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domingo, 26 de outubro de 2014


Infelizmente, uma das poucas certezas que temos nessa nossa vida é a morte, portanto a morte não deveria nos surpreender, mas surpreende! Sei que às vezes ficamos chocados quando perdemos alguém, ficamos confusos... Ficamos ainda mais confusos quando a pessoa que parte é produtiva em todos os aspectos. É como se achássemos que o Eterno estivesse desperdiçando pessoas talentosas, chamando-as para Si. Não se preocupe, esses sentimentos são normais entre humanos! Porém, para os que têm esperança, além dessa nossa vida, sabem que esse é o último inimigo a ser vencido pelo ser humano (I Co 15.54, 55a)! Mas hoje quero falar de um outro tipo de morte: a morte dos sonhos, das conquistas, de um ideal, de felicidade (acredite, é possível ser feliz aqui na terra!). Quero falar da morte em vida! Morremos um pouquinho quando deixamos de acreditar que mesmo que sejam negros os dias à nossa frente, um sol se abrirá e iluminará nossa jornada. Morremos um pouquinho quando permitimos que o pessimismo se aliance conosco cegando nossa visão de que amanhã será um novo dia e dependerá de cada um de nos o que será escrito. Morremos um pouquinho quando um sonho audaz se esconde nos olhares do medo, da desilusão... o conformismos torna-se a única aliança que jamais deveria ter sido feita. Morremos um pouco quando as “janelas da alma” (olhos) são aprisionadas pelo medo do novo nos impedindo de passar pelas “portas” que se apresentam, nos tornando deficientes... Tornando-nos apenas andarilhos sem vida, pois a muito fomos sepultados pelos revezes da lida. Morremos um pouquinho quando deixamos vivos os sentimentos de morte e somos sepultados por eles. Querido, viva hoje com toda a força do seu coração, sabendo que os que mantêm vivos seus sonhos, ideais, conquistas, esperança são os sabem que a morte já foi vencida e a Esperança está conosco! Receba o meu abraço daqui de terras potiguares, pois estou viva!

 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

São várias as maneiras de tocarmos o céu e o podemos fazer sem nem ao menos sairmos do lugar, sem nem ao menos uma palavra ser pronunciada... podemos tocar o céu com o nosso coração, com o nosso pensamento, com os nossos sonhos! Não falo do céu hoje, como habitação do Eterno, mas falo como o lugar em que dou asas à imaginação, o lugar onde a alma humana usufrui de sentimentos destinados apenas a humanos, como eu e você! Pois é, você deve estar se perguntando: aonde ela quer chegar? O que quer dizer? Uma das formas que particularmente vejo o céu é como o lugar de sonhos realizados. Falo do lugar que alegra a caminhada nessa nossa jornada de tantos encontros e desencontros. Falo da lágrima que emoldura o rosto na alegria de cada chegada, do andar de mãos-dadas pelos caminhos sinuosos pelos quais temos que passar quase que diariamente. Falo do céu das noites de luar e do que abriga o espetáculo do nascer e por do sol. Falo das conquistas por menores que sejam, mas que fazem toda a diferença para o nosso coração. Falo do céu como um lugar de dever cumprido, de esperanças renovadas, de afagos na alma humana, de refúgio para os sentimentos. O céu pode ser uma formatura, uma viagem, um premio, um passado, uma saudade... Querido, o céu de qual falo hoje, ele é conquistado por nós mesmos, como humanos que somos. Ele é o livre arbítrio das nossas escolhas! Ele é a ante sala do encontro com o Eterno! Receba o meu abraço daqui de terras potiguares, um lugar que tem sido céu pra mim.

