revelam a mente de Deus! Crer também é pensar...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Pensando sobre "remover marcos"
Lemos em Pv 22.28: Não removas os marcos antigos que puseram teus pais! As máximas de Provérbios não são promessas absolutas, mas princípios gerais baseados na observação cuidadosa da experiência humana. Portanto, devem ser reconhecidas como diretrizes gerais, não como observações absolutas; não são promessas couraçadas!
Uma boa exegese nos previne de violentar o texto bíblico com os nossos pensamentos imperfeitos. Nesse provérbio quando Salomão escreve “marcos antigos”, o autor se refere a “pequenas pedras semelhantes a pilares com elaboradas inscrições de palavras e desenhos”, ou seja, era um demarcador de terras que mostrava um limite onde não se poderia ultrapassar, pois assim o infrator estaria tomando posse de uma terra alheia. Na Nova Tradução Linguagem de Hoje (NTLH) o texto fica mais claro: “Não mude de lugar os marcos de divisa de terras que os seus antepassados colocaram”.
Esse texto nos ensina a prática da integridade, respeito e justiça! O versículo não está ensinando que todas as tradições dos antepassados devem ser mantidas intactas, apesar de sabermos o valor de nossa herança histórica. É importante lembrar que somos propensos a universalizar nossas próprias convicções pessoais; queremos tornar absoluto o que deveria ser relativo. Não podemos valorizar a forma em lugar da essência; não podemos transformar preceitos em princípios; não podemos tornar absoluto aquilo que é relativo; não podemos transformar tradições em doutrinas; não podemos desprezar a interpretação bíblica em nome de justificativas injustificáveis e até de ordem pessoal. Quando fazemos isso, prejudicamos a nós mesmos e a comunidade cristã.
Nesses tempos modernos muito se têm perdido dos verdadeiros valores que estreitam as relações humanas. O homem tem regredido nos valores sociais, morais, e no respeito para com seu semelhante, não obstante o avanço tecnológico. De fato a doença do individualismo e egoísmo exacerbado é em consequência das fragmentações desses valores perdidos! As relações com meu próximo demonstrarão se de fato eu creio em Deus!(I Jo 4.20,21). Queridos, crer também é pensar...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Igreja, Corpo mistico de Cristo
Meditando sobre Igreja, Corpo de Cristo... Entende-se por Igreja a totalidade dos salvos em Cristo, dos que estão compromissados com a obra do Senhor, dos separados (santos) pela aceitação de Jesus como Senhor e Salvador, independentemente de instituição denominacionais, embora as igrejas possam apresentar divergências dogmáticas, litúrgicas, etc! A Igreja é aqui na terra o corpo místico de Cristo. Nesta acepção, é chamada Igreja Invisível, a que tem vida interior espiritual. Cristo é a cabeça desse corpo! Dá-se o nome de igreja local ao grupo de pessoas chamadas de membros, unidas na mesma fé em Cristo Jesus, que se reúnem regularmente em determinado lugar, sob a coordenação e direção de um líder espiritual. Neste caso, chama-se igreja visível, ou seja, a igreja institucional, organizada, formal, terrena. Individualmente, o membro da igreja não é Igreja (ele faz parte da Igreja)!
Longe de pensar na Igreja como grupo separado do povo judeu! Paulo escreve aos crentes gentios de Éfeso dizendo-lhes que anteriormente eles estavam “sem Cristo, separados da comunidade de Israel, sendo estrangeiros quanto às alianças da promessa, sem esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2.12), mas que agora eles “foram aproximados mediante o sangue de Cristo” (Ef 2.13). E quando os gentios foram trazidos à Igreja, judeus e gentios foram unidos em um só Corpo. Paulo diz que Deus “destruiu a barreira, o muro de inimizade, anulando em seu corpo a Lei dos mandamentos expressa em ordenanças. O objetivo dele era criar em si mesmo, dos dois, um novo homem, fazendo a paz, e reconciliar com Deus os dois em um corpo, por meio da cruz, pela qual ele destruiu a inimizade” (Ef 2.14-16). Portanto, Paulo pode dizer que os gentios são “concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular”(Ef 2.19,20). Com essa consciência ampla do pano de fundo do AT para a Igreja do NT, Paulo pode ainda dizer que “os gentios são co-herdeiros com Israel, membros do mesmo corpo, e co-participantes da promessa em Cristo Jesus” (Ef 3.6). A passagem toda fala fortemente da unidade de crentes judeus e gentios no corpo em Cristo e não dá indicação alguma de qualquer plano distintivo para a salvação do povo judeu independentemente do corpo de Cristo, a Igreja. A igreja incorpora em si mesma, todo o verdadeiro povo de Deus, e quase todos os títulos usados para o povo de Deus no AT, são em um lugar, ou outro, aplicados à Igreja do NT. Esses textos, juntamente com muitos outros, nos dão a segurança de que a Igreja se tornou agora o verdadeiro Israel de Deus!
Estamos vivendo momentos decisivos em meio a uma guerra milenar, entretanto, logo tudo estará terminado, onde o Deus de Paz estabelecerá o Seu Reino. As igrejas são quartéis e os membros são soldados desta guerra que logo terá fim, contudo, muitas igrejas estão alheias a esta guerra, vivem como se nada estivesse acontecendo e o pior é que muitas destas estão com suas estruturas em colapso!
As estruturas colapsadas revelam desabamento. Tem inicio por meio de danos estruturais nos componentes da edificação. Os danos estruturais são aqueles que comprometem a capacidade de sustentação da estrutura e podem afetar colunas, vigas, amarração e lajes. Lembrando que a fundação deve estar presente em toda edificação para dar estabilidade. Na carta aos Efésios o Apóstolo Paulo escreve sobre a Igreja sendo um edifício bem ajustado que foi edificada sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas de que Jesus é a principal Pedra de Esquina (Ef 2.19-22). Então toda construção, edificação ou obra deve ser iniciada sobre Cristo para que tenha fundamento forte, seja inabalável, suporte peso e tenha estabilidade! O que vemos nos dias de hoje são trabalhos, obras baseados em motivações humanas como vaidade, poder, ganância e inveja.
Na construção da Igreja, além dos dois fundamentos já postos os apóstolo e os profetas, foram colocados mais três alicerces, ou três ministérios fundamentais para edificação da Igreja que é o corpo de Cristo, os evangelistas, os pastores e os mestres, os quais possuem uma função primordial que é o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério. Por meio dos cinco ministérios os santos são conduzidos a maturidade espiritual para não serem enganados por qualquer ensino humano carregado de engano (Ef 4.11,12). O restante da edificação é feita por meio dos dons de serviço, o que além de ornamentar a igreja completa a estrutura. Esta estrutura cria um sistema de interação no Corpo. Aqui a igreja funciona sem a interferência humana, dirigida unicamente pelo Espírito Santo. Todas as áreas e todas as funções estarão bem desenvolvidas, ninguém é movido por questões humanas e sim por direção do Espírito Santo! O que tem dom de curar vai curar, o que tem dom de interpretar línguas vai interpretar e assim por diante.
Quando as estruturas entram em colapso, ocorre “desabamento” e as pessoas envolvidas são “soterradas por escombros”, ocasião em que muitas “morrem”! As poucas feridas que sobrevivem (membros) possuem pouco tempo de vida sem “alimento e oxigênio puro. Crer também é pensar!