domingo, 19 de outubro de 2014


Enfrentamos crises diversas no decorrer da nossa caminhada, convivemos com nossos medos, temores, ansiedades, frustrações, renúncias e perdas... Convivemos com nossas dores e fraquezas, convivemos com crises que muitas vezes julgamos infindáveis, aonde o pensamento que nos vem à mente, é o de que as promessas do Eterno fizeram outro caminho, menos o de nos encontrar! Talvez você esteja se perguntando: por que temos esses pensamentos? Porque somos humanos, querido! Sabe a crise jamais poderá anular as promessas do Eterno para você. Elas se realizarão! Há momentos em que somos encontrados pelos “terremotos” da vida e aí a diferença está em como enfrentamos esse “gigante” que se levantou, mesmo que o coração esteja sangrando e a vista turva pelas lágrimas em total desfalecimento, temos que trazer a memória o que pode nos dá esperança (Lm 3.21), e continuar a caminhada, como humano que somos, pois Ele ainda está conosco. Reaja, levante-se e comece, recomece quantas vezes se fizer necessário, mas não desvaneça. Há esperança para mim, para você! Portanto, caminhe sem olhar para trás, pois um novo dia se inicia e com ele as misericórdias do Senhor são renovadas (Lm 3.22). Receba o meu abraço nessa madrugada de domingo, daqui da linda Cidade do Sol, com todo o seu encanto.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Muita gente diz que é difícil começar uma caminhada. Pessoalmente penso diferente! Para mim, mais difícil que iniciar é continuar... De começos o mundo tá cheio! Ir em frente é mais complicado... Exige persistência e muita força de vontade! Requer que nós olhemos para trás com sentimento de satisfação pela experiência adquirida e não com remorso ou sensação de arrependimento. Que nós tenhamos sonhos, mas que vivamos os sonhos! Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa visão. Podemos ouvir os conselhos dos que estão a nossa volta, mas não devemos deixar de fazer o que julgamos correto, por causa de quem quer que seja. Porém, sei que muitas das vezes fazer o que julgamos correto sangra o nosso coração! Perseverança, paciência ou persistência são ingredientes indispensáveis em qualquer tipo de empreendimento. Quem desiste não faz história, mas quem persevera escreve a história. Não basta sonhar como aconteceu com José (Gn 37.19), é preciso não desistir dos sonhos, ser persistente! Entre sonhar e a realização do sonho, existem caminhos de provas a serem percorridos, onde etapas não podem ser queimadas. Sabe ser cristão é fácil, permanecer cristão é mais difícil. Requer mais entrega; mais submissão... Permanecer é um verbo passivo! Ao longo da vida subimos pequenos “montes” e, quando chegamos ao topo, descobrimos que diante de nós se levantam montanhas. Mas não desista de seus sonhos. Não siga o caminho da mediocridade. Olhe para as montanhas! Saia do vale do conformismo; largue as planícies da rotina e da monotonia. Atreva-se a subir a montanha! Subir a montanha não é fácil. Os pés podem sangrar. O suor corre pelo rosto, o cansaço toma conta do corpo. Quando se olha para trás, às vezes dá a impressão de que não se subiu nada. Quando se olha para cima, dá a impressão de que está bem distante. Às vezes, há momento de desânimo. Subir a montanha não é fácil requer persistência! E aí, vamos? Acredite: O maior erro que podemos cometer não é falhar por termos tentando, mas sim, falhar em não tentar! Persista, recomece.... essa oportunidade é reservada à humanos, como eu e você!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Refletindo sobre quando se tem uma única oportunidade... Quantas vezes nos vemos diante de oportunidades ímpares em nossa caminhada e as “desperdiçamos” pelo motivo mais simples: Não sabemos o que fazer, o que dizer! Qual a razão de agirmos assim? São muitas as razões, mas vou resumir dizendo que somos humanos e como tal, a perplexidade é uma das atitudes que mais paralisa o ser humano em ocasiões importantes, pois a expectativa sem um “plano” pode engessar a iniciativa e perder a alegria do momento. Fico imaginando a mulher do fluxo de sangue de Mc 5. 24-34, que só tinha aquela oportunidade de se aproximar do Mestre e não podia desperdiçá-la. Aprendo com essa mulher que vivia uma grande humilhação, que a persistência aliada com um plano e a esperança nos ajudam em nossas conquistas, em nossos momentos “ímpares”. Ter um “plano”, um objetivo nos aproxima mais da realização dos nossos sonhos, dificultando que ocorram os tais momentos de perplexidades e paralisias. Sabe querido, às vezes precisamos ter um “plano B”, para o caso de imprevistos. Pois é, às vezes não atentamos para os possíveis imprevistos e aí somos alcançados pela decepção. Nessa tarde um tantinho chuvosa aqui na Cidade do Sol, quero que atentes para a importância da história da mulher do fluxo de sangue, pois ela nos ensina a nunca desistirmos, por mais que não se vislumbre um raio de esperança nessa única oportunidade que esteja diante de nós! Forte abraço à todos!  

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Amanheci pensando no quanto é difícil dizer: É minha culpa! Algumas vezes tenho a sensação que sou inadequada quando me vejo diante de certos questionamentos que mais parecem uma acusação, uma sentença, do que realmente é o desejado. A Bíblia nos diz que Davi foi um homem segundo o coração de Deus (I Sm 13.14) não por nunca ter errado ou admitido seus erros, mas por sempre reconhecer sua culpa buscando corrigir suas atitudes, as quais julgava corretas. No coração do rei Davi encontrava-se o desejo de VENCER para que o SENHOR fosse glorificado! O que tem feito morada em nossos corações? A vida com todos os seus sonhos é conquistada com persistência, renúncias, exaustão física, atitudes de amor, perdão, condescendência e acima de tudo, reconhecer quando em nossa caminhada a culpa é nossa. Na conquista de nossos sonhos as noites de sono têm sempre o sabor do quanto à vitória se aproxima! Será culpa minha acreditar que a vida em todas as suas possibilidades, sempre será um desafio de conquistas diárias, na qual não devo me colocar no lugar de vítima, de alguém sem condições de conquistas? Por que não aceitar o desafio proposto pela vida e tirar dele os “nutrientes” que me levarão a dizer: Valeu a pena?! Já clareou aqui na Cidade do Sol e lhe convido a buscar renovo aos pés da Cruz, onde não há lugar para medos e culpas, mas para ser mais que vencedor! Seja acarinhado por mim daqui de terras potiguares.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Refletindo sobre Mudanças... Ao longo de minha jornada tenho passado por muitas mudanças! Mudanças necessárias, oportunas, buscadas, inesperadas, dolorosas, felizes, mudanças que têm me feito crescer! Porém, mudança significa lidar com o desconhecido e por essa razão, muitas vezes o medo assola nossa alma nos levando a desistir, parar, nos fechar em nós mesmos, perder oportunidades, romper com pessoas, matar sonhos... Mudanças trazem o novo, e isso pode ser tanto ameaçador quanto exaustivo! Acredite a mudança sempre vai requerer mais da nossa atenção! Já que a mudança é inevitável, precisamos compreender como ela nos afeta para que avancemos nelas e não lutemos contra, abrindo porta para a discórdia. Quando abraçamos a mudança, em vez de resisti-la, nos inclinamos a continuar a viver em harmonia com os outros, liberando dessa maneira o fluxo da força de Deus e as bênçãos em nossa vida. Se pensarmos em nossa vida espiritual percebemos este mesmo princípio, estamos em processo de mudança do imperfeito para o perfeito, sendo Cristo o nosso modelo! A teologia da regeneração fala sobre mudança, e o apóstolo Paulo em seus escritos afirma esta verdade: “Essa natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está sempre renovando para que ela se torne parecida com ele...” (Cl 3.9). Querido, só existe um poder capaz de gerar mudança duradoura, é o poder de Deus, que primeiro toca o interior, o coração da pessoa! É aí que começa a verdadeira mudança. Permita-se mudar! Receba o meu abraço daqui da linda Natal.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Pensando como cristã, escrevendo como cristã... O contexto geral de Rm 8.28 é um em que Paulo trata do viver pelo poder do Espírito em meio ao sofrimento e a dor. Paulo não era indiferente ao sofrimento, ele tinha consciência de que não estava em “corpo glorificado”! Suas várias experiências a ponto de morte, açoitamentos, prisões, e perseguições foram suficientes para erradicar qualquer ingenuidade que pudesse se ocultar em seu coração. Quando lemos Rm 8.28 em seu contexto, nós podemos dar uma resposta positiva à questão da dor e do sofrimento no mundo. Não vemos nada de bom na miséria e nos desastres deste mundo, mas este mundo não é toda a realidade que existe. Há um “até então...”. Há um lugar além do horizonte do qual nossos sentidos podem apreender, e é mais real e mais duradouro do que o que experimentamos nesta casca mortal. O Eterno está usando o presente, até mesmo um presente miserável, para nos conformar à imagem do seu Filho. Se definirmos o que é “bom” como apenas o que podemos ver nesta vida, então perdemos a mensagem deste texto. Pois, como Paulo havia dito antes no mesmo capítulo, “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8.18). Somos tentados a deturpar o sentido desse texto (Rm 8.28), acreditando e ensinando que se nossas vidas forem confortáveis, se tivermos riquezas, boa saúde, então, está tudo bem! Mas, este não era o “bem” que Paulo tinha em mente, e este não é o alvo da vida cristã! Consegui me fazer entender? Crer também é pensar querido! Seja acarinhado por mim nessa madrugada, um tantinho chuvosa, aqui de terras potiguares.