domingo, 16 de outubro de 2011
Não interfira nos propósitos de Deus
Todas as vezes que o homem interfere numa área que não é de sua competência acaba arrumando problemas (curto, médio e longo prazo, não necessariamente nessa ordem)! Cito o exemplo do nascimento de Isaque (Gn 15-18). O que para Sarai, mãe de Isaque e mulher de Abrão, não tardaram! Ambos receberam de Deus a promessa de que teriam um filho (Isaque), mas como eram bastante idosos Sarai resolveu que seu marido teria relações sexuais com sua serva egípcia Agar. Sabendo de tal promessa, mas por demais ansiosa para ver seu cumprimento, não atinou para as consequências de seu plano, achando que poderia ajudar e colaborar, dizendo que os filhos que eles tivessem (Abrão e Agar), ela os tomaria por filhos legítimos. Consumado o seu plano, ela começou a se sentir menosprezada pela sua escrava, porém os problemas não se limitaram só a ela, eles se perpetuaram nas gerações subsequentes. Os descendentes de Isaque (os judeus), estão cercados pelos descendentes de Ismael (os árabes), tudo isso, como resultado da precipitação de uma mulher! Quanta guerra, dores, perturbações e problemas poderiam ter sido evitados! Precisamos entender que quando Deus nos faz uma promessa não precisamos ajudá-Lo, ela será cumprida porque Aquele que promete é poderoso para fazer (Gn 18.4)! E no tempo de Deus Isaque nasceu!
Os propósitos de Deus são insondáveis! Quem sabe nesse momento estejamos vivendo uma situação aflitiva, onde não vemos humanamente uma saída e nem sabemos o que fazer. Muitas vezes o Senhor permite que cheguemos a esse ponto de total desespero para que venhamos tirar lições para a caminhada (Is 55.8,9). Alguns dos propósitos de Deus fogem da nossa inteligência e lógica! O que precisamos é ter certeza que entre nós e o inimigo das nossas almas existe Deus!
O cristão não está imune às adversidades, não estamos ainda em corpo glorificado. Circunstâncias negativas acontecem para todo aquele que vive nesse mundo, a diferença está em quem temos colocado nossa esperança e a quem recorremos. Isso não quer dizer que vamos ficar de braços cruzados diante de uma promessa divina, mas fazer a nossa parte no mundo material, ter ação, correr em busca do objetivo, se capacitar e então, o sobrenatural fará o impossível! Deus não é nosso empregado, nós é que somos Seus servos! Volta e meia, nos esquecemos disso! Amados, ceder não significa ser derrotado! Não vá para o confronto sem que Deus o dirija, siga as orientações de Deus como o profeta Samuel (I Sm 16.1), porque você pode se decepcionar amargamente, e perder o melhor de Deus para sua vida em todos os campos. Deixe Deus agir! Quando Ele age em nosso lugar, evitamos tantas complicações, tantos problemas e dores, atitudes precipitadas, pois temos a oportunidade de ficar como Josafá (II Cr 20), assistindo a vitória! Acredite: Deus vai ao confronto por nós!
sábado, 15 de outubro de 2011
Ensinar
Ensinar é uma prática social ou, uma ação cultural, pois se concretiza na interação entre professores e alunos, refletindo a cultura e os contextos sociais a que pertencem. Assim, não se pode reduzir o conceito da prática educativa às ações de responsabilidade do professor e que, normalmente, ocorrem em sala de aula. O ato de educar, a ação educativa, transcende às ações dos professores e extrapola os limites físicos da sala de aula.
Ser professor significa tomar decisões pessoais e individuais constantes, porém sempre reguladas por normas coletivas, as quais são elaboradas por outros profissionais ou regulamentos institucionais. E, embora se exija dos professores uma capacidade criativa e de tomada de decisões, boa parte dessa energia acaba por ser direcionada na busca de solução de problemas de adequação com as normas estabelecidas exteriormente. Ser professor significa, antes de tudo, ser um sujeito capaz de utilizar o seu conhecimento e a sua experiência para desenvolver-se em contextos pedagógicos práticos preexistentes.
Prepara-se (o professor) para uma escola ideal, mas muito longe do “mundo real” onde quase nunca as condições mais básicas para a ação educativa estão presentes. A formação do professor se faz, ainda hoje, com base em estudos e modelos do passado baseados numa realidade ideal que nunca se concretizou.