domingo, 20 de julho de 2014

Refletindo sobre “um olhar que não deseja ser visto”... Olhamos muitas vezes sem de fato vermos o que se apresenta em nossa frente ou tentamos enganar a nós mesmos repetindo várias vezes que não vimos? Será ainda que olhamos, mas não desejamos ser vistos? “Um olhar que não deseja ser visto” observa sem participar, caminha sem compartilhar da companhia, escuta sem opinar, se alegra sem externar, chora sem ser ouvido e o mais doído: Sua ausência jamais será sentida!  “Um olhar que não deseja ser visto” sempre estará à margem da vida, dos sentimentos que caracterizam os humanos, como eu e você. Qual a razão de olharmos sem querermos ser vistos? Sabe querido, através do olhar conseguimos captar palavras não pronunciadas ou até mesmos compreendermos sentimentos jamais revelados, mas isso só acontece com os que desejam serem vistos! Ao sermos vistos temos a oportunidade de expressarmos pensamentos e todos os sentimentos que “caminham” conosco ao longo do tempo e que tinham no silêncio observatório a alegria do contentamento. Existe um olhar que sempre deseja ser visto, ele é calmo, sereno e tranquilo. Ele é o próprio Amor. O olhar do Eterno é a nossa esperança! Nessa madrugada, daqui da linda João Pessoa-PB, desejo que essas palavras façam a diferença na sua vida, acreditando que viver incógnito não foi o desejo do Criador para a humanidade. Fomos criados para celebrar a vida e a vida em abundância! Seja acarinhado por mim e saiba que me alegro em ver e ser vista por você. 

sábado, 19 de julho de 2014

Essa madrugada é diferente das demais: Estou em casa outra vez! Da varanda vejo as luzes e o silêncio que se faz ouvir madrugada a dentro, como se reverenciasse o sono dos que dormem, mas eu não consigo conciliar o sono... As luzes como pontos luminosos me reportam ao passado e percebo que nunca parti! O que é o retorno senão um encontro com a lacuna causada pelo tempo? Estou de volta! Por vezes, julgando conhecer o Eterno e a linguagem dos Seus mistérios, limitamo-Lo ou igualamo-Lo à nossa medida, tomamos a fronteira como destino e ficamos sem horizonte de progressão na permanente procura da verdade. Aí, somos surpreendidos como Elias, quando Deus muda de pedagogia e nos surge como ou onde não pensávamos encontrá-Lo. Estou de volta! Buscar a alegria e vivenciá-la é a meta de todo ser humano. Não há ninguém, em sã consciência, que não afirme que o maior objetivo de sua vida seja “ser feliz”. Estou de volta! Portanto, bom mesmo é está abrigado a Sombra da Cruz de Cristo e ser surpreendido por Ele, querido. Seja acarinhado por mim nessa madrugada de 02/07/2014, daqui da minha Pérola do Tapajós que tanto aquece meu coração.
Nesse dia que está quase terminando reflito sobre a alegria... A alegria é saber encontrar alegria nos que nos cercam, nos momentos vividos por menores que sejam e pareçam, pois esse é o caminho da felicidade humana, o qual sempre encontra o Eterno. Um coração alegre embeleza o rosto (Prov 15.13), é a única explicação para em meio às lutas dessa nossa vida, não perdermos a esperança de um amanhecer. A alegria nem sempre são sorrisos, choros, gritos, aplausos... A alegria muitas vezes é um silêncio profundo ouvido apenas pelo nosso coração e festejada por nossas emoções. É por isso que contadas vezes ouvimos alguém dizer: Estou tão feliz que estou paralisada! A alegria não depende de quanto recebemos, ela está alicerçada em nossas doações! A alegria trilha os caminhos dessa região tão imensa e intensa culminando com a beleza desse Pôr do sol sobre as águas do Rio Tapajós levando-me ao silêncio, pois ainda hoje o Eterno faz afagos na alma humana, pelo simples prazer de nos ver sorrir. A alegria é a fonte de rejuvenescimento da alma humana, estendendo-se a tudo e todos que estão a nossa volta. Ela é um “contágio” que conduz a felicidade! Esse dia está quase chegando ao fim e lhe convido a trocar pessimismo, dores, mágoas, derrotas e etc por um coração alegre, mesmo que o observado não seja o sentimento de alegria, pois seus dias aqui nessa terra serão mais abençoados e abençoadores se assim for decidido. Receba meu abraço cheio de alegrias, alegrias passadas e vivenciadas nesses últimos dias em minhas raízes, pois na alegria encontramos também o alimento e combustível para a caminhada diária, nunca solitária; de humanos, como eu e você, afinal Ele está conosco!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Chove um tantinho na Cidade do Sol e o dia está quase terminando e eu pergunto-lhe: Você deixou de ter expectativa sobre algo, alguém ou alguma coisa? Expectativa é espera, esperança, possibilidade, probabilidade. Expectativa é aquela “pitada” a mais que o racional, o esperado. É o sonho dizendo pra razão: Vou lhe surpreender! Temos vivido momentos difíceis, de desesperança, descrença e desilusão, portanto vivemos sem expectativas. Porém, quando seres humanos como eu e você, resolvemos acreditar que vale a pena surpreender e ser surpreendido, a caminhada é benéfica para os caminhantes e para os que se encontram a beira do caminho. Expectativa é a compreensão de que algo ou alguma coisa pode acontecer de bom em meio ao caos que muitas vezes nos encontramos, pois isso só é possível porque o Espírito ainda está conosco! Expectativa não é o desejo esperado é além do imaginado, do desejado, do sonhado por mim e por você. Expectativa é um tipo de combustível que fortalece e alimenta a alma humana diariamente na sua caminhada. Todos nós somos expectativas para os que estão a nossa volta, para a sociedade, para esse lindo planeta azul e para o Eterno, afinal a Sua Graça nos alcançou e Ele tem esperança que nenhum de nós se perca na falta de esperança, na dor, na ausência de fé, no orgulho, na soberba, na desunião, no desamor... Ele nos vê sempre como possibilidades! Um novo dia começa aqui na linda Natal e eu deixo você desejando uma madrugada de sono reparador para que sempre surpreenda e seja surpreendido na sua jornada terrena.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O dia termina e me pego refletindo sobre a condição de viver um empate. Empatar significa igualdade e não derrota! É comum na caminhada da vida vivermos muitos empates, sendo que alguns deles sem a opção de vitória, por menor que seja, a não ser a vitória de saber que todos os dias foram dias de tentativas. O empate às vezes funciona como um pedido de desculpas ou resposta para ver surgir o novo e todas as mudanças pertinentes. No empate não existe perdedor, existem os que resolveram caminhar no esforço de se manterem vivos. Por que preferimos empatar a arriscar uma derrota? E se ao invés de derrota fosse uma vitória? Penso que agimos assim por receio de sermos privados da companhia, das alegrias e até dos momentos difíceis que compartilhamos, pois tudo isso compõe nossa história. Empatar muitas vezes é assegurar que não haverá perdas, danos, desesperos, saudades, é ter a humildade de dividir e compartilhar “o nosso”. Empatar é escrever uma mesma história a duas mãos, guardando a peculiaridade de cada um. Por que na vida acreditamos que alguém tem sempre que ser o vencedor? Empatar não é errado, porém compartilhar é o que nos fortalece! Já é madrugada e eu desejo convidá-lo a compartilhar: alegrias, fé, amor, bênçãos, momentos, dores, angustias, medos, esperança, misericórdia, um olhar, sorrisos, abraços, despedidas, chegadas, lágrimas, nascimentos e renascimentos... Sabe querido, os “empates” só revelam a nossa humanidade, então deixe que o Eterno faça o Seu trabalho no sobrenatural, que no natural agimos nós. Seja acarinhado por mim daqui de terras potiguares.