O ensino (ação educativa) não deve ser colocado como algo apenas da esfera da escola (enquanto instituição organizada e voltada para a educação). O processo de ensino permeia todos os níveis de nossas vidas e da sociedade e, ao olharmos para qual é o papel do professor em sala de aula, devemos ter em mente não mais a ideia de formação de sujeitos aptos a atenderem às exigências do mercado, como mão-de-obra especializada e/ou consumidor. Significa perceber o processo de ensino com um processo de construção através da ação reflexiva de um sujeito completo, um homem (ser humano) consciente de seu papel social, mais tolerante e respeitador das diferenças, que sabe coexistir e que traz em si a consciência transitiva da superação, da mudança e do agir. Temos que nos lembrar que toda ação educativa deve ser feita no sentido de levar o homem a refletir sobre seu papel no mundo e assim, ser capaz de mudar este mundo e a si próprio! (pedagogicamente falando!).
Nesta era de cosmologia, evolução e genoma humano, existe a possibilidade de uma harmonia satisfatória entre as visões de mundo científico/pedagógico, social e espiritual, onde o domínio da ciência está em explorar a natureza e o domínio de Deus encontra-se no mundo espiritual – um campo que não é possível esquadrinhar com os instrumentos e a linguagem da ciência; deve ser examinado com o coração, com a mente, com a alma e com a Palavra. Nunca pensei em ser professora! Tornei-me professora quando busquei conhecer o Mestre dos mestres. Fui persuadida e persuadida fiquei (Jr 20.7a)!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Você é feliz?
Você é feliz? Observe o verbo dessa oração! Aqui a indagação é se você é feliz e não se você está feliz por um motivo qualquer. Contudo, algo que deve ficar bem claro é que existe uma grande diferença entre você ser feliz e você estar feliz! Quando, alguém nos pergunta, se somos felizes devemos pensar no contexto geral de nossa vida, não apenas em felicidades ou alegrias momentâneas já vividas, po...is a felicidade não se restringe a momentos, por mais especiais que sejam, mas em todo decorrer de nossa vida. E como tem sido a sua vida? Olhando tudo o que já passou, você pode dizer com convicção que é uma pessoa feliz? Ou você é daqueles que simplesmente já viveu ocasiões que lhe trouxeram contentamento? O que você entende por felicidade? Se você não a tem, o que lhe falta? O que te faria uma pessoa realmente feliz?
Muitos, sem perceber, buscam a felicidade em motivações erradas... Em um bem material, por exemplo. Mas bens materiais acabam, e quando isso acontece, a felicidade da maioria vai embora com ele. Se este for o seu caso, reflita sobre o assunto à luz da Palavra, porque a sua felicidade deve ser centrada em Deus. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (I Co 15.19).
Devemos sempre lembrar também que para sermos felizes precisamos contribuir para a felicidade dos outros, pois a felicidade não é egoísta, ela se importa com os que estão ao redor. Ela se prontifica a ajudar aos outros a serem felizes, e não simplesmente a terem momentos de regozijo ou prazer.
Para ser feliz é preciso que haja esperança em nós! E esta só pode ser alcançada em Jesus. Mesmo que estejamos passando por períodos de turbulências e provações, a felicidade continua a pulsar em nosso coração, porque sabemos em quem temos crido (II Tm 1.12). Lembre-se: Estar feliz é ter alegria em determinados momentos, mas ser feliz é uma opção de vida!
Muitos, sem perceber, buscam a felicidade em motivações erradas... Em um bem material, por exemplo. Mas bens materiais acabam, e quando isso acontece, a felicidade da maioria vai embora com ele. Se este for o seu caso, reflita sobre o assunto à luz da Palavra, porque a sua felicidade deve ser centrada em Deus. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (I Co 15.19).
Devemos sempre lembrar também que para sermos felizes precisamos contribuir para a felicidade dos outros, pois a felicidade não é egoísta, ela se importa com os que estão ao redor. Ela se prontifica a ajudar aos outros a serem felizes, e não simplesmente a terem momentos de regozijo ou prazer.
Para ser feliz é preciso que haja esperança em nós! E esta só pode ser alcançada em Jesus. Mesmo que estejamos passando por períodos de turbulências e provações, a felicidade continua a pulsar em nosso coração, porque sabemos em quem temos crido (II Tm 1.12). Lembre-se: Estar feliz é ter alegria em determinados momentos, mas ser feliz é uma opção de vida!
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