domingo, 15 de junho de 2014

Em dias de chuva, nos tornamos reflexivos, declaramos sentimentos, importâncias, saudades, medos, falamos de verdades, as nossas verdades. Em dias de chuva fazemos uso da “licença poética” para externar o que na maioria das vezes, silenciamos. Em dias de chuva queremos ficar juntos para que nossos sorrisos não sejam solitários, mas que palavras sejam pronunciadas, compartilhadas sem temer ou pensar em compromisso. Em dias de chuva, bom seria se não houvesse desabrigados de tetos e desabrigados da falta de palavras que alimentam a alma, fortalecendo o espírito para continuarmos na jornada. Em dias de chuva para muitos, é como se os pingos representassem as lágrimas derramadas por toda uma caminhada até aquele instante, não importando se de alegrias ou tristezas. Por que nos assustamos com palavras em dias de chuva que falam de nossa importância, mesmo que sejam só palavras? Por que viver sob o domínio da “blindagem” (de qualquer coisa!), que se aproxime de nós? Em dias de chuva encontramos conforto, mão estendida, sorriso amistoso, palavras que aquecem o coração... Em dias de chuva o céu parece ser tão perto que temos a impressão de ouvir o bater das asas de anjos. Em dias de chuva o frio pode ser cortante, porém se a presença do Amado de nossas almas estiver entre nós, seremos aquecidos por Seu amor e então sobreviveremos. O dia está quase terminando e convido-lhe a compartilhar palavras, sentimentos, sonhos, momentos, mesmo que nunca se materializem pela razão humana. Convido-lhe a usufruir do sentimento de sentir-se amado, afinal Ele é Amor e ainda está entre nós. Dê-se essa chance e a vida vai sorrir para você mesmo em dias de chuva! Receba meu abraço daqui de terras potiguares em dias de muita chuva.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Por que não acreditar que a natureza em aliança com o tempo, possam confabular ao nosso favor? Por que não acreditar que no amanhecer de cada dia exista uma esperança nos aguardando, pois ela, a esperança, foi enviada única e exclusivamente para os aflitos, necessitados, pessoas humanas, como eu e você? Por que não acreditar que o vento pode ser o “correio” das palavras sonhadas? Por que não acreditar que as “águas” possam ser movidas para tão somente você banhar-se, não só uma, mas muitas e muitas vezes? Por que não acreditar que mesmo como náufrago de um mar bravio, o socorro será tão certo quanto o porto que nos aguarda para atracar? Por que ser incrédulo quando mais fácil é crer, pois a lição nos já foi ensinada? Por que não acreditar que ainda há beleza e bondade na terra ao invés de declarar “que o mundo jaz no maligno” como uma justificativa na maioria das vezes, para omissão, desprezo, falta de amor, compromisso, interesses particulares.....? Acredite, penso eu, o mundo jaz no maligno quando minhas atitudes e posturas não estão ligadas a Fonte, ao Eterno (I Jo 2.19). A Igreja e o Espírito ainda estão aqui, portanto Eles dominam o cosmos! Por que é mais fácil servir de “massa de manobra” do que buscar conhecimento, entendimento? Querido, a história da vida de cada pessoa só deve ser escrita por ela própria e com a orientação do Eterno, e isso se Ele for convidado. Por que se convida outras pessoas e nunca Aquele que colocou em nós o Seu Espírito? Sabe, desistir é fácil, é mais cômodo, mas nunca será a melhor solução. Então aproveite a companhia do Seu doce Espírito e alce voos! Receba meu abraço daqui de terras potiguares onde o sol sempre é constante aquecendo os que aqui chegam.

sábado, 10 de maio de 2014

Um dos sentimentos mais forte é a maternidade... Maternidade é a certeza de nos perpetuarmos através do olhar, do sorriso, da fala e de muito mais características que um filho venha a apresentar, seja biológico ou do coração. Maternidade é momento sempre único mesmo que haja outros filhos ou mesmo que se tenha “perdido” algum, não importando a forma, a circunstância. Maternidade é entender a linguagem de um amor para a vida toda, um amor que cuida, ampara, sente a dor na própria carne... Um amor que viaja no e com o tempo, onde os filhos sempre serão os nossos “meninos”, “as crianças”... Maternidade é a expressão muitas vezes de renúncias, de sonhos adiados e às vezes deixados ao longo da caminhada, pois a responsabilidade pelo bem estar físico e emocional de “nossas crianças” é sempre mais importante que tudo. Maternidade é brincar de esconde-esconde, é conhecer todos os filmes infantis de cada idade dos filhos, é aula de natação, futsal, balé, inglês... é ser necessária! Maternidade é entender de dormir tarde, acordar cedo, é se preocupar mesmo quando não há razão, pois senão não seria maternidade. Maternidade é desejar que eles cresçam e quando isso acontece sentimos saudades... saudade aliviada, pois não temos mais o mesmo vigor, caminhamos ao encontro dos netos! Maternidade é algo celeste para alguns e tormento para outros, para os que acreditam que “só se vive uma única vez”, esquecendo que nos filhos somos eternizados, perpetuados... Maternidade é a escalada certa para momentos inesquecíveis, gravados pela máquina mais sensível, o nosso coração! Nesse sábado nublado, aqui em Natal, envio o meu abraço pra todas as mulheres e especialmente à minha mãe dona Gercelina, que já experienciaram o sentimento da maternidade.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Amanheci com a seguinte palavra em mente: FOTOGRAFAR! O que significa fotografar? Fotografar é a forma humana de eternizar momentos não importando como! Também fotografamos palavras e atitudes e elas seguem conosco por toda uma vida... Você talvez esteja pensando que existem outras formas de fotografar e guardar as imagens em segurança, afinal dispomos de tecnologias avançadas na arte de fotografar. Infelizmente, ainda assim ela poderá ser perdida. Quando é uma fotografia impressa num papel ela pode amarelar, perder a cor no decorrer dos anos. Porém, quando se fotografa com as lentes precisas do coração, desfrutamos do som, do cheiro e até do toque do momento que se viveu. Tudo está vívido em nossas lembranças e sensações, portanto é algo eternizado! A decisão de eternizar momentos dessa forma é privilégio de humanos, humanos que todos os dias buscam melhorar na caminhada da vida. O que você tem “fotografado” nessa sua vida? Verifique se tais “fotografias” estão amarelando, mudando de cor ou se apagando por completo, para que a tristeza não lhe encontre e faça da sua emoção um porto seguro. “Fotografar” é contar histórias na esperança de compartilhamento com os que estão distante. “Fotografar” é trazer a memória momentos, quando a desilusão enfraquece nossa jornada. Nesse dia que se finda rogo-lhe que jamais esqueça a “fotografia” da Cruz com toda a sua esperança, paz, compaixão, ressignificação e amor. Receba o meu abraço daqui de terras potiguares, onde “fotografar” tem sido uma alegria.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Já é madrugada e olha eu aqui com minhas reflexões! Que tal caminhar comigo pela estrada do sentimento de frustração? Na maioria das vezes nos frustramos porque idealizamos momentos através do olhar, do desejo imaginado por nosso coração e somente nosso e não do outro. A frustração é a estrada, muitas vezes do arrependimento, da vergonha, da culpa, mas acima de tudo, é a constatação de que a emoção suplantou a razão! O caminho frustrante é comparado a uma viagem em que pegamos o voo errado e perdemos de usufruir da festa que estava planejada. Sabe, muitas vezes somos nós mesmos os responsáveis por permitir que a frustração ande de mãos dadas por nossos caminhos levando toda a tristeza que ela causa... Sentir-se frustrado em um primeiro momento, é constatar que todo o esforço foi em vão. O que se segue depois de tal constatação é a tentativa de encontrar ensinamentos, ressignificando esse sentimento. Quem sabe você não está vivendo um momento assim... Quero nessa madrugada de 06/05/14 lhe apresentar a mais linda “Janela” capaz de aquietar seu coração, compreender esse sentimento de impotência, esse sentimento frustrante pelo qual você está passando. Essa “Janela” é a única que verdadeiramente sempre que necessário, viaja no tempo e espaço só para lhe encontrar e tê-lo em Seus braços em um longo abraço, sem qualquer pressa de deixá-lo. Essa “Janela” transforma frustração na mais linda paisagem, onde humanos como nós, são acalentados e aquecidos com o Seu Amor. Portanto, troque a frustração pela presença dAquele que conhece bem a alma humana. Obrigada por sua companhia, ela faz meu coração sorrir!

domingo, 4 de maio de 2014

Mergulhada em minhas reflexões percebo que o “tempo” também pode ser mais que um aliado da existência humana, pode ser o encontro de vidas interrompidas, dores omitidas, medos impronunciáveis, distâncias incompreendidas, situações diversas que tornam a angústia a companhia diária. Mergulhada em minhas reflexões entendo que quando o “tempo” se encontra conosco, ele dispensa apresentações, explicações, formalidades, ele simplesmente nos encara e diz: cheguei, vamos nos acertar? O “tempo” não é o remédio para tudo, acredito que ele é a possibilidade de recomeço, de uma nova oportunidade... O “tempo” é uma janela que se abre na vida de mortais, como eu e você, com objetivos vários, mas o principal é o de nos fazer voltar à vida com a intensidade perdida no passado e a coragem conquistada no presente. Nessa madrugada de maio/2014 convido-lhe a refletir sobre o seu “tempo” e o que ele tem lhe apresentado como aliado que é de sua caminhada. “Tempo” significa vida, portanto não desperdice cada instante, quando muitos lutam ferozmente para estenderem os seus! O Eterno nos diz que há “tempo” para tudo aqui embaixo do sol (Ec 3), então o que lhe tem faltado? Será oportunidade? Depende de você? Então crie a mais linda oportunidade de vida e encontre-se com o seu “tempo” passado para que então as bênçãos, outrora prometidas, realizem-se em sua totalidade no presente. Como isso pode acontecer? Acontece pelas misericórdias do Senhor que se renovam todas as manhãs (Lm 3.23)! Ainda mergulhada em minhas reflexões despeço-me afirmando que felizes os que têm a chance de terem “tempo” e saberem aproveitá-lo vivamente! 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Refletindo sobre como é bom estar de volta... “Estar de volta” implica dizer que o ato de voltar foi desejado, planejado, sonhado. “Estar de volta” de onde muitas vezes nunca partimos, significa que deixamos nosso coração no lugar, naquele momento passado, com aqueles que revemos, com o cheiro que nunca permitiu que o tempo apagasse, com o burburinho peculiar de cada instante, com o sonho que nunca deixou de ser sonhado! “Estar de volta” pode ser a tentativa de nunca mais partir... Vivemos partidas, despedidas e saudades e quase sempre em cada “estação da vida” um pouco de nós é deixado, não por falta de cuidado, mas para que se possa continuar vivendo a esperança da volta, do reencontro. Às vezes há necessidade de voltarmos às “estações” em que deixamos algo de nós mesmos, para reavê-lo e então seguir a “viagem” proposta e guiada pelo Eterno a cada um de nós! Esse trabalho só poderá ser feito pessoalmente por nós. Em qual “estação” de sua vida foi deixada partes de você? Que tal resgatá-las? Ainda há tempo! Sabe, algumas pessoas desistem de continuar a “viagem” da vida por razões diversas, espero que esse não seja o seu caso, pois a Essência da vida está em sua vida lhe permitindo ainda viver! “Estar de volta” nem sempre precisa ser notório, basta que se saiba e viva esse momento. Permita-se viver a alegria de retornar, mesmo que pareça algo bobo, algo inexplicável, sem sentido, pois quem mais vai agradecer por essa sua atitude será a sua alma, as suas emoções. “Estar de volta” é a mais linda declaração feita pelo Eterno ao que retorna: Nunca deixei de lhe amar! Receba o meu abraço nessa madrugada de grandes retornos, mesmo que particulares para mim, para você e para aqueles que nunca perceberão que são frutos de decisões corajosas de constantes retornos de humanos, como nós.